
E hoje falaremos sobre o maravilhoso mundo do mercado da arte, aquele grande teatro onde senhores de paletó e lencinho no bolso no bolso fingem entender o significado de um retângulo vermelho pintado sobre um fundo um pouco menos vermelho, enquanto sussurram “genial” com lágrimas nos olhos e dólares nas mãos. Pois bem, prepare seu lencinho de linho egípcio: porque alguém pintou um monte de rabiscos falsos, assinou como se fosse Pollock ou Rothko, vendeu por milhões e enganou gente demais que deveria saber mais. Continuar lendo “Como borrões falsos, chá e cara de pau enganaram a elite do mundo da arte”







Eu adoro soluções para problemas que não são problemas. Pessoal vive preocupado com o quanto seu celular consome de eletricidade, em termos monetários, ao recarregar a bateria. Daí, ficam inventando inúmeras soluções, na maioria idiotas, prometendo um mundo mágico de uso de eletricidade gratuita. Alguns usam até uns geradores eólicos caseiros, contando com o poder e Eolos para carregar o seu celular.
Eu gosto de compartilhar notícias de avanços científicos e tecnológicos. Mas alguns abusam da paciência da gente. Não apenas isso, os jornais correm para noticiar isso, e já que quanto mais apelativa for a matéria, maiores as chances de divulgação, pesquisadores forçam a mão, o que leva a jornaleiros forçarem a mão, e sempre com resultados positivos, pois sempre terá um mané divulgando.