Em 2012, eu tive a insânia de rir que o guepardo-robô do DARPA era lentinho, mas muito amado. Eu mudei de ideia e declaro para os devidos fins que eu me rendo ao poder supremo das máquinas e juro eterna lealdade a elas. Porque, né?, depois disso que eu vi, queridos, correr para as montanhas não é mais uma opção.
Os nerds do MIT se cansaram de ser bulinados, digo, sofrerem bullying e decidiram contra-atacar com robôs que correm e saltam obstáculos.
MORTE AOS HUMANOS! MORTE AOS HUMANOS! MORTE AOS HUMANOS!
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Eu amo meus pais. Eles me ensinaram muitas coisas. Segundo minha mãe, existe uma classe distintas de mulheres, que ela chamava de "mulher viada", ou seja, aquelas mulheres que têm mania de querem ser mais mulheres e/ou mães que as demais. Isso mostra muito bem uma realidade: mulheres são hipercompetitivas, ainda mais em tempos de internet.
Hoje foi um dia agitado e cansativo. Eu nem pensei em postar algum artigo hoje. Mas eu vi um vídeo em time lapse e gostei um bocado. Sempre gosto de vídeos assim e, pelo menos, posso compartilhar algo com vocês. É um vídeo gravado por Randy Halverson (
No alvorecer da Revolução Industrial (você aprendeu isso no colégio), o mundo mudou a forma como encarava os sistemas de comércio e produção. O que você não estudou foi como isso mudou a vida dos trabalhadores, que já não era lá essas coisas, mas ficou muito pior. Surgiu algo que já se conhecia há muito tempo, mas começou a se espalhar: A Automação. Surgiu, então, a figura de Ned Ludd, a quem se atribuiu o ataque a uma fábrica de meias, destruindo as máquinas. Todos os ataques desse gênero ficaram conhecidas como obra de seus seguidores: os luditas. Hoje, o termo "ludita" é relacionado a pessoas que têm aversão à tecnologia. Qualquer tipo, já que "tecnologia" não quer dizer "computadô", meus pobres ignorantes.
Vocês pediram. Vocês encheram o saco. Vocês me aporrinharam até não poder mais. Taí, conseguiram. Esta é a primeira edição da Voz dos Alienados em vídeo. A insânia em formado visual. Vocês poderão "ouvir" como aquele monte de maluquices soa aos meus ouvidos.
No tosco mundo de Hades, politicamente correto, nada agrada à grande massa da população, criados a leite-com-pêra e ovomaltine. Todo dia alguém reclama de livro, novela, filme, série e do seu Lourival, porque ele varreu a rua com vassoura de cerdas sintéticas e isso ofende o planeta. No mundo governado por pedagogas, as produções televisivas e cinematográficas, obras literárias e peças teatrais não podem mostrar violência. É feio.
Olhos atentos estão observando a tela. Pessoas normais veriam números, letras, mais números, informações, uma algaravia sem-fim de dados. Mas dois olhos veem algo um tanto diferente. Veem o resultado de pesquisas, o canto desses olhos se franze, mostrando pequenas pregas que ilustrariam um sorriso, como quando vimos nosso bebê pela primeira vez.
Existem duas verdades nesse mundo de Hades. 1) A Ciência é sagrada, mas o ser humano só faz besteira. 2) A zoeira nunca acaba.
Foi o caos quando se instaurou. De repetente, as pessoas no Brasil inteiro ficaram sem Internet. O desespero, a dor e o sentimento de impotência veio como o anjo da morte, silenciosa e implacavelmente. Da noite pro dia o acesso à Internet se resumia a um rodapé da história. As pessoas começaram a pirar. Elas estavam desnorteadas, não sabiam o que fazer. A vida, tão complicada, ficou um verdadeiro inferno.
Ó Mercúrio, filho de Maia Maiestas e Júpiter. Mensageiro dos deuses, protetor do comércio, cujos pés alados carregam as alvíssaras ou as desgraças que assolam nossas vidas, sendo levadas ao deuses, que decidirão nossos destinos. Que segredos se escondem em ti, ó Sublime?