O modelo Kubler-Ross foi criado por Elisabeth Kübler-Ross e também é chamado “modelo do sofrimento”. Ele mostra através de passos coo lidamos com perdas profundas ou depressão, passando por vários estágios. Um exemplo disso são professores, que sempre acabam entrando em franca depressão, mediante as cobranças inerentes à profissão, ou nem tão inerentes assim, mas parece que sempre tem um sádico para fazer de tudo para acabar com a auto-estima desses profissionais. Como seria o Modelo Kübler-Ross para professores?
Categoria Comunicações
H.E.S.S. : o buscador cósmico de raios gama sem ser um cara verde

H.E.S.S. é o acrônimo do Sistema Estereoscópico de Alta Energia. Trata-se de um sistema é um sistema de última geração de análise de raios gama cósmicos baseado em Telescópios Atmosféricos Cherenkov. Ele não é verde nem fica irritado, senhor McGee, mas como telescópios de uma maneira geral já precisam de uma atmosfera muito limpa, com o H.E.S.S. não só não é diferente como precisa maior atenção dada a natureza do campo do espectro a ser analisado. Por isso, o H.E.S.S. foi construído na Namíbia.
O H.E.S.S. tem cinco telescópios, quatro com um espelho de pouco menos de 12 m de diâmetro, dispostos a 120 m de distância um do outro em um quadrado e um telescópio maior com um espelho de 28 m, construído no centro do arranjo, com uma das mais modernas tecnologias de telescópios, mas com um site podre.
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Divulgadores cientificos e sua bolha

Eu falei no vídeo da Torre de Marfim da Ciência: Nem cientistas gostam de ciência. Divulgar? Nem pensar, só gostam de ficar nas suas bolhas, tirando onda de quem é mais foda.
No Dia de Carl Sagan, USP vai apresentou mesas redondas, debates etc. Tudo exatamente a chatice que Carl Sagan não fazia quando queria falar com o povão. Mas divulgador se acha melhor que outro, então, o recanto é pra eles fazerem uma espécie de disputinha, não para divulgar ciência. Os que divulgam andam muito preocupados com a monetização, postando qualquer bobagem, falando que energia não existe e diamantes evaporam. isso sem falar nos que alegam terem gasto 30 mil reais para fazer um vídeo cheio de erros, e os babacas fanzocas engolem tudinho.
Sim, eu fiz vídeo sobre isso. Vamos relembrar:
As últimas de Ultima Thule
Você já ouviu falar do corpo nomeado (486958) 2014 MU69? Ah, tá. Não, né? Você conhece mais pela forma (486958) 2014 MU69, não é mesmo? Também não? Oh, bem, talvez pelo antigo nome: PT1 e 1110113Y? Tá tudo bem, provavelmente você deve ter ouvido falar pelo apelido Ultima Thule, dado pela equipe da New Horizons. Ok, você não sabe nada, João das Neves. Ele é um objeto transnetuniano, pra lá pras bandas do Cinturão de Kuiper, a região do Sistema Solar que se estende desde a órbita de Netuno – a 30 UA do Sol até 50 UA do Sol (1 UA é a distância média entre a Terra e o Sol, aproximadamente 150 milhões de km). Os corpos lá pra depois de Netuno são, então, chamados corpos Transnetunianos, mas também são chamados de KBO (Kuiper belt object).
Ultima Thule tem um diâmetro com cerca de 32 km por 16 km, e dados da sonda New Horizons trouxeram mais informações sobre este corpo.
O que é Efeito Halo?
Você conhece esse tipo de pessoa. Aquelas pessoas que possuem um extremo sucesso, todos as adoram, verdadeiros ícones, embora sejam verdadeiras toupeiras. Pessoas sem nenhum motivo galgaram a escada do sucesso com seus master, minors e minions. Pessoas que apenas estão lá dando zilhões de palestras falando um monte de bobagens, mas parecem ser Moisés trazendo as tábuas da Lei.
Qual o segredo dessa gente? Garra? Vontade de vencer? Não! Aparência, mesmo! Ser bonito ajuda, se apresentar bem, mesmo com a profundidade de um pires, é melhor ainda. Essa ignorância disfarçada só é possível com algumas pessoas e elas têm um segredinho para isso: o Efeito Halo. Como? Não quer ler? É em vídeo, filhotes!
Os Melhores Artigos de 2018 parte 1
Chegou janeiro e estou de férias. Pode-se dizer que estou de férias do blog, também. são artigos diários (ou quase) e eu preciso ter um tempo de descanso, certo? bem, claro que o blog não ficará sem artigos, já tinha me preparado para isso. eles entrarão automaticamente e vocês continuarão tendo informação. Só que tem um detalhe: é minha tradição relembrar os melhores artigos do ano. Se vocês já leram, terão a oportunidade de lebrar. Se não leram, poderão ler. Com tantos artigos, fica difícil ler tudo, eu sei.
Por “melhores artigos” eu quero dizer que são os que eu mais gostei. Pode não ser a sua lista, mas não se preocupe. Esta é a parte 1. Tem outras que virão. Mais uma ou duas partes, eu ainda não sei (mentira, sei, pois preparei com antecedência, mas guardarei o mistério). Se o seu favorito não estiver nesta lista, que tal compartilhar o seu listão dos Dez Mais?
YouTube, Artigo 13 e o fim da Internet (em VÍDEO!)
Veio a celeuma do Artigo 13, com um monte de babacas dizendo que seria o fim da internet, que o YouTube, coitadinho, ia fechar as portas, o Facebook iria acabar, voltaríamos ao tempo das cavernas, todo mundo comendo carne crua e grunhindo.
Bem, Youtubeiros são histéricos com qualquer ameacinha ridícula, mesmo com coisas que só serão válidas para a Europa, mas são burros o suficiente em cair na pilha do Tubo, que mandou cartinha fazendo-se de coitados. Daí, como o monte de retardado teria que pegar no batente, saíram vociferando pela internet afora. Eu tinha escrito sobre o artigo 13, mas videozinho é legal, também.
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Os uivantes ventos num morro de Marte

