O rover MER-B, mais conhecido como Opportunity foi lançado em 7 de julho de 2003 e pousou em Marte em 25 de janeiro de 2004 no Meridiani Planum. São 13 anos de pesquisas, análises e descobertas e Oppy, como é carinhosamente chamada (toda nave, navio e rover é chamado de “ela”), ainda estrá lá, firme e forte, apesar da duração de sua missão ter sido planejada para 90 dias marcianos (cada dia tem, em média, 24 horas 39 minutos e 35 segundos).
NASA comemora a chegada na adolescência de um dos seus bebês e fez até vídeo. Eu não podia deixar de traduzir, né?

Dafne é a ninfa filha do rei Peneu. Éros, o deusinho espírito-de-porco dá uma flechada em Apolo e acaba se apaixonando pela ninfa. Como bom FDP que Éros era (dsclp), este dá uma flechada com uma ponta de chumbo em Dafne e esta acha que Apolo era o cacete e rejeita o sujeito. Apolo não queria largar da garota e Dafne caindo fora pois não curtia stalker; daí acabou pedindo para papai a livrar daquilo, e este a transforma num loureiro. Apolo desolado diz que se ela não podia ser sua esposa, que se tornasse, então, sua árvore sagrada, levando consigo sempre um ramo de louros. Bernini imortalizou a cena.
O Telescópio Espacial Hubble é lindo. Lançado em 24 de abril de 1990, os 2,5 bilhões de dólares são uma ninharia para as toneladas de dados e informações que ele nos trouxe. Uma pena que políticos e a população não veja assim. De qualquer forma, sendo responsável por 3 prêmios Nobel, zilhões de informações e belíssimas imagens, o Hubble é a nossa janela para a mais fascinante das fronteiras: O Espaço.
Já catalogamos vários exoplanetas. Mas à medida que nossa tecnologia avança, estamos a cada dia descobrindo mais e mais novos mundos. Mundos que antes estavam escondidos dada a distância, mas com iniciativas como o MOA II, podemos ter um vislumbre do que temos lá fora.
A missão
O Telescópio Espacial Hubble pode ser velhinho, mas é valente. Passando por várias manutenções, atualizações e upgrades, Hubble tira imagens sempre incríveis.
Toda máquina precisa de uma fonte de energia, e naves espaciais não são uma exceção. seu carro funciona com gasolina, álcool ou gás natural, mas fica um pouco difícil levar isso tudo lá pra cima e reabastecimento é algo praticamente impossível mediante nossa atual tecnologia. Assim, naves como o Curiosity da NASA, perambulando por Marte, precisam de alguma forma de fonte de energia.
No final de 2015 e início de 2016, um ciclone extremamente quente passa pelo Atlântico Norte, provocando degelo de boa parte das camadas mais finas de gelo marítimo. Os pesquisadores da NASA acompanham de perto com o Atmospheric Infrared Sounder (AIRS).
Eu me lembro do Molion e Felício, dois “cientistas” que defendem que Aquecimento Global não existe. Deles, o meu preferido é o Ricardo Felício, que disse que não existe camada de ozônio, o que prova que um país que não desenvolve tecnologia aeroespacial está fadado a ser visto como piada em outras partes do mundo, pois estará sabendo menos ainda que o João Neve.
A Lua sempre nos fascinou. Ela estava lá. Bem na esquina. O único astro mais próximo da gente e que nos acompanha desde milênios sem tentar nos matar. Dinossauros que o digam. As máquinas já foram lá. o Homem já foi lá. Mais máquinas voltaram lá. Voltaremos a pisar nela um dia mais uma vez? É difícil, já que é mais desafiador ir à Marte, e mais recompensador, também, nem que seja para comer umas batatas fritas com Mark Watney.