Pesquisa mostra que sexismo do bem faz muito bem quando convém

Vivemos num mundo estranho. Ele já era meio esquisito, mas os atuais comportamentos exagerados o estão deixando insuportável, que acabam confundindo todo mundo. Até não muito tempo atrás, o cavalheirismo (você sabe: abrir a porta para a mulher passar, ajeitar a cadeira para ela se sentar, pagar a conta do restaurante, escolher o vinho etc.) era muito bem visto. Uma exigência para o comportamento masculino.

Então, chegou o advento em que mulheres se sentem inferiorizadas porque alguém abriu a porta para elas, porque o garçom deu a conta pro homem, porque é ele quem dirige o carro, porque tudo. Lá pelas tantas, os homens nem sabem mais como agir para não ofender os floquinhos de neve que são ofendidas por qualquer coisa. Afinal, o que leva homens a serem cavalheiros e como a sociedade chegou neste ponto?

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As pessoas sempre vêm no pacote completo (e por que isso pode ser problemático)

Alguns anos atrás, em um blog já falecido e ressuscitado e falecido de novo, meu irmão espiritual Cochise César escreveu sobre como as relações entre as pessoas na internet mudou nos últimos anos. Ele contava de como os fóruns de discussão eram organizados em torno de temas. Você gosta de pokémon e conversa com outras pessoas que também gostam de pokémon. Mas há uns 10 anos inventaram um negócio chamado rede social. Nas redes sociais você se relaciona com pessoas, não com temas. E é aí que surge o problema.

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Encontrado um cemitério para cães no México. Não, ninguém volta de lá.

Eu já escrevi sobre a nossa relação de amizade com cães. Eles nos acompanham, nos guardam e compartilham suas vidas conosco assim como compartilhamos nossas vidas com eles. Há milhares de anos foi o início de uma bela amizade que perdura até hoje. Não é tão estranho que nós arrumemos um lugar de descanso eterno para nossos amigos depois de uma longa vida de afeição e amizade. Nós os honramos quando eles participam da mais humana das atividades: a guerra. [1] [2] [3] [4] [5] [6]

Mesmo para as pessoas comuns, que não estejam com a intenção de mandar seu vizinho pra vala, cães eram companheiros e suas mortes eram lamentadas. Ritos fúnebres eram feitos, e seus despojos cuidadosamente arrumados, entregando-os para o outro mundo, como um cemitério encontrado por arqueólogos mexicanos.

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