Adoro as quartas-feira. Além da notícia sobre o lagarto sem patas (que para os idiotas criaBURRIcionistas não passará de uma cobra ou alguma criação de Satã), trazemos mais uma dorzinha de estômago para os estúpidos acéfalos que acreditam em chuvaradas e que um deus tribal largou um barro e pulou um homem de lá.
Sempre encheram o saco sobre a ancestralidade dos pássaros e sua clara ligação para com os dinossauros, mas duas notícias mostram bem que tal ligação não só é verdadeira, como devidamente provada! Mal, aê, Sabino. Continuar lendo “A ancestralidade dos pássaros revelada”


Lembram-se do lavrador alemão que em julho se transformou na primeira pessoa a passar por um duplo transplante de braços? Nós noticiamos
O Império anda com o fiofó apertadinho. Ele teme que a Aliança Rebelde, formada por céticos, acabe se espalhando pela Galáxia. Ele convoca suas tropas e faz a única coisa que lhe cabe: falar, reclamar e estrebuchar, como todo bom religioso em desespero.
A Natureza é mais uma vilã! Ela, em conluio com os perversos cientistas, resolveu atacar as pobres Ovelhinhas do Senhor, defensoras da maravilhosa hipótese criaBURRIcionista. O que a Natureza fez de tão grave? Forneceu mais uma evidência para o fato do processo evolutivo! Se nem na Natureza podemos confiar, o que mais nos resta? Oh, Céus!
Para aqueles que possuem um mínimo de preocupação com o meio-ambiente (e, segundo piadinha do ENEM, até com o ambiente inteiro), esta notícia é mais do que interessante. É primordial!
A Terra foi formada há estimados 4,54 bilhões de anos, assim como os demais planetas do Sistema Solar. Lamento, pessoal, mas eu tinha que reafirmar isso. Podem chorar à vontade.
A Terra foi formada há estimados 4,54 bilhões de anos, assim como os demais planetas do Sistema Solar. Lamento, pessoal, mas eu tinha que reafirmar isso. Podem chorar à vontade.
Não tenho como expressar-me de outra forma: Arthur Clarke vence mais uma vez!
Vez por outra alguém consegue enunciar tão bem uma percepção ou uma idéia que, mesmo não sendo necessariamente verdadeira, tal enunciado ganha status de lei, como se fosse uma representação inescapável da natureza, como a lei da gravidade ou as leis da termodinâmica. Por serem freqüentemente mordazes e espirituosas, poderíamos chamá-las de leis epigramáticas.