Dhaka é a maior cidade de Blangladesh, sendo, não por acaso, a capital do país que você sequer sabe localizar num mapa. Também é a maior cidade da Ásia Meridional e entre os países da Organização para a Cooperação Islâmica. Ontem, as ruas de Dhaka amanheceram inundadas por causa de fortes chuvas, mas isso por si só não é tão ruim assim, já que eles meio que estão acostumados. O problema é que foi uma chuva que acarretou uma enchente e uma enchente de sangue.
Não, não é roteiro de filme de terror nem kibe de Êxodo cap. 7. É mais uma mostra de como religião é uma coisa linda e pura, que só faz melhorar a vida da gente.
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Facebook tem uma política muito rígida no tocante a nudez, peladices e periquitas coaxando, pererecas piando e pintinhos voando (ou algo assim). Teve o caso de uma dona que tomou flag porque apareciam os seus
Deu ruim na piscina onde seria feito as provas de salto ornamental. A água estava totalmente verde. Qualquer um que entenda um mínimo de piscina sabe que o cloro foi pro espaço e houve proliferação de algas. O comitê Rio 2016 não sabia o que fazer e veio com uma desculpa idiota que “a Química não é uma ciência exata”.
Estamos em época olímpica. Isso implica em idiotas implicantes vindo implicar comigo achando que estão concorrendo a alguma coisa. No máximo, à medalha de ouro do retardo mental. A imbecilidade reinante não dá trégua e aqui ficamos numa disputa atlética de quem é mais idiota nos retardo sincronizado, maratona de imbecilidade, 100 metros de mentes rasas, ginástica de falácias, xingamentos rítmicos e levantamento de besteiras.
E quando Thor, filho de Odin e Deus do Trovão, encontrou sua adversária, o céu tremeu. Ela era Iansã, Senhora da Tempestade. Ventos começaram a soprar, com o rosto sacana e Eolos mostrando que ele estava ali para zuar com a bagaça. Raios cruzaram o céu, obra de Lord Raiden. Os mares revoltos de Ulmo, Senhor das Águas, lavaram a costa. O mundo ia encontrar o seu fim. Então, chega ele, grande, poderoso, de salto alto, lantejoulas e longos cílios postiços. Ele ajeita a peruca roxa, contrastando com o batom verde limão cheio de glitter, e mete as mãos nas cadeiras. E assim, o Cacique Cobra Coral, Senhor do Tempo, manda parar ou ia dar uma navalhada na cara de todo mundo.
Todo mundo dá muito valor à privacidade. Talvez até demais. Não queremos ninguém fuçando nas nossas cartas nem nos nossos celulares, odiamos câmeras de vigilância, abominamos o vizinho que dá “bom dia” pra gente. E isso para chegarmos em casa e fazermos compras pela internet, fazer buscas de conteúdo que sua avozinha jamais pode saber, postar besteiras no Facebook, nudes no whatsapp, palavrório racista e e preconceituoso no twitter etc.
O básico do empreendedorismo é “encontre um nicho e explore-o”. O problema que a maior parte dos nichos são pessoas idiotas, e não por acaso são os mais explorados, ficando felizes da vida com isso. Não que eu ache de todo ruim, pois ninguém mandou ser burro, ainda mais esses idiotas naturebas que odeiam ciência.
O ano é 2023. Wikileaks vazou uma série de comunicações obtidas por meio de uma intensa investigação. Zé Pé-de-Cotia, responsável por descarregar o caminhão da COMLURB, tinha encontrado uns formulários esquisitos embrulhando peixe estragado e mandou para o Assange só de zoeira, enviando foto da façanha pro grupo da família no uatizápi. Apurando as informações nesses documentos (uma zona federal, estadual e municipal), ficou-se sabendo de uma tentativa do Estado Islâmico, o ISIS, em deflagrar um imenso ato terrorista na cidade do Rio de Janeiro na abertura os jogos olímpicos de 2016, já que vários chefes de Estado estariam presentes, menos o Putin que acha que o Brasil é hardcore demais até pra Rússia. Ao tentar remontar o caso, ficamos sabendo dos detalhes.
As pessoas, de uma maneira geral, têm dificuldades de entender muitas coisas. Isso até não é problema nenhum, posto que eu mesmo não entendo de várias coisas. A diferença é que eu sempre que tenho dúvidas, procuro por um especialista da área para elucidar as minha dúvidas. Se eu tenho dúvidas sobre as vicissitudes da prática médica, eu pergunto a um médico. Se eu quero saber mais sobre o ofício de arquitetos, procuro um profissional da área e por aí vai. Mas o brasileiro médio tem a mania que querer dar palpite em tudo, querer saber mais que os profissionais, os quais são taxados de arrogantes e de querem se posarem como autoridade no assunto. Bem, se são formados na área e atuam na profissão, sim, eles são autoridades no assunto. A falácia de apelo à autoridade é quando se evoca uma personalidade para sustentar o seu ponto, independente se esse ponto é área de expertise da figura mencionada ou não.