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As Luzes da Atividade Humana

Qualquer visitante extra-terrestre que passar pela Terra perceberá que há vida aqui, talvez até inteligente. Nossa maior mostra que estamos aqui é nossa pegada luminosa, com trocentos lumens mostrando que há poucos lugares onde não estamos.

A missão conjunta entra a NASA e o NOAA enviou ao Espaço o VIIRS – Suomi NPP, o Visible Infrared Imaging Radiometer Suite, Um radiômetro de varredura que coleta imagens visíveis e infravermelho da Terra, além de fazer medições radiométricas da atmosfera, criosfera e oceanos. Os dados VIIRS são usados para medir as propriedades das nuvens e aerossóis, a cor do oceano, a temperatura da superfície do mar e da superfície.

Sobre André Carvalho

και γνωσεσθε την αληθειαν και η αληθεια ελευθερωσει υμας

Europa caminhando para geração de eletricidade por meios renováveis

A cada dia, nós temos mais e mais fome de energia elétrica. Nossas cidades crescem, a população depende cada vez mais de smartphones, GPS, tablets, notebooks, PC do tipo desktop etc. Temos televisões, geladeiras, freezers, micro-ondas, lâmpadas, chuveiros e até o seu fogão convencional tem um plugzinho para ser ligado na tomada para que o acendedor automático funcione. Tudo isso alimentado por eletricidade (curiosamente, antigamente os acendimentos automáticos dos fornos eram por meio de cristais piezelétricos, sem precisam ligar na tomada. Nossos avós eram mais espertos). Quando carros elétricos se tornarem populares, este consumo será maior. Quem vai gerar tudo isso?

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Jardins urbanos podem ser nocivos à saude humana

Nossas raízes evolutivas nos faz gostar de prados, savanas e uma ou outra arvorezinha. Gostamos de terrenos amplos, aconchegantes e do verde. Verde acalma, verde nos deixa em paz, verde é usado em semáforos e lousas por causa disso (até que algum idiota resolveu implantar quadro branco, e assim começou o declínio da Humanidade).

Inventamos a agricultura e isso facilitou a nossa vida. Criamos vilas,  cidades-estado, reinos e até impérios. Hoje, voltamos a essas raízes cultivando uma hortinha em casa e, em escala muito maior, agriculturas urbanas, isto é, bem no meio da cidade. Mas parece que isso tem o seu preço, também. Sempre tem um preço a se pagar.

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Descobertos vestígios de antiga civilização em Atacama

O deserto de Atacama é um dos lugares mais secos da Terra. Ele está na América do Sul e seu território passa pelo Peru, Bolívia, Argentina e Chile. Normalmente, as pessoas, logo que ouvem "Peru", pensam em Macchu Picchu, aves galiformes ou anatomia masculina. Não é um país rico e, por causa disso, a vida lá é dura; entretanto, a arqueologia lá encontra coisas maravilhosas e não estamos falando dos edifícios, mas de outra civilização. Uma comunidade agrícola parece ter vivido lá pelas bandas do Atacama, entre os séculos IV e VII da Era Comum.

Quem eram e o que faziam por ali? É o que cientistas procuram entender.

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O custo dos acidentes

Em 2008, os acidentes de trânsito no Estado de São Paulo provocaram 8.698 mortes e custaram R$ 35,8 milhões ao Sistema Único de Saúde (SUS). Conforme dados da Secretaria de Estado da Saúde, mais da metade das vítimas era pedestres com mais de 60 anos. Na capital, onde se concentra um terço da frota do Estado (19,2 milhões de veículos), foram registradas 1.463 mortes no trânsito. Diminuiu o número de pessoas que perderam a vida em acidentes com automóveis, mas as mortes em desastres com motos aumentaram de 345 para 478 casos – quase 2 por dia, considerando a média de 250 dias úteis no ano.

Cidades podem ter fazendas verticais no futuro

E se a expressão “comida local”, em Nova York ou Xangai, quisesse dizer obter verduras e legumes frescos a cinco quarteirões de distância? E se os arranha-céus crescessem fora da grade das ruas, como torres verdejantes e auto-sustentáveis nas quais os elegantes moradores urbanos cultivariam sua própria comida?

Dickson Despommier, professor de saúde pública na Universidade Colúmbia, em Nova York, espera transformar em realidade sua visão de “legumes no céu”. O projeto predileto de Despommier é o da “fazenda vertical”, conceito que criou em 1999 com os alunos de pós-graduação em sua classe de ecologia médica, o estudo investigou como o meio ambiente e a saúde humana interagem.