A presença da ciência em nossos dias é o que se chama de truísmo – uma verdade tão clara que enunciá-la se torna uma redundância das mais desnecessárias. Ninguém negaria que vivemos em um mundo em que os frutos da ciência cada vez mais se tornam presentes em nossa vida cotidiana. E esses frutos não se limitam a essa gama de ferramentas da vida prática e material que o desenvolvimento da tecnologia possibilitou. Mais do que isso, adentram o mundo do pensamento e das visões de mundo.
Eis aí outro truísmo: o crescimento da ciência é responsável pelo aumento da adesão aos pareceres científicos na própria sociedade não-especializada – isto é, ao menos no setor cientificamente alfabetizado da população. Tal fato é assim tão evidente pois é claramente visualizado hoje e mesmo à luz da história (nas épocas “não-científicas”, não houve difusão do “pensamento científico” na sociedade [Ex.: Idade Média]; nas épocas “científicas”, deu-se o contrário [Ex.: Séculos XVII/ XVIII]; e hoje, por excelência uma época de alto desenvolvimento da ciência, há, comparativamente, um número elevado de pessoas que confiam nas capacidades da ciência).
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Eu adoro quando escrevem para o Fale Conosco. Sério! Sempre aparece uma sugestão de artigo, uma palavra amiga (desgraçado, Jesus vai te matar hoje!) ou até mesmo um email de congratulações, como o que a Rachel enviou. Mas nem só doces mensagens de amor e carinho (FDP, como ousa dizer que Deus não existi? Que ódio, se eu te pego na rua, tu vai vê só) nosso email recebe. também recebemos algumas doideiras, como esta que Mr. Alexandre F. (ele assinou assim, mesmo, eu só abreviei o sobrenome para proteger o idiota de si mesmo) nos mandou. Confira:
Sinceramente, eu não sei qual é a ligação freudiana que os fundamentalistas cristãos t~em com a Arca de Noé, um dos maiores mitos bíblicos. Podem ver que o artigo sobre o Dilúvio é bem mais concorrido do que s que falam de Jesus. Deve ser porque eles estão prestes a mudar de deus, não se importando se o Jóquei de Jegue tenha existido ou não. Bem, os céticos já sabiam a resposta há muito tempo, da mesma forma como sabem a resposta sobre a Arca: besteira!
Além de ir para o Inferno quando morrerem os Ateus podem se preocupar ainda mais com a ira divina enquanto ainda estiverem vivos, pois uma pesquisa feita durante 30 anos concluiu que os religiosos podem ser bem menos propensos a doenças cardiovasculares.
Dale McAlpine é um daqueles crentes retardados que acham que não fazem nada de mais se tratarem seus semelhantes de forma imbecil, usando pretextos bíblicos para vociferar sua homofobia idiota, só por não ter tido o direito de usar um vestido na festa de formatura. Ok, a parte do vestido é uma especulação, mas não deve ser muito diferente da verdade.
O mundo governado por Hades se mostra cada vez mais maluco. Cérbero anda dormindo no ponto e deixando uns idiotas escaparem pelo rio Estige, e Caronte é um bom fidamãe, aceitando suborno. Um homem israelense foi preso com uma acusação para lá de inusitada: Abuso Sexual.
Se tem uma coisa que eu não tolero é gente imbecil. Se há algo que consegue competir com crente fanático é ateu fanático, como estes imbecis que se chamam “ateus militantes”. Os caras se acham os arautos da liberdade, bem ao estilo norte-americano de invadir a terra alheia à guiza de “libertar”. No caso dos ateus militantes – que conseguem ser tão irritantes quanto Testemunhas de Jeová -, há a ideia que eles devem livrar o mundo da religião, invadindo locais de culto e fazendo comícios
O artigo que se segue faz parte de um projeto de texto maior que abandonei há algum tempo. Abandonei e cheguei à iminência de excluí-lo de meu PC. Só não excluí por causa do presente texto. Nele, há alguns excertos retirados de apostilas de teologia de institutos de ensino evangélicos que são reveladores. E é este o objetivo deste texto, que por isso foi salvo da exclusão: mostrar um pouco do que está a ser ensinado sobre a Evolução no recôndito das igrejas. Vamos a ele.
Mesmo depois da chuva torrencial da semana passada e do caos generalizado, eu pensei que esta bobagem de 2012 é palhaçada. Hoje, ao ver uma noticia, eu liguei pro meu banco pedindo um empréstimo de 2 bilhões de euros (o gerente quase teve uma síncope de tanto rir). Não, não estou exagerando. O padre espanhol Joan Enric Reverté, mais conhecido como Padre Jony, desbundou, deixou os cabelos crescerem, meteu a mão na guitarra e resolveu rezar a missa na base do punk rock. O rito de entrada é um blues e o ofertório chega com uma versão rap do Pai Nosso. Só não foi dito se ele usou o Bonde das Cachorras na hora da Ave Maria, apresentando a Veronica Costa como Nossa (de vocês apenas) Senhora.