Mesmo baixo consumo de álcool pode acarretar fibrilação e um AVC de brinde

Você curte um vinhozinho nas refeições, né? Ouviu aquela história do seu tatatatataravô que sempre tomou uns vinhos e por isso viveu até os 166 anos, certo? Daí você mete a cara na manguaça e ainda tem a páchorra de dizer “é pra fins medicinais”. Pois bem, você se ferrou!

Uma nova pesquisa mostra que mesmo o consumo moderado de álcool ainda pode ferrar com a estrutura do coração, aumentando o risco de fibrilação atrial. Parabéns!

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Você é um bebum irresponsável? Culpe seus genes

Você é daqueles pé-de-cana, cachaceiro, bebum, manguaceiro, adora uma birita, tem pé inchado e é apontado como pudim de cachaça? Não fique triste. Ou fique, já que seu estadoé lastimável. Mas isso não implica que a culpa seja inteiramente sua (não que você não tenha uma parcela de culpa, é claro). Sua tendência a se autodestruir por vias alcoólicas esta escondido bem no seu fundinho.

Não na sua bunda, mas nas profundezas do seu DNA, conforme aponta pesquisadores finlandeses.

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O impacto do álcool na adolescência

Uma nova pesquisa realizada por cientistas da Universidade de Washington trouxe mais uma comprovação do que todo mundo já sabe – ou, pelo menos, deveria saber: excesso de álcool na adolescência acarreta em adultos idiotas. Bem, não necessariamente nessas palavras, mas o resultado foi bem claro ao afirmar que o abuso de bebidas alcoólicas na adolescência pode ter efeitos danosos no processo de tomada de decisão na vida adulta.

Para horror do Robson, a pesquisa foi realizada com ratos adolescentes; mesmo porque, ninguém quis servir de cobaia, como sempre. Até acredito que quiseram usar aqueles adolescentes imundos que perambulam perto de sarjetas, ao Deus dará, mas ainda temos certas normas de civilização e os ratos… bem, são ratos. Reproduzem rapidamente e crescem numa velocidade maior que seres humanos, demorando menos empo para termos resultados. Merda acontece, Robson. Continuar lendo “O impacto do álcool na adolescência”

Aprendendo mais sobre o efeito placebo em alcoólatras

Num recente experimento, realizado pelo Dr. Ben Colagiuri da Universidade de Sidney, Austrália, e seus colegas, uma amostra de pacientes dependentes de álcool receberam naltrexona, acamprosato ou placebo durante 12 semanas. Embora não houvesse diferenças de resultados entre os grupos de tratamento, aqueles que acreditavam que tinham tomado medicação verdadeira consumiam menos bebidas alcoólicas e relataram menor dependência do álcool e cravings. O estudo foi publicado na Psychoterapy and Psychosomatics. Continuar lendo “Aprendendo mais sobre o efeito placebo em alcoólatras”