O InSight segue a grande tradição da NASA em arrumar um acrônimo para depois dar um significado que caiba no acrônimo. InSight significa Interior Exploration using Seismic Investigations, Geodesy and Heat Transport (Exploração interior utilizando Investigações Sísmicas, Geodésia e Transporte de Calor). Trata-se de um módulo terrestre projetado para aterris.. amartiçar (sim, eu sei!) na superfície marciana (sim, eu também sei que é pleonasmo. Não enche!). Sua missão é fuçar as entranhas marcianas (me refiro ao planeta e não Dejah Thoris) e os segredos que ela esconde. Enquanto rovers como o Curiosity dão um rolé pela superfície, catando pedras e analisando atmosfera e rochas na superfície, o InSight examina a crosta, manto e núcleo marcianos.
Só que seus sensores captaram mais do que isso.
Artigo 13: O Fim da Internet com YouTubers desesperados e eu rindo muito
Está começando mais um festival de idiotice generalizada. Mais uma vez, youtubeiros estão com ataque de pelanca que o mundo ia acabar, que a Internet como conhecemos não ia mais existir, o leitinho com pêra foi cancelado pela vovó que resolveu sair de casa e puxar ferro na academia etc etc e, claro, etc. O motivo é as normas que a União Europeia meteu e resolveu catar no embalo redes sociais e o YouTube. Ninguém por lá gosta do Google, principalmente em questões envolvendo direitos autorais e violação de privacidade. Os pontos mais polêmicos são os artigos 11 e 13 que, segundo o pessoal chiliquento, vai destruir a Internet. Pessoal deu atenção quando um youtubeiro hipster de Portugal teve ataque de pelanca sem apresentar nenhum argumento e, claro, os indefectíveis palavrões (aqueles que o Google disse que não seriam permitidos no Tubo).
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Sci-Hub enfrenta os terríveis Ivans das editoras científicas
Eu já tinha escrito dois artigos (links no final) sobre a necessidade de acabar com o paywall das pesquisas científicas. Cobra-se um absurdo para ler um artigo, sendo que nadinha é revertido pro pesquisador. É apenas usura das editoras, e cientistas precisam ter seus trabalhos revisados e ter acesso a trabalhos revisados de outrem. Muitos lutaram contra isso, como Aaron Swartz, que derramou zilhões de artigos científicos para a posteridade, fazendo muitos ficarem MUITO irritados. Sua seguidora, a drª Alexandra Elbakyan, meteu o pé na porta e criou o Sci-Hub, uma espécie de fonte underground de periódicos. Você quer? Basta jogar o link que o Sci-Hub te libera o acesso. Isso deu pega-pra-capar e todo mundo saiu caçando o Sci-Hub, que vive trocando de domínio.
Agora, o Sci-Hub tem outro inimigo: a Rússia.
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