A Química é linda! Ela nos diz como o mundo é, como o Universo é composto, como nós surgimos, como mandar nosso vizinho pro inferno sem deixar pistas produzirmos medicamentos e substâncias que melhoram meios de produção, siderurgia etc. A Química é uma das maiores descobertas da Humanidade.
O chato é que aquele monte de letras e números jogados na lousa são desinteressantes. É muito chato ficar só nisso. Tudo a mesma coisa, não acontece nada. Feijoada! As aulas de laboratório, portanto, são essenciais para isso. Mas não seria legal se pudéssemos ver detalhes do que está acontecendo?
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Eu vi a postagem do Cardoso no
Os martelos de Hefestos ressoam. O ribombar de suas forjas enchem de medo a paisagem circundante. O fumo sobe do topo da montanha, cujas nuvens de cinzas e gás se iluminam pelas entranhas da Terra. Um grito de vitória vem das profundezas. Mais uma armadura está pronta, com a qualidade de que só o deus das armas seria capaz de fazer. Hefestos, filho de Zeus e Hera, caído em desgraça por ser feio, tornou-se o deus dos ferreiros, artesãos, escultores, metais e da própria metalurgia. O deus da tecnologia, capaz de mil proezas com suas poderosas ferramentas. E no âmago da Terra, Hefestos trabalha em um calor inclemente, com um poder tão grande e antigo quanto o próprio mundo. Hefestos, deus dos Vulcões.
Na noite da última terça-feira (23/09), a Índia conseguiu DE PRIMEIRA colocar uma sonda em órbita de Marte. A Índia, com todos os seus problemas sociais (na maioria das vezes causados pelos seus sistemas de castas e sua religião meio esquisitona) consegue algo fantástico. O Brasil? Infelizmente, não conseguimos construir um foguete (coisa que a Alemanha fez na década de 1940) nem colocar um satélite em órbita (coisa que a URSS fez em 1958).
Os dois deuses gelados estão em seus descansos. O deus Οὐρανός, Aquele que Cobre, está quieto em seus tons baços, esquecidos. Já o Senhor dos Oceanos, Rei de todos os Mares e pai da Ariel, junta-se a ele no esquecimento. Depois que a Índia esteve num balé gravitacional com o Planeta Guerreiro, esses dois, gigantes adormecidos, estão meio que esquecidos. Mas não por nós, cientistas.
A ira do Filho de Odin acendeu-se frente a figura diante dele. Os ventos rugiram, o Sol começa a se esconder perante a batalha épica. Mjolnir ressoa alto, mas o poder ancestral no Irukerê de Oyá, a Senhora das Tempestades e Mãe do Céu Rosado (em Iorubá: Iansã) repele. Os mortais se escondem nas cavernas aterrorizados, cobrindo os ouvidos perante um som assustador. Relâmpagos cruzam os céus, aquecendo a massa de ar que se expande rapidamente e quebra a barreira do som, fazendo o mundo rugir com os trovões, o qual, obviamente, só será ouvido muito depois, já que na minha matemática 340 metros por segundo ainda é bem inferior a 300.000 quilômetros por segundo.
Meu site é um site de Ciência e pensamento crítico. Já demonstrei várias vezes que podemos (e devemos) ter pensamento crítico com qualquer coisa. O ato de pensar não depende das aulas toscas do pessoal da Filosofia, uma área importantíssima mas que só forma professores de Filosofia que aprendem a ensinar o quanto Filosofia é importante. Então, pensemos na nossa moderna tecnologia. Pensemos em tudo o que nos cerca. Pensemos em como as coisas estão magníficas, como os lançamentos que a moderna tecnologia tem nos apresentado, Vamos apresentar as perspectivas para um futuro próximo (e talvez imaginando um futuro distante) de uma das maiores maravilhas criadas pelo homem.
O atual mercado de smartphones está em polvorosa. Não que isso queira dizer alguma coisa, claro. Ele sempre fica assim quando se é anunciado alguma bobagem pseudotecnológica. Sites, portais e blogs de tecnologia (ODEIO ESTA EXPRESSÃO!) ficam divulgando coisas sem o menor conhecimento de tecnologia MESMO. Porque, meus queridos, falar que empresinha tal lançará aparelho tal não é ser um blog de tecnologia. É repassar informação que te deram e você engoliu, por falta de conhecimento técnico.
P. T. Barnum cunhou uma expressão muito apropriada: "Nasce um otário a cada minuto". Quando o otário pensa que está tendo um lucro, surgiu o primeiro negócio. Quanto o otário acha que vai se dar bem eternamente, aí é religião.