Estava aqui dando uma olhada no meu RSS, que anda lotado de coisas que eu não li. No mais das vezes eu defino como "lido" mal passando os olhos pelo título. Quando eu vi que o pessoal do Ateus do Brasil postou um artigo dizendo que um determinado estudo apontou que indicava que o ateísmo suplantaria todas as religiões do mundo, minha primeira reação foi de HAHAHAHAHA (desculpe, Alenônimo). Em seguida eu caí em mim e vi que só alguém bem maluco afirmaria algo numa pesquisa científica. Foi isso mesmo que disseram?
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E no doce mundinho de Qward, no Universo de Anti-matéria, as coisas que já eram estranhas acabam se mostrando mais bizarras ainda. Se por um lado os serviços públicos costumam ser ridiculamente precários, toscos, mal feitos e criminosamente ineficientes, pelo outro é pior ainda.
Diferente de gente que chinga muinto nu tuíter, eu sou um homem ocupado. Não tenho tipo tempo de postar mais coisas coisas interessantes, apesar de meus leitores se preocuparem em trazer notícia que não tem nada a ver com o artigo proposto. Uma questão de manter o foco (de repente, TDAH). Eu tenho visto os idiotas postando suas besteiras mas resolvi deixá-los para se esparramarem, ao contrário das batatinhas recém-nascidas. Eu já nem espero mais que os retardadinhos tenham um mínimo vislumbre de sanidade; mesmo porque, caso eles tomem jeito, não teremos mais uma edição da sua VOZ DOS ALIENADOS!
Já não se faz mais profetas como antigamente. Em outros tempos, o cara cultivava uma barba responsa, ia peregrinar numa montanha para sentar no pico e voltava com umas tálbas com uns trecos escritos que ninguém sabia o que era, porque todos eram analfabetos. O cara falava com uma voz grossa que aquele lance era coisa de Deus e todos baixavam a cabeça. Se o cara mandasse a galera dar um rolé no deserto, ninguém achava estranho, posto que tudo o que o profetão falava acontecia (como o Sol aparecer de dia e a Lua de noite, ou coisas tão imprevisíveis quanto).
Um vento frio começou a soprar do Leste. Luzes vidas do céu iluminam a escuridão. De Isengard vem um som maquiavélico – TUM TUM TUM TUM TUM – e Fangorn olha inquisitivo, enquanto elfos sentem um assombro em meio aos wookies. Hobbits se escondem e o Povo da Areia fica observando. Os faróis de Minas Tirith pedem ajuda aos Padawans hospedados em Naboo, enquanto os cavaleiros de Rohan soam suas trombetas. Os Homens do Oeste desembainham suas espadas enquanto Coruscant envia uma tropa de Jedis. Sauron gargalha e o Imperador Palpatine esfrega as mãos. Mais uma vez, o reinado do Rei está em perigo.
Silas Malafaia é um ícone e um verdadeiro exemplo entre o meio religioso. Mesmo porque, um exemplo não precisa ser um bom exemplo e ele é uma figura unificadora entre ateus, agnósticos, céticos em geral e muitos religiosos (cristãos, muita das vezes), onde todos os supracitados possuem uma séria reserva quanto à idoneidade dele (aka, o acham um safado aproveitador, homofóbico e pilantra). Outro ponto em comum é que o acham certo ao falar das mazelas da IURD, o que acaba sendo um delicioso paradoxo, mas o mundo é assim mesmo.