Homem abre embaixada de país imaginário e ainda lucra mais que muito governo real

Sábado de sol, aquele dia em que a humanidade capricha nos absurdos pra justificar a existência de colunistas ranzinzas. E hoje, diretamente do departamento “Aqui é loucura sim!”, temos o caso do sujeito que teve a brilhante, mas questionável, ideia de fundar uma embaixada fake de um país que só existe na cabeça dele e talvez num mapa que ele desenhou com canetinha hidrocor. Estamos falando de um sujeito tão esperto quanto estúpido chamado Harshvardhan Jain, um autoproclamado diplomata da gloriosa nação imaginária chamada West Arctica.

Onde aconteceu isso? Ode mais poderia ter acontecido? Não, não foi no Brasil (inda), mas na sua versão asiática: Uttar Pradesh. Continuar lendo “Homem abre embaixada de país imaginário e ainda lucra mais que muito governo real”

Bruxas, trambiques e um golpe imobiliário na Índia (óbvio)

Unga-Bunga é uma coisa séria! Não pode deixar esses lances de feitiçaria rolando, mesmo quando não há nenhuma feitiçaria rolando, mas no tosco mundo do fanatismo religioso e de crenças tribais de muito antigamente, é melhor não dar sopa para este tipo de ocorrência que, claro, não passa de crendice retardada, se bem que essa é a própria definição de todas as religiões (sim, a sua, também. Desculpe se ninguém tinha lhe avisado antes)

A bola da vez é Jharkhand, o estado indiano onde a Idade Média decidiu tirar férias permanentes e montar acampamento e que resolveu competir com meu lindíssimo Uttar Pradesh. O caso de hoje se deu mais precisamente em Hazaribag, um lugar que soa como o nome de um chefão de videogame, mas é só o palco de uma história tão grotescamente absurda que faria até a Salém colonial pedir um calmante. Continuar lendo “Bruxas, trambiques e um golpe imobiliário na Índia (óbvio)”

Apelando para vivacidade, mulher leva tio pro seu último empréstimo. último mesmo

Existem pessoas que não andam bem, outras vivas, outras vivas até demais, e aqueles tão vivos que levam alguém que já bateu as botas, esticou as canelas, deu “Olá” pro Zé Maria, foi pra Luz ao contrário da Carol Ann. Um exemplo disso é a dona que levou o… tio para fazer um saque, mas ele estava meio morto de cansado…

Mesmo descansando para sempre. Continuar lendo “Apelando para vivacidade, mulher leva tio pro seu último empréstimo. último mesmo”

Muy amigo convence jovem a perder o membro para ele ganhar dinheiro

Eu diria que nada é pior que gente burra, mas não é verdade: tem os trapaceiros, também. Pior ainda, é o trapaceiro burro. Só tem uma coisa pior que trapaceiro burro: o jovem metido a esperto que banca o trapaceiro e acha que vai se dar bem. O resultado você já imagina qual seja. Se não imagina, deixe-me trazer a notícia que dois jovens de Taiwan tiveram a maravilhosa ideia de dar um balão em três categorias que não iam se deixar ludibriar: polícia, seguradora e agiota.

Os nomes foram trocados. Parece até aqueles documentários de crimes verdadeiros. Deve ser para ninguém passar chamar de idiota. Continuar lendo “Muy amigo convence jovem a perder o membro para ele ganhar dinheiro”

Mulher apaixonada vê seu sonho casamenteiro ir pro espaço

Ah, o amor. Dizem que ele faz o mundo girar, mas faz muito mais que isso: faz investimentos girarem, compra de ferraris e outros bens de consumo. Principalmente se o amor der o dinheiro necessário. Um exemplo disso é uma senhora não tão jovem que se apaixonou por um senhor trabalhador, bem apessoado e com um emprego importante: um astronauta. Problema que para voltar à Terra, ele precisava pagar a passagem de volta e pediu a ela. Nada demais.

Por algum motivo que me escapa, não deu muito certo

Vendo seus boletos subindo que nem foguete, esta é sua SEXTA INSANA!

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Professor que não é professor ganha prêmio, mas foi exonerado do cargo por ter diploma falso

Nada mais inútil que esses prêmios de “Professor do Ano” ou “Professor Nota Mil” ou bobagens neste sentido. Motivo? Normalmente, quem ganha é alguém tosco que nem se compara com um pobre desgraçado com 70 alunos em sala de aula numa escola pública dentro de favela. Em 2017, uma tia ganhou prêmio por dar aula de língua indígena para 15 criancinhas no interior de Rondônia. Grandes merdas! E os outros premiados não são lá essas coisas também. Sim, eu escrevi sobre.

Esses prêmios de educadores do mundo todo premiam muita coisa, não quem realmente está se ferrando para ensinar, não raro em locais que não querem professor (e isso já partindo dos alunos). A que isso leva? A um zé ruela que ganhou prêmios (plural) como melhor professor, sendo que toda sua documentação era falsa, pois não tinha formação nenhuma.

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