Cientista holandês cria o primeiro robô andarilho estável

Essa coisa esquisitona aí do lado não é nenhum alienígena sem os braços. Trata-se de Flame, um robô desenvolvido pelo do Departamento de Engenharia Biomecânica da Universidade Tecnológica Delft, Holanda, e que é o primeiro robô que consegue andar com alto grau de estabilidade e que não consome grande quantidade de energia. O seu modo de locomoção simula a forma humana de caminhar e poderá pessoas com dificuldade para andar a recuperarem parte de seu movimento.

Embora já existam robôs bípedes desde os anos 1970, pouquíssimos deles imitam realmente a forma de andar do ser humano, justamente pela sua complexidade. Flame – como foi batizado – é capaz de realizar uma caminhada sobre duas pernas de modo semelhante ao dos seres humanos (veja vídeo abaixo), o que pode auxiliar pesquisadores a entenderem melhor como as pessoas realizam esse movimento. O robô poderá ser usado no desenvolvimento de equipamentos de reabilitação e treinamento de pessoas com deficiência motora em razão de acidentes ou derrames cerebrais. Continuar lendo “Cientista holandês cria o primeiro robô andarilho estável”

Ajude na pesquisa sobre o funcionamento da religião no cérebro

Áreas do CérebroSam Harris procura voluntários para responder questionários que servirão de base para um estudo com Ressonância Magnética Funcional sobre fé e suas respostas neurológicas.

Respondendo os quatro questionários on-line, você pode ajudar Sam a ter uma amostra maior, para então fortificar as suas observações iniciais.

Para responder aos questionários, clique aqui.

Eu já fiz a minha parte! :)


Adaptado do Portal Ateu

Besouro brasileiro tem a chave para computadores ópticos do futuro

Computadores ópticos ultra-rápidos têm sido um sonho dos cientistas há muito tempo. Mas eles não têm tido sucesso até agora principalmente por não serem capazes de fabricar um cristal fotônico ideal, capaz de manipular a luz visível.

Agora, uma equipe de pesquisadores da Universidade de Utah, nos Estados Unidos, acredita ter encontrado o cristal fotônico ideal já pronto, na natureza. Mais especificamente, na carapaça de um besouro brasileiro, o Lamprocyphus augustus.

“Parece que uma criatura tão simples quanto um besouro nos forneceu uma das estruturas mais sonhadas pela tecnologia para a construção da próxima geração de computadores,” afirma o professor Michael Bartl. “A natureza tem formas simples de construir estruturas e materiais que ainda não podem ser fabricados com nossas estratégias de engenharia e nem com nossos instrumentos de milhões de dólares.” Continuar lendo “Besouro brasileiro tem a chave para computadores ópticos do futuro”

Cientistas acham registro mais antigo de sexo entre vertebrados

A besteirada dos criaBURRIcionistas ganhou de presente mais um headshot! Um grupo de cientistas australianos descobriu um fóssil de placodermo de 380 milhões de anos prestes a dar à luz. Caso você não saiba, os placodermos representam uma classe de peixes pré-históricos. A sua principal característica, que lhes deu o nome científico de Placodermi, era a cobertura da cabeça e tórax por armaduras articuladas de placas dérmicas. O resto do corpo podia estar, ou não, coberto de escamas. Os placodermos foram um dos primeiros grupos de peixes a desenvolver dentes e mandíbulas, que evoluíram provavelmente a partir dos arcos branquiais.

Os exemplos existentes de fósseis de animais no momento de procriar são extremamente raros, e este novo espécime retrocede em 200 milhões de anos a data recorde de um nascimento que se tem conhecimento. Com cerca de 380 milhões de anos, o material antecipa em 200 milhões de anos os registros de fertilização interna e da capacidade de parir filhotes vivos gerados dentro do corpo da mãe. O peixe pertence a um novo gênero e foi encontrado em um sítio no oeste da Austrália. Continuar lendo “Cientistas acham registro mais antigo de sexo entre vertebrados”

Cientistas de Princeton capturam nascimento de supernova

Supernova 2008dCientistas da Universidade de Princeton, nos Estados Unidos, captaram o momento exato do nascimento de uma supernova (explosão de uma estrela), um acontecimento do qual só se tinha imagens de horas ou dias depois após sua ocorrência. A informação é de um estudo publicado nesta quarta-feira (21) pela revista científica britânica “Nature”.

