
Desde que os humanos inventaram a beleza como competição, inventaram também a trapaça. Os gregos já ungiam os atletas com azeite para parecerem mais imponentes nas olimpíadas. Os medievais modelavam as armaduras para parecer mais musculosos. Os concursos de miss do século XX produziram décadas de cirurgia plástica negada com um sorriso e uma faixa no peito. Portanto, não há absolutamente nada de surpreendente no fato de que, em 2026, alguém tenha decidido injetar ácido hialurônico nos lábios de um camelo para ganhar um concurso de beleza. A humanidade é consistente, pelo menos nisso.
Péra… CAMELO????
Corcoveando pelas fraudes em concursos, esta é a sua SEXTA INSANA!
Continuar lendo “Bela, recheada e desclassificada: o escândalo de botox que abalou o mundo”







Nada mais inútil que esses prêmios de “Professor do Ano” ou “Professor Nota Mil” ou bobagens neste sentido. Motivo? Normalmente, quem ganha é alguém tosco que nem se compara com um pobre desgraçado com 70 alunos em sala de aula numa escola pública dentro de favela. Em 2017, uma tia ganhou prêmio por dar aula de língua indígena para 15 criancinhas no interior de Rondônia. Grandes merdas! E os outros premiados não são lá essas coisas também.