
Existe um limite para o que a humanidade consegue fazer sem que alguém pare, coce a cabeça e pergunte: “Sério, cara? Sério, mesmo?”. Durante muito tempo, achei que esse limite estava em algum lugar razoavelmente distante. Talvez além das seitas apocalípticas, dos gurus financeiros que vendem prosperidade por boleto ou das pessoas que acreditam que a Terra é plana mas, misteriosamente, usam GPS. Estava enganado. Em 2 de junho de 2026, em Joinville, Santa Catarina, uma mulher passou a conversa mole numa família por 14 meses. Se passu por freira? Modista? Empresária? Não, a dona de 37 anos na fuça foi em cana por se passar por uma menina de 12 anos. Continuar lendo “Golpista de 37 anos passa a perna em idiotas se passando por criança”







Nada mais inútil que esses prêmios de “Professor do Ano” ou “Professor Nota Mil” ou bobagens neste sentido. Motivo? Normalmente, quem ganha é alguém tosco que nem se compara com um pobre desgraçado com 70 alunos em sala de aula numa escola pública dentro de favela. Em 2017, uma tia ganhou prêmio por dar aula de língua indígena para 15 criancinhas no interior de Rondônia. Grandes merdas! E os outros premiados não são lá essas coisas também.
Ontem eu noticiei como o brasileiro é tosco e acha que o mais importante para ter uma boa vida e a religião. Só que o Brasil não é a única shithole country que existe. África do Sul não é muito melhor que aqui, ainda mais que foi lá que um tosco chamado Alph Lukau, que “pastoriza” a Alleluia Ministries International Church em Joanesburgo, veio com videozinho vagabundo em que ele ressuscita um zimbabuense (dane-se qual é o gentílico correto. Tô nem aí) que tinha “morrido”. Todo mundo ficou “OOOOOOOOHHHHHHHH”, era o Poder de Deus atuando.
Eu já postei várias vezes sobre a Fundação Cacique