Supernova é o resultado da explosão de uma estrela, que pode se tornar muito mais brilhante que o Sol, antes de perder força gradualmente. Durante seu período de máximo brilho, a estrela pode iluminar toda uma galáxia. Continuar lendo “Cientistas de Princeton capturam nascimento de supernova”

Conheça o observatório mais poderoso do mundo

A 2.600 metros de altitude, o observatório em Antofagasta é o mais potente do mundo, usado para bisbilhotar fora do Sistema SolarSão 300 dias por ano que não chove nem uma gota d’água. A cidade mais próxima fica a duas horas de ônibus –um pouco menos, se você estiver voltando, porque é descida. Apenas 15 pessoas moram nesse lugar. Por mais inóspito que possa parecer, não estamos falando de Marte, mas do observatório de Paranal, em Antofagasta, no Chile, no começo do deserto do Atacama, a 2.600 m de altitude.

Lá fica o mais potente telescópio do mundo, com lentes de 8,2 m de diâmetro, que são usadas para comprovar a existência de planetas fora do Sistema Solar. Para comparar, o Hubble, por exemplo, tem “apenas” 2,5 m de diâmetro. Continuar lendo “Conheça o observatório mais poderoso do mundo”

O ornitorrinco

Responda rápido: O que tem bico que nem ave, rabo de castor, olhos de toupeira, pé de pato, veneno nas esporas, anda que nem réptil, é peludo, coloca ovos semelhantes aos do lagarto e é mamífero? A resposta é a foto do rapazinho aí do lado e é uma grande dor de cabeça para os criaburricionistas e defensores do DI (Design Intelijumento). Se bem que há quem ache que caracóis são ótimos exemplos de uma obra de arte de um projetista tão inteligente que cria um animal que defeca na própria cabeça, mas isso é secundário.

O nosso amiguinho da foto é um ornitorrinco (Ornithorhynchus anatinus) e é uma das maravilhas da Evolução. Queira a crentalhada ou não, o ornitorrinco demonstra claramente que ele possui parentesco com diversos animais. O estudo sobre nosso amigo bicudo tem revelado muitas descobertas interessantes. Aqui aprenderemos um pouco mais sobre ele. Continue lendo »

O ornitorrinco

Responda rápido: O que tem bico que nem ave, rabo de castor, olhos de toupeira, pé de pato, veneno nas esporas, anda que nem réptil, é peludo, coloca ovos semelhantes aos do lagarto e é mamífero? A resposta é a foto do rapazinho aí do lado e é uma grande dor de cabeça para os criaburricionistas e defensores do DI (Design Intelijumento). Se bem que há quem ache que caracóis são ótimos exemplos de uma obra de arte de um projetista tão inteligente que cria um animal que defeca na própria cabeça, mas isso é secundário.

O nosso amiguinho da foto é um ornitorrinco (Ornithorhynchus anatinus) e é uma das maravilhas da Evolução. Queira a crentalhada ou não, o ornitorrinco demonstra claramente que ele possui parentesco com diversos animais. O estudo sobre nosso amigo bicudo tem revelado muitas descobertas interessantes. Aqui aprenderemos um pouco mais sobre ele. Read more »

Velas solares impulsionam sondas espaciais

Para os fãs do finado Arthur Clarke, esta notícia é um deja vu. Velas solares estão sendo testadas e avaliadas por agências espaciais de todo o mundo por representarem um meio simples e barato de propulsão para sondas espaciais de longo alcance, ainda que não se saiba até agora se elas realmente funcionarão e qual será sua capacidade de empuxo.

Uma equipe de cientistas finlandeses apresentou um novo projeto de vela solar que, segundo eles, deverá realmente revolucionar as viagens espaciais, liberando as sondas espaciais da necessidade de carregarem grandes quantidades de combustível. As velas solares tradicionais recebem esse nome porque são feitas de materiais finíssimos, lembrando as velas dos barcos. Só que, em vez de serem sopradas pelo vento, elas recebem um impulso tênue mas constante dos fótons da luz solar que as atingem. Continuar lendo “Velas solares impulsionam sondas espaciais”

Cientistas descobrem geometria da música

música das esferasA conexão entre música e matemática tem fascinado os estudiosos por séculos. Mais de 2000 anos atrás, Pitágoras descobriu que os agradáveis intervalos musicais podem ser descritos utilizando proporções simples. E a chamada musica universalis, ou música das esferas, emergiu na Idade Média por meio da idéia filosófica de que as proporções nos movimentos dos corpos celestiais – o Sol, a Lua e os planetas – poderiam ser visualizadas na forma de música, inaudível, mas perfeitamente harmoniosa.

Agora, três professores de música – Clifton Callender da Universidade Estadual da Flórida, Ian Quinn da Universidade Yale e Dmitri Tymoczko da Universidade de Princeton – descobriram uma nova forma de analisar e categorizar a música que aproveita a profunda e complexa matemática que eles descobriram imersa na sua estrutura mais interna. Continuar lendo “Cientistas descobrem geometria da música”