Silas Malafaia é um ícone e um verdadeiro exemplo entre o meio religioso. Mesmo porque, um exemplo não precisa ser um bom exemplo e ele é uma figura unificadora entre ateus, agnósticos, céticos em geral e muitos religiosos (cristãos, muita das vezes), onde todos os supracitados possuem uma séria reserva quanto à idoneidade dele (aka, o acham um safado aproveitador, homofóbico e pilantra). Outro ponto em comum é que o acham certo ao falar das mazelas da IURD, o que acaba sendo um delicioso paradoxo, mas o mundo é assim mesmo.
Desta vez, Marac… Malafaia soltou mais um exemplo de sua doutrina, ao dizer, em meio ao seu “singelo” templo que quem não desse dinheiro estaria saindo dali sem bênção. É a versão gospel de “Dinheiro na mão, calcinha no chão”. Continuar lendo “Dinheiro no chão, bênção na mão… Ou quase isso”

Esta é a primeira edição do Voz dos Alienados deste ano. O drumyoshiki resolveu testar minha paciência budista, combinando com os amiguinhos dele que se falasse merda o suficiente, que eu não resistiria em colocar no VdA, mas meu pai passou as mãos em minha frente e disse que não era o lunático que eu estava procurando. Sendo assim, desculpe, drumyoshiki, mas você não teve competência nem pra falaciar como nossos crentoscos. Se você se exercitar, quem sabe ganha uma estada aqui. Mas adianto, filho: você está no caminho certo em falar merda. Parabéns.
Mesmo que você não seja cristão, sabe da história da Estrela de Belém. Segundo o mito católico, quando os 3 Reis Magos estavam andando pelo deserto viram uma estrela apontando o caminho exato para onde nosso amigo Jesus (ainda não transformado em zumbi) nascera. Isso levanta algumas questões. De princípio, eu falo “mito católico” a respeito da baboseira de reis magos, porque não há nenhuma linha na Bíblia sobre algum rei mago passeando em trio pelo meio do Oriente Médio. Consultem suas Bíblias que eu volto depois do break.
O que te irrita nos chamados crentes?
Se eu tivesse feito esta afirmação, teriam me chamado de herege, filho das unhas, porco capitalista que se rende à imprensa golpista, servo de Satã, desgraçado e outros epítetos lindos, principalmente os que se refere à minha mãe. De qualquer forma, eu já sou chamado de tudo isso. A questão é que em um artigo do tosco L’Osservatore Romano, uma espécie de “Meia-Hora” da Santa Sé é declarado que Homer Simpson (sim, o do desenho) é um exemplo do mais perfeito católico.