Eu sei que vocês gostam da série Mitos. Mostram o quanto achamos que sabemos, e muito disso está errado. Ideias e “informações” que passam de pai pra filho, pra neto, bisneto etc.Ler no escuro faz mal? Mulheres engravidam no período menstrual? Pelos ficam mais grossos se os raspamos? E quer dizer do alto índice de suicídios em épocas festivas? Tudo isso é verdade? É mito? Historinha pra boi dormir?
Neste vídeo apontamos que nada disso é verdade. São apenas histórias que ouvimos e muitas vezes repetimos, mas sem nenhuma comprovação.

Guerras não apenas fazem parte de nossa história. Pode-se dizer que as guerras construíram a nossa história. Batalhas épicas, salvamentos heróicos, atitudes insanas, ataques devastadores, perdas incalculáveis e tudo com ou sem motivo justo. Mas algumas dessas guerras escondem peculiaridades, motivos estranhos, motivações sem o menor sentido. Seja brigando por um balde, uma barba ou até por causa de um jogo de futebol, guerras acontecem e refletem um pouco do que nós mesmos somos.
Vocês se lembram da primeira vez que eu escrevi sobre
E depois de ontem, o arranca-rabo foi formado. Pessoal teve ataque de pelancas sobre a cartinha que o MEC mandou, junto com o e-mail sugerindo (nunca foi em tom de “faz essa merda aí”) que se cantasse o hino, o que, como eu falei e provei, já é lei desde 2009, pelo governo fascista. O governo do Lula é fascista? Bem, sei lá. O ponto que pessoal reclamou foi sobre a parte da possibilidade de filmar as crianças cantando. Pessoal reclamou que isso violaria o ECA. Depois desta trabuzana toda, o Ministro da Educação entrou em modo Contenção de Danos.

Eu já postei várias vezes sobre a Fundação Cacique
2000 anos de Medicina nos preveniu várias doenças e aumentou nossa expectativa de vida para cerca de 70 anos (no início do século XX era de 40. Há 1000 anos era de uns 15 anos, e aos 12 você já estava pedindo pra morrer). Erradicamos várias doenças, fazemos microcirurgias, muitas vezes só com uma pequena incisão, não deixando nem cicatrizes. Mas aí chega o século XXI e temos o que? Um bando de millenials que cismaram que o bão mesmo é ter filho com parteira. Péra, parteira não. Parteira é coisa de pobre. Eles chamam “doulas” (é uma parteira hipster).
Você conhece esse tipo de pessoa. Aquelas pessoas que possuem um extremo sucesso, todos as adoram, verdadeiros ícones, embora sejam verdadeiras toupeiras. Pessoas sem nenhum motivo galgaram a escada do sucesso com seus master, minors e minions. Pessoas que apenas estão lá dando zilhões de palestras falando um monte de bobagens, mas parecem ser Moisés trazendo as tábuas da Lei.