Elfos, fadas e câmeras espaciais

O ASIM é escrito assim mesmo. Trata-se do acrônimo do Monitor de Interações Atmosfera-Espaço (Atmosphere-Space Interactions Monitor). Este aparato é uma instalação de observação da Terra da ESA (a Agência Espacial Europeia) para o estudo de tempestades severas e qual o papel que elas têm na atmosfera e no clima de nosso planeta.

Mas quando se fala em “tempestades severas”, estamos se referindo a tempestades de alta altitude, em que esses raios atmosféricos superiores são chamados de “eventos luminosos transitórios”, ocorrendo bem acima das altitudes de raios normais e nuvens de tempestade, com um processo de descarga de elétrons em fuga sendo sugerido como o principal mecanismo.

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Bactérias encontradas na ISS não deveriam estar lá. O que pode dar errado?

Você pode pensar que o ambiente hostil do Espaço não abrigaria formas de vida de qualquer forma. Pros próprios astronautas estarem lá já é um problema. Então, é pouco provável que não haja microorganismos, certo? Bem, se você pensou nisso, você é um idiota, já que quanto mais simples o organismo, maior será a chance dele sobreviver em qualquer lugar. Que o diga extremófilos na beira de um vulcão submarino.

Foram identificadas algumas cepas da bactéria Enterobacter, dando um rolé na Estação Espacial Internacional (ISS). Não é que essa bactéria fará algum mal, mas o problema é que ela não deveria estar ali.

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Astronauta deixa todo mundo feliz ao enfiar o dedo no buraco

Há uma clássica história holandesa que fala de como o menino Peter se tornou um dos maiores heróis da Holanda. Ao ir visitar o amigo, Peter viu que havia um furo por onde começou a jorrar água. A Holanda (que não é um país propriamente dito) é uma região abaixo do nível do mar e o que mantém seu território seco são os diques. Peter sabia que tinha que fazer algo. Tampou o furo com o dedo e assim que viu passar alguém, gritou para pedir ajuda. A ajuda veio e Peter foi celebrado de acordo com a sua posição de herói (sim, está resumido).

Se ter toneladas de água prontos para ir lhe dar alô em casa não lhe parece uma opção muito legal, imagine se você estiver a mais de 300 km da Terra, rodeado por (quase) vácuo, fora aqueles micrometeoritos que podem fazer um buraco na sua nave e fazer seu dia pior ainda. Bem, foi o que aconteceu com a Estação Espacial Internacional.

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Pepinos no Espaço nos ajudam a entender plantas

Japoneses são muito estranhos, mas é inegável a competência deles em tampar buraco e consertar estradas. Brasileiro, em contrapartida, só é mestre em levar o país pro buraco. De qualquer forma, nossos amiguinhos nipônicos estão bem de olhos abertos para a questão do meio ambiente. Para tanto, eles querem entender mais sobre plantas. Por isso eles estão cultivando pepinos… no espaço.

Só falta o filme Gojira x Cucumber in Space!

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Um passeio pela Estação Espacial Internacional

A Estação Espacial Internacional, ISS, não é a maior máquina que a Humanidade já construiu. Mas é fascinante. É como terem construído o primeiro navio capaz de singrar o oceano. É linda e maravilhosa. A nossa aventura aqui, bem na nossa porta. Insignificante perante o universo, mas majestosa, quando um pontinho brilhante passa pelo Céu.

Eu queria poder ir lá, mas sei que isso não acontecerá. Tem gente muito melhor que eu lá trabalhando, e aquilo não é um passeio. Ainda assim, fazem coisas maravilhosas, e trazer imagens impressionantes. Como este filme que veremos a seguir.

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O ping-pong no mundo da microgravidade

Você é leitor contumaz do Ceticismo.net, então, já sabe que essa bobagem de “gravidade zero” não existe. Qualquer corpo com massa diferente de zero exerce força gravitacional, e se não a sentimos, é porque ela é muito, muito fraca. Nós nascemos num mundo com aceleração de gravidade em torno de 9,8 m/s2, com muito pouca variação entre o nível do mar e nossos apartamentos. O Espaço é algo alienígena ao nosso conhecimento, principalmente ao fato de naves e a própria estação espacial internacional estarem sob ação de microgravidade, por estarem sempre caindo, caindo, caindo… Fazer diversos experimentos é necessário e, claro, são divertidos.

O astronauta Scott Kelly completou 300 dias no espaço em 21 de janeiro de 2016. O que seria mais legal para mostrar os efeitos da microgravidade que jogar pingo-pong? Ok, várias coisas, mas este ping-pong é diferente. Ele será jogado com… água!

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Um reino tão vasto cujo Sol nunca se põe

O título faz alusão ao mundo conquistado por Alexandre da Macedônia. Indo do Egito até quase chegar no Oriente Distante. Um império tão imenso (e fugaz, entretanto) que em algum ponto dele estava fazendo Sol, não importando em que momento fosse.

Nós abrimos mais horizontes que Alexandre, conquistamos outros mundos sem que um exército chegasse lá e mandasse tudo para a vala. Nossa última fronteira é o Espaço, mesmo tendo nos aventurado muito, muito pouco, conquistamos o inimaginável. Um reino onde realmente o Sol nunc se põe.

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O mundo que passa pelo lado de fora da janela

Às vezes, eu gosto de olhar para a janela, ver o mundo passar, mesmo sabendo que quem está passando sou eu. Aliás, sim, o mundo está passando: num movimento de rotação, translação e precessão. Podemos ver outros lugares quando viajamos e são dois movimentos distintos: nosso movimento em relação à Terra e o movimento da Terra no espaço sideral. Mais fantástico que isso, são as visões que os astronautas da Estação Espacial Internacional veem. Desde nosso planeta até sondas de outros países, brilhos de tempestades e nossas luzes noturnas.

Eu nunca me canso de ver vídeos em time lapse assim, e você?

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A belas fotografias do invisível

Parece um contra-senso, mas é perfeitamente possível fotografar o invisível. A saber, algo é invisível quando não conseguimos ver a olho nu. Entretanto, corujas conseguem enxergar em infra-vermelho e alguns insetos enxergam em ultra-violeta, duas faixas do espectro que nós não conseguimos ver. Poderia-se fotografar nessas duas bandas do espectro, assim como na faixa do micro-ondas e das ondas de rádio. Mas muitas coisas podem ser invisíveis além dessas situações, como é o caso de acontecimentos fora de nosso campo de visão. Como o que acontece nos limiares entre a Terra e o Espaço.

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O faxineiro suíço do Espaço

Desde que começamos a nos aventurar pelo Espaço, levamos o melhor e mais abundante que podemos produzir: lixo. Desde uma ferramenta até restos de foguetes e satélites, vários corpos estão orbitando a Terra, além da Lua e a ISS. É o chamado “lixo espacial”. Você pode achar que um parafuso não é nada demais, mas quando ele está sendo acelerado a velocidades de milhares de quilômetros por hora, vemos que ali não é um lugar muito legal para dar mole, nem pros astronautas, nem pros satélites artificiais. Ali é um grande estande de tiro, mas a solução parece estar vindo, pontual e certeira como um relógio.

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