Costumo dizer que jornalista falando de Ciência é a mesma coisa que tartaruga tentando costurar. Entretanto, tem algo pior que isso: designers. Eles não só falam besteira, como desenham besteiras e o mundo de idiotas replicam o monte de merda que estes imbecis inventam. Um perfeito exemplo é a tal “Biolamp” (não confundir com sua homônima), inventada por um dizáiner húngaro, que promete revolucionar tudo o que sabemos sobre poluição atmosférica e nos dar ares mais limpos.
Obviamente, eu não tenho nada contra sistemas anti-poluição, mas devemos ter cuidado com as inovações. Uma das frases que eu mais gosto é a do Marcelo Gleiser, que diz “Se sua teoria vai de encontro a todas as leis da Física, você pode estar certo. Se sua teoria viola apenas a Segunda Lei da Termodinâmica, ela estará invariavelmente errada”.
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Para quem não se lembra, o Efeito Mpemba foi observado pela primeira vez por
Eu sou do tempo do bom e velho Atari. Ganhei corridas no Enduro e detonei geral no River Raid. Nenhum invasor do espaço passava pelas minhas defesas. Com o tempo, os video-games evoluíram, mas não a ponto de sua vontade se sobrepujar à dos seres vivos inferiores, como bactérias, protozoários e aborrecentes orkutianos… até agora.
Dizia Carl Sagan que afirmações extraordinárias requerem evidências extraordinárias. Isso é, ao que parece, algo que um psicólogo da Universidade de Cornell tenta estabelecer ao afirmar que possui provas demonstráveis que, sim, é possível que algumas pessoas apresentem poderes de Mãe Dinah. Isso seria uma prova que há mais coisas entre o Céu e a Terra do que julga a vã filosofia dos toscos filósofos que não fazem nada na vida do que pensar besteira? Ou será que isso é coisa de pseudocientista (eu já falei que Psicologia é pseudociência, né?) que tenta arduamente criar evidências que não existem? Joguem suas moedas para cima e apostem em qual dos dois estão certos. A moeda do Cet.net sempre cai de lado, posto que algo só é verdadeiro por comprovação independente. E aqui começa a roda da Ciência.
A série Grandes Nomes da Ciência é uma das que eu mais gosto. Principalmente quando jovens mostram-se com poder de observação incrível e deduções espetaculares. Não se conformam com "ah, é assim porque deve ser" e pronto, como foi o caso da
O vidro pode ser considerado como uma das mais belas invenções do homem, sendo não só agradável aos olhos, como ao toque. Sua beleza fascina as pessoas há muito, muito tempo. Desde milênios até a data atual, nada se compara ao vidro, cuja origem de sua descoberta perdeu-se nas brumas do tempo. Aprendemos a manipula-lo de diversas formas e ele marcou fundo a história da civilização. São tantos os seus tipos, tantas as suas aplicações, que mal paramos para refletirmos o que é o vidro e como ele pode ser o que é.
Imagino a sua cara do tipo poker face, perguntando-se: "Ahan, e daí?". Se não está assim, está com cara de feliz, abanando o rabinho e dizendo "Eu sabia, Yupiiiiiiiiiiiiii!!!!!!!!". Há ainda aqueles que estão vociferando por aí gritando "Não! Não! Não!". Alguém consegue imaginar qual é a minha expressão? Dou uma pista: A imagem ao lado. Mas parece que eu sou o único vulcano na área, pois sinceramente não sei porque este estardalhaço em uma notícia idiota e pra lá de óbvia: "O Papa diz que quem foi o responsável pelo Big Bang foi Deus"
Hoje é o último dia do ano. Esta é uma forma idiota de começar uma mensagem de fim-de-ano, posto que estou falando o óbvio. Eu poderia começar a mensagem declamando Shakespeare, citando uma frase idiota como a de um título de filme ou simplesmente indo direto ao assunto. Tenho o direito de ficar pensativo sobre o que escrever, como escrever e a forma adequada a escrever e descrever sobre este ano.
Mais cedo ou mais arde, em qualquer debate sobre Evolução em contraposição a pseudociências chega sempre o pseudoargumento que o sistema imunológico meio que apareceu do nada. Se fosse assim, organismos simples não o apresentariam, mas não é bem o caso. Este é o foco de estudo do