Eu já esperava por isso. Esse é o mal de lidar com líderes religiosos: são sempre previsíveis, e as notícias acabam ficando sem graça. O Império do Mal Vaticaniano “congratulou” (my ass) a conquista dos pesquisadores do Instituto Venter, ao criarem primeira bactéria com genoma sintético. Mas religiões não seriam religiões se ficassem só nas congratulações e usaram o Argumento da Barata, ao morder depois de assoprar. Segundo “autoridades” (sabe-se lá em que) disseram que a descoberta poderia ser um avanço positivo se corretamente usado, mas avisaram aos cientistas que só Deus pode criar a vida, como coisa que alguém liga para ameaças. Se fosse assim, os cientistas estariam com todos os seus problemas resolvidos, depois que Javé os enchesse de hemorroidas de ouro.
Esta é a segunda edição da sua SEXTA INSANA!
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O Malauí é um lugar MA-RA-VI-LHO-SO. Qualquer um que vá morar lá sente-se como se estivesse na Suíça. Melhor! Aquele lugar incrivelmente estupendo é lar de
2010 é realmente o ano que fizemos contato. O ser que apareceu e disse “olá” não é verde, não tem escamas, não tem sequer um corpo. A bem da verdade, o ser que apareceu é apenas um punhado de células, mas células especiais, pois cientistas do J. Craig Venter Institute apresentaram a primeira célula controlada por um genoma sintético, isto é, o genoma dessa célula não é natural e sim sintetizado em laboratório. Será este o momento que dará início aos replicantes? Harrison Ford começará a caçar renegados? Ou será um evento memorável na história da ciência, quando teremos tecnologia avançada para resolver problemas ambientais? É cedo dizer, mas os chineses dizem que toda longa jornada começa com um primeiro passo.
De acéfalos eu não espero grande coisa em termos de ideias e argumentação. Tais idiotas só servem de escárnio e alvo de chacota. Mas quando lidamos com pessoas mais, digamos, esclarecidas (se é que realmente o são) falando merda, devemos puxar o freio de mão e dizer: WHAT PORRA IS THIS? Falo isso pois em
Agora é o momento de entrarmos em pânico! Os malditos cientistas, na sanha de tentar reverter a ordem natural das coisas, criaram o prenúncio do Skynet. Nós, seres humanos, estamos ferrados, nossos senhores em breve dominarão a nossa vontade e ficaremos iguais a formigas, servindo aos nossos mestres-robôs. Isso porque os primeiros nanorrobôs feitos de tiras de DNA já deram o primeiro passo, selando o nosso destino. Ao longe, ouvimos o berro enlouquecido bradando: IT’S ALIVE! IT’S ALIVE! Santa Sarah Connors, rogai por nós, pecadores.
As pessoas são extremamente burras de um modo geral. Vemos isso todos os dias, onde percebemos que larga maioria insiste em fazer algo de maneira errada, SABENDO que é errado, mas mesmo assim o faz por pura teimosia idiota.
Entra semana, sai semana. Começamos mais uma sessão, onde o reino de Mordor abre seus portões maléficos e uma turba de orcs acéfalos conseguem escapar, cavalgando em trolls sem-noção. Wargs desistiram de passar por aqui e, por isso, os elfos estão entediados. Entretanto, ainda aparece uma ou outra sandice que merece ser postada, e hoje, nós temos duas pelo preço de uma. Enjoy yourselves!
Um rapaz de 17 anos começou a mudar de comportamento, julgava a família, protestava contra a mãe e os irmãos e as pessoas próximas. Junto a isso começaram a desaparecer as coisas que a família tinha em casa como eletrodomésticos e dinheiro.
A resposta, como na maioria dos grandes mistérios da humanidade (ok, não é um graaaaaaaande mistério, mas é interessante saber), a Lua sempre nos fascinou; e uma das coisas fantásticas sobre ela é o fato dela parecer maior quanto está próxima ao horizonte do que quanto está no zênite, isto é, bem acima de nós. Este é o primeiro de vários artigos explicando coisas simples, curiosidades que envolvam a ciência, perguntas que quando somos crianças não temos medo de fazer, mas quando adultos ficamos com vergonha, pois seria (em princípio) algo que as pessoas pensam que todos deveriam conhecer. Esta é a série “O Livro dos Por quês”.
A presença da ciência em nossos dias é o que se chama de truísmo – uma verdade tão clara que enunciá-la se torna uma redundância das mais desnecessárias. Ninguém negaria que vivemos em um mundo em que os frutos da ciência cada vez mais se tornam presentes em nossa vida cotidiana. E esses frutos não se limitam a essa gama de ferramentas da vida prática e material que o desenvolvimento da tecnologia possibilitou. Mais do que isso, adentram o mundo do pensamento e das visões de mundo.