Há 9 anos, o destino foi cruel para com um homem. Este homem, por causa de um rojão ,perdeu uma de suas mãos. Dennis Aabo Sorensen viu sua vida esfacelar, pois perder partes do corpo não deixa ninguém feliz, ainda mais se não estava corroído por algum câncer. Denis. Só havia o pranto e o desespero. A tecnologia tinha provido Denis de uma prótese, mas não é a mesma coisa. Não poder acariciar alguém, sentir o toque liso e frio de um simples copo, é privarmos de um dos principais sentidos: o tato.
Em meio a luzes frias, um suave ruído dos reatores de lâmpadas fluorescentes, pessoas trabalham para contornar isso. Elas não olham pra cima pedindo soluções. Elas olham pra baixo buscando respostas;. e estas respostas deram a Denis a primeira mão capaz de registrar a sensação de toque. Sim, ele tinha tato novamente!
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Não, não é desse carpinteiro que eu estou falando. Este carpinteiro não gosta de amputados.O carpinteiro mágico que estou falando é Richard Van As (sim, você que sabe algo de inglês pensou a mesma coisa que eu e dá razão às mulheres em achar que nunca passamos dos 13 anos), um camarada muito legal que ao sofrer um acidente percebeu que podia fazer muito mais pras pessoas do que simplesmente se lamentar.
Um polímero combinado com células-tronco foi implantado por pesquisadores em defeitos ósseos no crânio de ratos. Os animais tinham perfurações na calota craniana de cerca de 5 milímetros de diâmetro, dimensão considerada crítica, uma vez que está além da capacidade de regeneração natural do organismo.
Um joelho computadorizado resistente à água e que pode ser regulado pelo próprio usuário. A tecnologia, desenvolvida nos Estados Unidos e lançada em maio na Alemanha, será apresentada pela primeira vez na América do Sul no 3º Encontro Brasileiro de Amputados, que iniciou quinta-feira e termna amanhã em Itapema, Santa Catarina.