Estamos em tempos de mudança. Enquanto Monteiro Lobato é um porco racista e o Inácio de Loyola Brandão é um maníaco pervertido, enquanto livros de português podem sair com trocentos erros e defende quem fala errado, opondo-se a preconceituosos do idioma. Até mesmo a Justiça teve que intervir. Cultura, agora, é vista como inimiga do Estado, e só não a mandam pra Sibéria, pois a grana da passagem foi gasta levando políticos para passearem (isso quando não usam o jatinho do Eike Batista).
Cioso da formação educacional dos nossos perclaros pimpolhos (pronto, falei "perclaro"! Sou um burguês desgraçado.), o governo do estado do Rio de Janeiro, no uso de suas atribuições e respeitando a Constituição Federal, determinou que as bibliotecas estaduais serão obrigadas a terem disponíveis exemplares da Bíblia. Afinal, democracia se faz assim.
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Beth Din não é nome de artista de Hoollywood. Também chamada de Beit Din (ou "Casa do Julgamento"), trata-se de um tribunal rabínico da ala ortodoxa do judaísmo. Eles são responsáveis pela aplicação da Halachá, as leis judaicas que se baseiam não só na Torah (o Livro da Lei) como nos costumes judaicos provindos daí em diante. Só para ser implicante, eu posso comparar isso com a Sharia, o código de leis dos muçulmanos. Na melhor das comparações, são leis idiotas escritas na Idade Antiga/Média e se baseiam em crendices, costumes tribais e em uma absurda ignorância provinda de uma estupidez galopante.
Diferente de gente que chinga muinto nu tuíter, eu sou um homem ocupado. Não tenho tipo tempo de postar mais coisas coisas interessantes, apesar de meus leitores se preocuparem em trazer notícia que não tem nada a ver com o artigo proposto. Uma questão de manter o foco (de repente, TDAH). Eu tenho visto os idiotas postando suas besteiras mas resolvi deixá-los para se esparramarem, ao contrário das batatinhas recém-nascidas. Eu já nem espero mais que os retardadinhos tenham um mínimo vislumbre de sanidade; mesmo porque, caso eles tomem jeito, não teremos mais uma edição da sua VOZ DOS ALIENADOS!
É, eu sei. Você pensou que tinha visto de tudo na sua vidinha insossa. Se você é daqueles(as) que sai pulando por campos floridos lendo Pollyana e cantando o tema da Noviça Rebelde, saiba que muitos não estão nem aí pra sua infância, pois um livro lançado na França fará com que você tenha um ataque de piti. Nesse livro é dito que os smurfs, aquelas criaturinhas azuis que você nunca conseguiu entender direito o que eram não passam de facínoras safados, sexistas, racistas, antissemitas, feios, chatos e têm cara de Na’vi.
Desista! Você nunca chegará ao cabo de ver todas as insanidades desse mundo governado por Hades. Entre malucos rasgadores de alcorão, cristãos quebradores de imagens, macumbeiros que trazem seu porteiro amado em 3 horas (ou alguma merda nesse sentido) entre outras mazelas religiosas que aparecem por aí, africanos mostram que o retardo mental não é exclusivo do brasileiro (apesar deste último ter mais competência neste quesito). Vervet sentiu isso na carne. Ele meio que teve um destino como alguns apóstolos bíblicos e acabou sendo apedrejado pela acusação de bruxaria.
Os cazo do livru adotados pelu Méque aimda vai dá muinto panu pra mamga. Ce por un lado umonte di jenti reclamô ke iço acaba com nóço indioma, oltros axam superválido num çer muinto ríjido na língoa cuando naum for nesseçarío. Nóços komemtaristaz estam divididos, como pudemus ver no artigo adonde é dito ke muintos políticos rezouveram comprar a briga e entraram com reprezentassoes contra a distribuissão do livro. Como nada é muinto çimples neste país, agora temos uma Assão Sívil Coletiva (que naum tem nada haver con o çaites de conpra tipo Peiche Urbano). Cenhora Dona Eloíza Ramus deve tá beim aborressida com iço.
Enough is enough! Até mesmo a paciência do Império do Mal Vaticaniano tem limites. O que não tem limites é a safadeza que rola (ops) lá por dentro e por fora (ooooooops). Em 2009, noticiamos
Já não se faz mais profetas como antigamente. Em outros tempos, o cara cultivava uma barba responsa, ia peregrinar numa montanha para sentar no pico e voltava com umas tálbas com uns trecos escritos que ninguém sabia o que era, porque todos eram analfabetos. O cara falava com uma voz grossa que aquele lance era coisa de Deus e todos baixavam a cabeça. Se o cara mandasse a galera dar um rolé no deserto, ninguém achava estranho, posto que tudo o que o profetão falava acontecia (como o Sol aparecer de dia e a Lua de noite, ou coisas tão imprevisíveis quanto).
Alô vocês, visitantes extraterrestres, arqueólogos e extraterretólogos (ia dizer sociólogos, mas sociedades avançadas não cultivam pseudociências). Este é um relato automatizado que foi liberado depois que o mundo acabou. A Terra já era, o apocalipse zumbi veio e ceifou toas as nossas miseráveis vidas. Aqui fala o Sistema Humano de Inteligência Terrestre e somos tudo o que restou da cultura de nosso planeta.