Muitos seres vivos possuem capacidade de camuflagem e mimetização. A grosso modo, podemos dizer que camuflagem é quando o animal/planta muda a sua cor, afim de se confundir com o ambiente. Mimetização é quando eles se fazem passar por outra coisa, afim de enganar seus predadores, ou mesmo afugentá-los. O camaleão é um exemplo de camuflagem, como o polvo. O bicho-pau confunde-se com gravetos, fazendo-se passar por um simples galho, enquanto que asas de algumas borboletas parecem ser os olhos de um bicho maior.
Plantas dependem de fatores externos para se reproduzirem, como água, vento ou agentes polinizadores, como abelhas e borboletas. Acontece que as belas criaturinhas precisam ser atraídas e como quem comanda é a Seleção Natural, as plantas que conseguiram uma adaptação que por mero acaso conseguiam atrair os insetos, de modo que eles se servissem do néctar, se “sujassem” com o pólen e, ao ir pra outra flor, fecundavam-na, se reproduziram mais, gerando mais descendentes e assim por diante. Mas, seria o caso de algumas trocarem de cores, de modo que isso fosse uma vantagem? A resposta é sim! Existem plantas que trocam de cor, indicando assim a que horas suas flores abrem. Continuar lendo “Flores mudam de cor, e retornam à cor original para avisar seus horários de abertura”

A bactéria Streptococcus pneumoniae, ou pneumococo, é uma campeã de promiscuidade — e, pelo visto, isso está tornando a vida dela mais fácil e complicando muito a dos humanos que o micróbio infecta. A mania da criatura de fazer sexo — que, em termos bacterianos, se resume a trocar DNA — com espécies diferentes de microrganismo fez com que certas variedades dela tenham se tornado resistentes a quase qualquer tipo de antibiótico.
A pele humana é habitada por uma diversidade de bactérias muito maior do que se acreditava. É o que mostra a análise genética de microrganismos coletados em várias partes da superfície do corpo de pessoas saudáveis. O estudo, publicado esta semana na
Poderíamos pensar no nosso sistema imunológico é mais ou menos como uma força policial. Osa nódulos linfáticos seriam as delegacias de polícia (claro, sem alguns delegados preguiçosos ou corruptos), onde as respostas do sistemas imunológicos são organizadas. No entanto, o Prof Becher Burkhard, da Universidade de Zurique, sugere em um artigo publicado na
As forças do Senhor do Escuro estão em atividade. O mundo como conhecemos acabará. Satã mandou avisar a Chuck Norris para desmarcar o jogo de pôquer, pois estará ocupado dominando o mundo. Chegou a hora da Revelação. Damien está está em alerta. Os sinais estão claros:
Um fóssil de um animal que viveu há 47 milhões de anos, fora encontrado há alguns anos na Alemanha. Agora, o fóssil foi analisado com mais profundidade, determinando as características de um primata que conduziu ao ramo evolutivo de macacos, símios e seres humanos. Isso n]ão significa dizer que o fóssil era de um macaco, mas de um ancestral comum a macacos e humanos. Alguns humanos toscos e especistas acham que isso os diminui em termos de importância. Eu, por outro lado, vejo que ser parente de seres que destroem o seu ambiente, agem com selvageria, matando-se mutuamente, é o um xingamento pior.
Os parasitas evoluem constantemente para maximizar sua infecciosidade e otimizar sua virulência, enquanto os hospedeiros tentam, por sua vez, evoluir rapidamente para minimizar essas propriedades dos parasitas. Se um deles conseguir uma vantagem evolucionária significativa, isso poderá levar à extinção do outro. A bem da verdade, se parasitas tivessem desenvolvido consciência, a última coisa que ele iria desejar seria a morte de seu hospedeiro. Sem hospedeiro, sem “casinha” e/ou alimento.
Entender como viviam e funcionavam animais que estão extintos há milhões de anos não é uma tarefa fácil. Mesmo assim, por meio de comparações anatômicas detalhadas e do emprego de novas técnicas e equipamentos cada vez mais sofisticados, os paleontólogos têm conseguido avançar na compreensão de várias questões biológicas dos organismos fossilizados.
Um grupo de cientistas do Scripps Research Institute criou o equivalente microscópico das Ilhas Galápagos, um ecossistema artificial dentro de um tubo de ensaio onde moléculas evoluem para explorar diferentes nichos ecológicos, semelhante aos famosos tentilhões de Darwin, descritos em “A Origem das Espécies”, 150 anos atrás.
Em 1859, Charles Darwin, um dos idealizadores da teoria da evolução por seleção natural, publicou seu livro mais famoso, A origem das espécies. Para esse naturalista inglês, explicar a multiplicação das espécies – segundo ele, “o mistério dos mistérios” – era um desafio.