O filho de Leto estava adormecido, na escuridão. Uma vergonha para quem simboliza o Sol e a luz da Verdade. O irmão de Ártemis estava lá, esquecido, até que o poderoso rei dos Deus ergue-se em toda a sua estatura e ordena. Que o filho de Zeus venha das profundezas e que o Sol brilhe em sua fronte.
E como os deuses são caprichosos, Zeus fez de seu instrumento um simples pescador, que ergueu um dos deuses primordiais do reino de Posseidon e levou-o para casa, sem saber que ali havia 500kg de cultura e 2000 anos de História.
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Vincent van Gogh era um gênio, apesar das pessoas se lembrarem mais dele em seus períodos de surto, cortando nacos de sua orelha por causa de uma discussão com o neurastênico do Gauguin. Como aconteceu com a maioria dos grandes gênios, ele só foi reconhecido depois de morto. Seu irmão Théo foi quem, por pena, comprava as obras do holandês maníaco-depressivo. Van Gogh, entretanto, via o mundo à sua volta e um dos maiores nomes do impressionismo deixou sua marca através de longínquas fornalhas nucleares, cujo brilho frio chegava até aqui após de milhares de anos viajando pela frio espaço interestelar.
O Homem sempre foi visto como uma máquina perfeita, apesar de estar bem longe disso. Além de uma coluna vertebral tosca, que cismou de ficar ereta, ganhando dores nela, além de partos mais dolorosos ainda; além de termos uma visão ridícula e um sistema olfativo que faz qualquer cão deitar, rolar e cair na gargalhada, além de vivermos mais e mais, dando tempo de aparecer doenças neurodegenerativas. Nosso corpo não é a oitava maravilha do mundo. Não é nem a 9.000.000ª maravilha.
Nossos olhos são mal feitos. Eles insistem em brigar com nosso cérebro, outra gambiarra que mal funciona direito – e sim, eu sei que ele já é maravilhoso, mas mesmo assim é uma gambiarra mal acabada. Quando os dois se juntam, eles acabam saindo na porrada, pois um capta uma coisa, e o outro interpreta de outro jeito. Quando é mostrado que o outro jeito é errado, há quase um curto circuito cerebral, e isso podemos mostrar com um Cubo de Rubik, o famoso Cubo Mágico.
Depois quando falamos que asiáticos são uma espécie à parte, falam que é racismo e xenofobia. Seria se eles fossem, sei lá, um bando de idiotas que ficam rebolando em trajes minúsculos sob sons guturais e com letras fazendo apologia a drogas e sexo explícito. Song Hojun não é lá bonito, não tem coxa grossa e não seria bem-vindo nos bailes da Verônica Costa. Desiludido, ele resolveu criar um satélite de sucata.
Eu sempre percebi a enorme tendência de tudo que é religioso descambar pra Lei de Godwin, mas tem coisas que chega ao cúmulo do ridículo. Um belo exemplo disso foi trazido até meus humildes olhos pelo artista italiano Giuseppe Veneziano, que não tinha muito o que fazer (e provavelmente o gnocchi acabara) e resolveu usar de seus dons artísticos para retratar una piu bella madonna. O problema é que ao retratar a Nossa (dos católicos, e não minha) Senhora, ele colocou Adolf Hitler – o austríaco psicótico – no colo da santa(?) senhora. Conclamo todas as legiões de leitores à minha presença, pois aqui temos mais uma SEXTA INSANA!
Nem só de DaVinci e Michelângelo vive a arte sacra. Alguns artistas também enveredaram para a retratação de passagens religiosas, ainda mais no Cristianismo; mesmo porque, o Islamismo proíbe que que sejam retratadas figuras de seres vivos, e se for de Maomé, danou-se: Homem-Bomba na certa!