Pesquisa mostra novos exames para detectar câncer de próstata mais cedo

Todo ano o Governo faz campanha Novembro Azul, que em síntese é pro cara parar de frescura e ir no médico verificar sua saúde. Ficam de frescurite “ain, não quero ninguém enfiando o dedo na minha bunda. Sou machão e não permito. QUI ÓDIOOOOOOO”. Já começa que urologistas mandarão você fazer um exame de sangue para saber a quantas andas. Entre elas o exame de PSA (Prostate-Specific Antigens, ou Antígenos Específicos da Próstata). Mediante o resultado é que ele vai fazer o exame de toque. Então, por machismo imbecil (desculpem o pleonasmo) o sujeito acha, sei lá, que o médico vai correr pela rua berrando “GENTE! GENTE! ACABEI DE ENFIAR O DEDO NO CU DO EPAMINONDAS HAUAHAHAHAHAHA” no legítimo dedo no cu e gritaria. Não, o médico não fará isso. As pessoas só saberão se você contar. Ademais, mulheres passam por coisas piores e não reclamam. Não dá nem pra chamar esses caras de mulherzinhas.

Claro, a Ciência evolui e outros (e melhores) métodos de detecção são sempre bem-vindos. O problema é catar células cancerosas, e o ideal é sempre descobrir o mais próximo do início.

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Pesquisa visa entender porque negros são mais suscetíveis ao câncer de próstata

Muito por causa da frescura de um monte de homens idiotas, o câncer de próstata é o tipo de câncer que apresenta a maior incidência entre homens de 18 anos ou mais que descobriram a doença no primeiro diagnóstico. Quanto? 36%. Altíssimo. E não, não é coisa de velho. Releia: 18 anos ou mais! Esse número sobe para assustadores 65% de ocorrência de câncer de próstata em homens acima de 60 anos. Dados do Ministério da Saúde mostram que, em 2015, 14.484 homens morreram em decorrência da doença no Brasil. Dados estatísticos em vários países concordam em um ponto: negros são os mais propensos a sofrerem de câncer de próstata do que brancos. Quando levamos em conta o Brasil, com sua população altamente miscigenada, chegamos em mais de um terço dos homens propensos a ter câncer de próstata, sendo que o miserável deveria parar com a frescura reinante na população e ir no médico quando percebe que tem algo errado. E eu nem estou falando de urologistas. O brasileiro médio prefere pegar receitinha com o vizinho do que ir a médico, e quando se fala em exames de próstata, o desgraçado acha que todos os urologistas são tarados, doidos para dar uma dedada nele, como se não existisse ao menos o sigilo médico-paciente.

Enquanto no Brasil se faz campanha para os retardados imundos lavarem o pênis (sério. O nome de várias campanhas é Lave o Pinto) e tem um saco peludo como mascote (não, de novo, eu não estou brincando), o Instituto Nacional de Saúde dos EUA e a Fundação do Câncer de Próstata (também de lá) estabeleceram o maior esforço coordenado de pesquisa para estudar fatores biológicos e não biológicos associados ao câncer de próstata agressivo em homens afro-americanos.

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Pesquisa levanta dúvidas sobre dados de câncer de próstata na Inglaterra

Câncer de próstata é uma bosta, como todos os cânceres que acometem pessoas que foram desenhadas por um projetista inteligente, mas tão inteligente que fez a uretra passar por esta droga de órgão. E se você é homem, toma vergonha e consulte um urologista. O recomendado é exame, SIM AQUELE EXAME, aos 50 anos; ou aos 45 se tiver casos na família (majoritariamente pai e irmão). Se não tiver, um exame PSA é o suficiente para se ter uma ideia. Lembre-se: pare de frescura que o médico não vai contar para ninguém. Ele não conta nem sobre o seu péssimo gosto para cueca e o estado dela.

Normalmente, homens negros são três vezes mais propensos a desenvolver câncer de próstata do que outras etnias. A questão é que eles acabam sub-representados e os dados acabam se tornando falhos. Isso porque remédios acabam não tendo a mesma eficácia para pessoas de etnias diferentes. Racismo? Não, genética. Vá discutir com sr. DNA.

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Fiofó Robótico ajuda médicos a detectar câncer

Em pleno século XXI, ainda temos várias incidências de câncer de próstata, porque, por algum motivo que me escapa, o sujeito acha que só porque vai no médico fazer um exame, a vizinhança toda saberá, com o médico gritando num alto falante “AÍ, Ó! ENFIEI O DEDO NO CU DO Sr. ADEMAR!” Médicos são muito discretos, acreditem, sem falar no princípio do sigilo médico-paciente.

Agora é a vez da Engenharia resolver parte desse problema, em que cientistas desenvolveram um reto robótico capaz de dar inúmeras informações. É praticamente uma bunda biônica.

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