Em épocas festivas como a atual, peregrinos de várias partes do mundo vão visitar a terra de Jesus: Belém, apesar de ele não ser bem originário de lá. Só que parece que havia mais de uma Belém. Afinal, qual é a Belém mencionada no relato evangélico e, mais importante, onde Jesus teria nascido a ponto de ser encarado como Messias mediante as predições messiânicas?
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Bem-vindos, queridos. Quero que se sintam bem; peguem uma poltrona, há bebidas para todos. Todos vocês podem descansar, não há mais preocupações, não há mais dores de cabeça ou contas pra pagar. Sentem a leveza? A brisa soprando? Este é o mundo definitivo, mas não no seu conceito de mundo, queridos. Meus enviados avisaram com antecedência o que ia acontecer, não sei por que essa cara de espanto. Agora é que sua vida começará e nos encarregaremos disso, podem ter certeza.
Tão chatos quanto aquele bando de crente inconveniente que vem bater às 7 da manhã num domingo para que você ouça a Boa Nova — que está mais que velha — são os ateus de fim-de-semana, um bando de idiotas que só porque leram Deus, um Delírio (um livro chato e risível do ponto de vista de alguém que leu sobre a história dos mitos) acham que podem se dar o luxo de "exorcizar" (deliciosa escolha de palavras, hein?) qualquer tipo de festejo religioso da humanidade.
O problema do mundo é quando a ficção se torna realidade. Já temos um mundo onde castas se acham superiores e somos adestrados a sentimo-nos felizes em nossas condições. Há leis cuja nomenclatura muda de nome, criando um novo idioma, uma nova língua, em que as coisas deixam de parecer o que realmente são. Pré-cogs parecem, não estar longe e vemos que a cultura virou inimiga do Estado, e a saída é queimar livros.
Fim de um mês, início do outro, 13º depositado, salário prestes a vir e as minhas merecidas férias se avizinham. O que poderia ser melhor que isso? Talvez um bando de lunáticos enchendo o saco, com as mesmas insanidades de sempre. Tem horas que eu realmente me pergunto se não é de propósito na base do "Mãe, ó eu na Vos dos Alienados!". Bem, se é isso, quem sou eu para criticar? Essa é a versão domingueira da sua série favorita: VOZ DOS ALIENADOS!
De pé, ó vitimas da fome. De pé, famélicos da terra. Da ideia a chama já consome. A crosta bruta que a soterra!
Deixe-me correr para corrigir o erro do título. Eu estava vendo a listagem de cabeça pra baixo. Mal aí, gente! Mais uma vez, nós mostramos a que viemos: sermos chacota no cenário mundial, mas parece que ninguém se importa. Por que alguém se importaria? Tal aconteceria se Educação fosse algo mais prioritário que verificar se acabou a lata de leite condensado.
O mundo é doido, sabemos disso. Hades tem hora que deixa as pessoas de rédea curta e Samhain esqueceu de pegar sus filhotes no dia 1º. O último exemplo de coisas doidas que acontecem por aí é o caso da sueca que está indo a julgamento. Sua relação com corpos não é bem no mesmo nível que os filmes do James Cagney fazem supor (pronto entreguei a idade). No caso, ela tem um caso com as ossadas e o pessoal quer a cabeça dela ("dela/dela" e não "dela/do esqueleto") por "perturbação dos mortos".
O problema dos malucos é que eles não precisam se ater em barreiras consideradas desnecessárias, como noção da realidade. Eles mesmos se levam a sério e isso normalmente não acaba bem desde que algum idiota resolveu que invadir a Rússia era uma boa ideia. Bem, Napoleão se ferrou naquela, para mais tarde acabar na famosa posição na qual perdeu a guerra para o Duque de Wellington.
No Rio de Janeiro costuma-se dizer que a diferença entre polícia e bandido é a farda. Longe de mim generalizar assim, mas eles bem que dão motivo às vezes. O caso de hoje não aconteceu hoje e sim na quarta-feira, 24/10, onde um PM resolveu que escola pública é a casa da mãe Joana (é, mas ninguém precisa saber disso) para dar esporro nos alunos, defecando e se locomovendo se tinha professor em sala.