Por Israel Knohl
Traduzido por: Charles Coffer Júnior
A primeira menção do “Messias morto” chamou-se Mashiah ben Yosef (Messias Filho de José) é do Talmud (Sukkah 52a). No meu livro “O Messias Antes de Jesus” (University of California Press, 2000), considero que a história desse Messias morto é baseada em um fato histórico. Penso que está ligada à revolta judaica na Terra de Israel na seqüência da morte do Rei Herodes, em 4 a.C.
Esta insurreição judaica foi brutalmente reprimida pelos exércitos de Herodes e do imperador romano Augusto, e os líderes da revolta messiânica foram mortos. Estes eventos definem a tradição do Messias morto Filho de Joseph em movimento e abriu o caminho para a emergência do conceito de “messianismo catastrófico”. Interpretações do texto bíblico ajudaram a moldar a convicção de que a morte do messias era um elemento necessário e indivisível de salvação. A minha conclusão, baseada em escritos apocalípticos datados deste período, foi de que certos grupos acreditavam o Messias iria morrer, ser ressuscitada em três dias, e subir ao céu (ver “O Messias Antes de Jesus”, 27-42). Continue lendo »

A grande promessa para os cristãos é a de que Jesus, o Pop Star da Palestina voltaria, depois de ter sido executado como um criminosinho ridículo e comum (estamos somente imaginando que ele existiu, coisa que sabemos não ser o caso). Examinado a Bíblia, essa promessa é ratificada várias e várias e várias vezes. O retorno do Jóquei de Jegue deveria ocorrer de imediato. Ou não? Já se passaram quase 2000 anos, desde que ele foi pregado no pau e posto pra secar que nem roupa velha.
PAREM O MUNDO!! Se eu tinha alguma dúvida sobre a capacidade de alguns religiosos safados, escroques e vagabundos têm de roubar a população, ela foi exinta de uma vez por todas!
Os malditos cientistas aprontaram mais uma! Dessa vez, conseguiram uma explicação pro mito da destruição de Sodoma e Gomora.
Há muito debate na Internet; infelizmente, grande parte dele possui péssima qualidade. O objetivo deste documento é explicar os fundamentos da argumentação lógica e possivelmente melhorar o nível dos debates em geral.
Muitas culturas têm um deus. E considerando que todas essas culturas são diferentes entre si, todos esses deuses acabam sendo diferentes entre si também.
Ah, o Inferno!! Aquele lugar maravilhoso de sofrimento eterno, onde o fogo que nunca se apaga e a besta voraz, que rói sem clemência, irão nos torturar e atormentar para sempre. O mundo pós-vida onde seremos impingidos de dor e sofrimento, gritando e implorando por uma misericórdia que nunca virá, por séculos e mais séculos, a mando de um deus justo, bondoso e que nos ama infinitamente.
Quando a gente fala que de cara limpa ninguém acredita nas pataquadas da Bíblia, me chamam de herege e que eu irei arder no inferno, depois de sofrer muito aqui na Terra com um câncer, que minha mulher vai me trair, meus filhos se transformarão em lumbrigas e que Jesus me baixará a porrada, entre outras coisas lindas saídas do amoroso coração dos