Chegou a sexta-feira e temos que brindar nossos leitores com mais uma notícia bizarra, oriunda do melhor da estupidez humana, onde dois aborrecentes da cidade de Caiapônia imbecis resolveram exarcebar o uso de suas notocordas e se autoaplicaram um medicamento de uso veterinário.
Antes que os engraçadinhos perguntem, não. Caiapônia não fica perto de Ipuaçu, e sim no estado de Goiás.
Os dois debilóides de 16 anos tiveram esta “brilhante” idéia (com acento, dane-se) na quarta-feira (15/4) e ganharam de presente um estado gravíssimo, um indo parar no Hospital de Urgência de Goânia (ou seja, mandaram pro HUGO) e o outro pra um hospital particular (já deu pra notar que um deles era um zé ruela que quis imitar algum estúpido com certa condição financeira, né? Continuar lendo “Adolescentes param no hospital por usarem anabolizantes de uso veterinário”

Um pesquisador chinês radicado nos Estados Unidos desenvolveu uma nova forma para construir casas de bambu que nada deixa a dever às casas norte-americanas, construídas com placas de materiais compósitos, ou às casas chinesas, construídas de alvenaria. E, se a menção a uma casa de bambu lhe traz à mente uma choupana feita com bambus empilhados, é melhor pensar de novo e lembrar-se das tecnologias de processamento de madeiras hoje disponíveis e dar uma olhada nesta casa de bambu do século XXI – a foto ao lado mostra o protótipo construído com a nova tecnologia.
Uma hipótese histórica sobre o fim de uma linhagem de reis que dominaram a Espanha entre 1516 e 1700 – e da qual descende a família real brasileira – acaba de ganhar o apoio de evidências genéticas. Um grupo de pesquisadores espanhóis mostra que a alta frequência de casamentos entre parentes próximos pode ter levado à concentração de problemas genéticos nos descendentes da linhagem espanhola da dinastia Habsburgo e culminado com sua extinção.
Não, não é o que você está pensando. Não tem nenhuma sacanagem nessa notícia… Se bem que a vitima não teve essa opinião. O que aconteceu foi que uma dona-de-casa da Austrália flagrou o momento raro em que um sapo devora (no sentido de deglutição, mesmo) outro vivo. Em notícia trazida pela
Refutar criaBURRIcionista às vezes é divertido, mas tem hora que enche o saco ficar repetindo sempre a mesma coisa, ainda mais que esse pessoal parece que evoluiu de certos ofídios, já que são surdos e não enxergam muito bem, só movimentos (dos braços de pastor, balançando a Bíblia).
Um dos grandes problemas envolvendo ligas metálicas – e o terror dos engenheiros – é a corrosão. Além de muitos fatores químicos, físicos e ambientais, ainda existe o fator biológico, já que algumas espécies de bactérias também podem ser responsáveis pelo aparecimento de pontos corrosivos. As bactérias redutoras de sulfato compreendem vários grupos de bactérias que utilizam o sulfato como agente oxidante, reduzindo-o a sulfeto e podem gerar ácido sulfídrico (H2S). Elas são responsáveis por atacar muitas ligas metálicas, principalmente as baseadas em alumínio.
Refutar criaBURRIcionista às vezes é divertido, mas tem hora que enche o saco ficar repetindo sempre a mesma coisa, ainda mais que esse pessoal parece que evoluiu de certos ofídios, já que são surdos e não enxergam muito bem, só movimentos (dos braços de pastor, balançando a Bíblia).
Todo mundo sabe que a recuperação de uma cirurgia é um processo sobretudo dolorido. Isso porque, uma vez que passa o efeito da anestesia, o paciente tem de lidar com a dor de ter um corte ainda em processo de cicatrização. Mas e se o efeito anestésico não passasse até que a dor tivesse ido embora? É exatamente essa a meta de um grupo de pesquisadores dos Estados Unidos.
O ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, anunciou nesta segunda-feira (13/04) que as usinas termelétricas movidas a carvão e óleo terão que plantar árvores para compensar a emissão de dióxido de carbono (CO2) durante o processo de geração de energia elétrica.
Não conheço um autor de ficção científica que não use o método de hibernação para astronautas em suas histórias. Desde Alien – o 8º Passageiro até Eclipse Mortal, passando pelo Fim da Infância, de Arthur Clarke, entre muitas outras obras, usam esse artifício. Mas por quê?