O proto-indo-europeu é um idioma ao qual se atribui como raiz linguística e ancestral comum das línguas indo-europeias faladas pelos povos proto-indo-europeus, já que seria estranho indígenas brasileiros falarem este idioma. Durante o século XIX, a grande maioria do trabalho linguístico foi dedicado à reconstrução de suas “filhas”, como o proto-germânico, e na maioria das técnicas atuais de linguística histórica foram desenvolvidos como resultado.
Isso tudo você sabe, porque está na Wikipédia, e você já deve ter lido todos os artigos que tem lá. Mas e o que você NÃO SABE?
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Agora todo mundo está com mania de podcast, ainda mais que editar vídeo é uma sonora bosta (acredite, eu já tentei e me arrependo amargamente pelo que eu produzi aqui. Já podcasts são mais simples (não disse que É simples). Que tal experimentar o formato?
Estou aqui hoje só para dizer como sou um afortunado. Digo, sem ter nenhum pudor quanto a isso, que sou um cara de muita sorte. Nossos avós, bisavós ou nossos mais antigos antepassados olhavam para o mundo que então conheciam e se perguntavam o que era aquilo. Os riscos no céu durante uma noite chuvosa era algo que eles não sabiam.
Uma das melhores sequências do Exterminador do Futuro 2 é quando um John Connor meio grandinho para quem tem 10 anos tem um, digamos, debate ético com o Schwarza sobre não matar pessoas, em que a máquina dos infernos fica com aquela expressão inexpressiva (mas hein?) perguntando "Why?". Acima dos problemas filosóficos envolvidos, há o problema da linguagem, em que a máquina possui problemas na compreensão da linguagem humana. Isso, não obstante, não é só um problema da relação homem-máquina, mas no modo que máquinas se comunicam entre si.
Eu não tenho tido muito o que fazer de noite (mentira!); por isso, tenho dado umas passadas pelo twitter, espalhado minhas verdades divinas e lido #mimimi de todos os tipos. Daí, eu mal conecto e o que vejo? Sinais do fim do mundo! Fico sabendo que existe politico no Brasil que pensa (sem ser besteiras). A
Não é novidade para ninguém minha admiração pelas abelhas. São incríveis, organizadas e muito burras ao perder metade da bunda (eu sei!) ao te ferrar… literalmente. No entanto, para pesquisadores da Universidade do Colorado (que não fica no Rio de Janeiro, pois este está debaixo d’água de novo) veem nos perclaros insetos uma chave para o entendimento da evolução da inteligência humana. Obviamente, ele nunca olhou comentários em sites de jornais nem a fauna à solta no Orkut.
Muito prvavelmente, você faz uso vez por outra do Google translator. Até eu uso, mas, óbvio, não é a 8ª maravilha do mundo, mas quebra um galhão às vezes. Este tipo de algoritmo é complicado, dada as nuances de cada idioma e, claro, a perfeição é uma meta ainda longe, mas as melhoras são sensíveis, principalmente para quem conheceu o Babelfish em seu início.