
Em Mateus 19:21, Jesus fala para um jovem rico: “Se queres ser perfeito, vai, vende os teus bens, dá o dinheiro aos pobres, e terás um tesouro no céu”. Notem bem: Jesus manda dar aos pobres. Não manda dar para construir santuários de doze milhões de dólares. Não manda dar especificamente dois mil dólares organizados em filas por incremento. E, crucialmente, não manda corrigir publicamente quem deu menos do que ele acharia que é o certo. (aliás, em Mateus capítulo 6, o próprio Jesus fala que quem reza em igrejas é hipócrita).
O bispo Marvin Winans, um pastor que, aparentemente, leu uma versão alternativa das Escrituras. Aquela em que Jesus vira um gerente de projetos obcecado por metas financeiras e divide a congregação em categorias de doadores como se estivesse organizando um programa de milhagem aérea. E assim, em um domingo qualquer, ele transformou um “Day of Giving” (Dia da Doação) no tipo de situação constrangedora que faria até um consultor de comunicação corporativa ter um colapso nervoso.
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Uma pequena comunidade religiosa vem chamando a atenção dos capixabas. É a seita Tabernáculo Vitória, localizada no bairro Santa Tereza, região da Grande Santo Antônio, em Vitória (ES). O grupo, que se prepara e acredita que o dia do juízo final está próximo, é formado por famílias que vivem isoladas, sem contato com parentes, em uma espécie de condomínio fechado. Para fazer parte da igreja, elas se desfazem de todos os bens pessoais.
Pois é. O M.M. juiz Jeová Sardinha de Moraes (você não pensou que eu tava falando de Deus, né?) bateu o martelo (antes fosse na cabeça dos pastores) e condenou a Igreja Universal do