Apertem os cintos, o piloto se jogou

Há certas frases que, ditas no momento errado, deixam de ser conselho e viram sentença. Por exemplo, dizer “Você sabe o que fazer, continue seguindo em frente” é, na maioria das vezes, algo que normalmente um instrutor faz a um aluno nervoso; problema é a minoria das vezes em que isso não soa legal, como falar isso segundos antes de tirar o fone de ouvido, organizar os pertences, destravar o cinto, abrir a porta e pular fora de um avião em movimento.

Não é o tipo de coisa que alguém queira presenciar, pincipalmente sendo o próprio aluno de pilotagem. Continuar lendo “Apertem os cintos, o piloto se jogou”

Testaram a eficácia de 64 remédios naturais pra depressão. Adivinhe o resultado

Se você já sentiu aquela vontade de sumir, mas sem orçamento pra largar tudo e ir viver criando cabras no interior da Nova Zelândia, talvez tenha considerado a rota mais acessível: passar na farmácia ou clicar num anúncio de Instagram que promete curar sua tristeza crônica com um comprimido de ervas e boas vibrações. Pois bem, a ciência resolveu dar uma fuçada nessa prateleira mística da esperança. Como sempre, separou o pólen da abobrinha. Continuar lendo “Testaram a eficácia de 64 remédios naturais pra depressão. Adivinhe o resultado”

Mais uma prova que placebo funciona quando se sabe que é placebo

Você conhece os placebos. Frequentemente chamados “pílulas de açúcar/farinha”, eles são dados aos pacientes sem seu conhecimento para testar a eficácia de novos medicamentos. Não é de agora que o efeito placebo funciona até com animais, mas um novo estudo reafirmou outra coisa que já se sabia: mesmo quando as pessoas sabem que estão tomando placebos, esses “medicamentos” ainda funcionam, podendo reduzir significativamente o estresse, a ansiedade e a depressão. Continuar lendo “Mais uma prova que placebo funciona quando se sabe que é placebo”

Antidepressivos não são tão eficazes quanto se pensava

De acordo com a OMS, há cerca de 300 milhões de pessoas afetadas pela depressão. Entre os muitos problemas que podem levar, estima-se que a depressão é responsável por cerca de 800 mil suicídios todos os anos, sendo a segunda principal causa de morte em jovens de 15 a 29 anos. Um dos principais antidepressivos receitados é o cloridrato de sertralina (também conhecido como “sertralina”).

Agora em a bomba: uma intensa investigação reportou que o antidepressivo mais comumente prescrito mal alivia os sintomas da depressão moderna, em que os pacientes que tomaram a sertralina não passaram de melhorias insignificantes no humor. Alguma coisa errada não está certa!

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Misturar opioides com canabis para tratar dor não dá final feliz

Todo mundo sabe que misturar diferentes tipos de medicamentos para o mesmo fim não dá final feliz. O problema é que quem deferia saber, parece que não sabe, e nem estou levando em conta a auto-medicação por motivos que vocês já vão saber daqui a pouco. Bem, uma pesquisa abordou sobre prescrições médicas que estão receitando canabis e opioides como forma de tratamento de dores. Sim, ao mesmo tempo.

Resumo da pesquisa: Deu ruim, mano. Muito ruim!

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Fingir sorriso faz com que trabalhadores saiam e metam a cara na cachaça, segundo pesquisa que não disse isso

Se tem um site que eu gosto muito é o Spurious Correlations. A melhor tradução para isso é “Regressão Espúria”, que se trata de uma relação estatística existente entre duas variáveis, sendo que uma não tem nada a ver com outra. O Spurious (para encurtar) pega dados estatísticos de duas ocorrências que nem em sonho estariam relacionadas, mas acabam tendo uma curva praticamente igual, como o gasto anual do Estados Unidos com Ciência, Espaço e Tecnologia e o número e mortes por enforcamento, estrangulamento e sufocação.

Por mais que a vida de cientistas seja difícil, creio que mais dinheiro em forma de verba não seja motivo pro pessoal se enforcar.

De qualquer forma, foi disso que me lembrei quando li que uma pesquisa descobrira que empregados que se forçam a sorrir e serem felizes na frente dos clientes podem estar em risco de meter o pé na jaca depois do trabalho.

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Síndrome do Impostor

Você estuda, se esforça, trabalha, rala pra danar e, quando chega aonde deseja, bate uma insegurança, como se nada daquilo fosse seu mérito. Você se recusa a aceitar que você é realmente merecedor daquilo, que não passa de um enganador, de um tolo, um mentiroso e… um impostor! Não se preocupe, isso é uma condição psicológica e você pode se livrar dela.

Mas o que diabos é Síndrome do Impostor?

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Das banalizações que deprimem

O problema do mundo é a simplificação de coisas realmente sérias e a “serificação” de brincadeiras. Piadas são vistas como uma ofensa pessoal a pessoas que não foram o foco da piada, mas acham que quem foi TEM que ficar ofendido, mesmo dizendo que não está. Diametralmente a isso, está o pessoal que banaliza doenças mentais, por exemplo. Um exemplo disso foi uma postagem imbecil de uma pessoa que entende tanto de depressão quanto um jabuti entende de pesquisa aeroespacial e resume tudo a um meme que encontrou na Internet.

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O Efeito Lúcifer ou o Experimento de Stanford

Em 1971, o dr. Phillip Zimbardo queria estudar como era o comportamento de prisioneiros e guardas dentro de um presídio. Ele idealizou um experimento simulando isso nos porões da Universidade de Stanford (daí o nome). Tudo ia bem e parecia estar tudo nos conformes, até que aconteceu uma das coisas mais aterradores em termos de comportamento humano. Tão aterrador que este experimento não só ficou conhecido como Experimento de Stanford, mas também de “Efeito Lúcifer”

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A Baleia Azul do Mal

E temos mais uma insânia. Essa onda de gente que cismou com o tal jogo da Baleia Azul, criado por algum imbecil desocupado, se aproveitando de pessoas que já não estão na melhor das condições de equilíbrio emocional.

São vários “desafios”, como ver filme de terror às 4 da manhã, se cortar e culminando em tirar a própria vida. Alguns fizeram vídeos sobre isso explicando o que está acontecendo. Eu preferi outra abordagem.

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