Uganda é, como boa parte dos países da África, algo que só saiu da pré-história, pois lá (algumas) pessoas sabem ler e escrever. No mais, é o tipo de lugar em que nenhum de vocês gostaria de passar as férias, e não sejam hipócritas dizendo que não é bem assim. Como todo lugarzinho tosco, ainda não se decidiu qual regime tem. Em 1971, o psicótico Idi Amin deu um golpe de Estado e tomou o poder na mão grande. Em 1979, houve um contra-golpe, com a ajuda da Tanzânia (até parece que ela é um grande poderio militar) e assumiu Yusuf Lule, que pouco depois foi deposto em favor de Godfrey Binaisa, que também foi deposto quando uma junta militar assumiu o comando da bagaça. Apollo Milton Obote volta ao poder (foi ele quem Amin derrubara no golpe de Estado). Nesse ínterim, a violência exacerbada e a anulação de qualquer direito que as pessoas pudessem ter marcaram aquele ridículo canto do mundo. O atual presidente Yoweri Museveni foi democraticamente eleito em 1996. Em resumo, ninguém lá se entende e a violência é a ordem do dia naquele maravilhoso lugar, que nem mesmo Drácula gostaria de passar a noite.
Agora, está correndo um projeto de lei que decreta pena de morte para quem for declarado como sendo homossexual; e isso não é exceção, é a regra naquele continentezinho, pois 36 nações africanas proíbem legalmente o relacionamento entre pessoas do mesmo sexo. Quatro países – a saber: Mauritânia, Nigéria, Sudão e Somália – aplicam a pena de morte para quem infringe a norma. Uganda será o próximo país a aprovar uma lei similar, com o agravante que ela será muito mais rígida com aqueles que tiverem práticas homoafetivas.
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Este é um mimo de notícia, trazido até nós pela amiga Gabrielle: Vereadores do município de Carazinho, no norte do Rio Grande do Sul (favor não fazerem piadas, como a dos 3 punhais) estão envolvidos numa polêmica bíblica. Isso porque há uma ridícula
O mundo gira e a Lusitânia roda. Como todo papa que se preza, Chico Bento XVI tem urticária quando o assunto é cultura. Seus antecessores sempre tiveram um pé atrás com a Ciência e não foram poucas vezes que Darth Ratzinger falou mal dela
Quando eu penso que a semana vaio começar de modo inspirador e tranquilo, onde o ser humano aprende a se comportar e agir dentro da normalidade, eis que o protótipo de acéfalo (nem pra isso serviu) chega aqui destilando besteiras. Have fun, folks!
Taí algo que me surpreende (não muito): Quando o
Então, chegamos a mais um fim-de-ano. Aquela época maravilhosa, com show do Roberto Carlos, retrospectivas sobre coisas que acontecem todo ano, falsidades, shows pirotécnicos e um monte de doces criaturas do sexo feminino ligeiramente embriagadas, a ponto de toparem qualquer enlace mais íntimo, mesmo que seja com você, meu caro loser.
Nem todo mundo está preparado para novas tecnologias, como a roda e a escrita por exemplo. Quando é algo um pouco mais recente como liberdade de opinião e possibilidade de externar seus pensamentos, danou-se! Que o digam os rabinos ultra-ortodoxos daquele cantinho empoeirado do mundo chamado Israel, onde os baby-sitters de cabras decidiram que acessar a Internet não é coisa que YHWH permitiria nos áureos tempos de Moisés, e se fosse realmente necessário, José não teria visões, receberia as informações por e-mail.
Eu já estava preocupado… Como assim um stormtrouper da ICAR fica tanto tempo sem falar besteira? Será que os Siths estão se tornando pessoas decentes? Será que os seguidores de Palpatine XVI resolveram tomar vergonha na cara e pararam de falar merda?