O problema do Brasil é… bem, eles começaram em 1500. O pior é a santa credulidade que muitas organizações insistem em ter, pensando que somos o país do futuro. Nós deixamos de ser o país do futuro depois que a Primeira Expedição Exploradora veio aqui e Gaspar de Lemos resolveu que daqui não sairia grande coisa. Infelizmente, o rei insistiu e o luso teve que voltar aqui, com Américo Vespúcio servindo de feitor. Apesar de hoje ser o dia do protesto contra o caldo verde, digo, do SOPA, você pode ter UM MUNDO de informações sobre Gaspar de Lemos na Wikipédia lusófona. Como sou ráquer, eu consegui burlar a tela preta de kernell panic da wiki em ingrêis. (sim, eu usei a dica do Ghedin).
Entrando logo no assunto, O Brasil mais uma vez mostra a que veio e está sendo acusado de atrasar construção do "telescópio boladão" que a ESO — European Southern Observatory (Observatório Europeu do Sul) — está construindo, em convênio com vários países. Sabem a minha posição sobre isso? "Eu te disse! Eu te disse!"
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Estamos no mundo 2.0, com uma política do século X. Enquanto os sans culottes trabalha dia e noite, a aristocracia precisa estar antenada aos novos modismos. E que modismo melhor seria do que ficar com a bunda pendurada nas malditas redes sociais, falando besteiras? Sendo assim, nada mais natural que os expressivos representantes da massa ignara quererem estar conectados 24/7 no mundo digital; e, para isso, precisam acessar seus Facebooks da vida e seus Twitters. Como são pobres, coitados, precisam ser subsidiados. Resultado? A Assembleia Legislativa de Goiás entrou com uma ordem de licitação para compra de smartphones para dar de presente aos digníssimos deputados.
Ciência no Brasil sempre foi motivo de piada. A única piada que ninguém ri. Enquanto o governador passeia pra lá e pra cá, mediante benesses de empresários, a sede do Instituto de Arqueologia Brasileira tomou como reconhecimento uma ordem de despejo de forma que seu Centro de Estudes rale peito da Casa da Fazenda Capão do Bispo, depois de 37 anos.
Mais um fim-de-ano, mas as loucuras insanas do prefeitosco do Rio não têm fim (ainda). Não satisfeito de
Estamos chegando ao final; só não sei se é do ano ou do poço. É o que vier primeiro.