Estou em plena satisfação de curtir as minhas férias de meio do ano. Danem-se vocês, plebeus. Sou professor e tenho excelente boa vida. Ganho bem pra cacete, tenho duas férias e não faço nada. Só chego lá na frente e dou aula. SOU RYCOOOOO!!!
(in)Felizmente, o mundo de Hades não para um só minuto. E a caixa para aprovação de comentários anda lotando de gente idiota, burra, estúpida, completamente imbecil e até cérebros de formigas. Se tanto insistem, taqui o que conseguiram: aparecer no VOZ DOS ALIENADOS!

Pretória é um lugar legal… tá, não é. Não tenho nenhuma intenção em visitar Pretória, nem a África do Sul e nem a sua casa, então, nem é coisa de racismo; mas, convenhamos, o que, diabos, eu iria fazer em Pretória? (este artigo não fará nenhuma piadinha trocadilho-racista com o nome, vocês que inventem as suas).
Existem regas que, se forem seguidas, evitam muitos embaraços. A principal delas é "Everybody knows you never go full retard". Só que o pessoal filhote de Lênin esquece disso (ou nunca se lembraram). Tudo bem que eles não têm uma boa relação dom o Cristianismo, mas ter um pouco de noção seria legal, não é mesmo, Evo?
Existem dois mundos no cenário educacional. Aquele incrível que foi criado pelos teóricos da Educação (os que nunca colocaram os pés num colégio para ensinar, e possivelmente nunca para aprender), cheios de experimentos, testes, análises e ideias mirabolantes. E tem o mundo real.
Nossa presidente é uma maravilha com as palavras. Seus discursos seguem as finas minúcias da Última Flor do Lácio. Por causa disso, muitas vezes, ela é criticada, mas eu nem sei por quê? Pessoal reclama muito. Bem, terça-feira próxima passada, nossa excelentíssima chefe de Estado estava presente na abertura dos Jogos Mundiais dos Povos Indígenas (uma espécie de OlimCapiaus). Como ela esquece de meter o pé na boca em determinadas situações, falou benzão da mandioca, Hades sabe o porque.
Eu amo meus pais. Eles me ensinaram muitas coisas. Segundo minha mãe, existe uma classe distintas de mulheres, que ela chamava de "mulher viada", ou seja, aquelas mulheres que têm mania de querem ser mais mulheres e/ou mães que as demais. Isso mostra muito bem uma realidade: mulheres são hipercompetitivas, ainda mais em tempos de internet.
No tosco mundo de Hades, politicamente correto, nada agrada à grande massa da população, criados a leite-com-pêra e ovomaltine. Todo dia alguém reclama de livro, novela, filme, série e do seu Lourival, porque ele varreu a rua com vassoura de cerdas sintéticas e isso ofende o planeta. No mundo governado por pedagogas, as produções televisivas e cinematográficas, obras literárias e peças teatrais não podem mostrar violência. É feio.