É com muito pesar que Ceticismo, Ciência & Tecnologia vê o falecimento de Sir Arthur Clarke, aos 90 anos de idade.
Seu amor pela Ciência e pelo desenvolvimento – não só tecnológico, mas humano também – o fez uma pessoa muito especial. Um homem de intelecto brilhante, assim como Isaac Asimov, apesar dos fãs de ambos divergirem sobre qual dos dois era melhor autor.
Uma bobagem! Ambos eram gênios e usaram os romances de ficção científica para divulgar a Ciência e os valores humanos. Ambos eram visionários. Viram o futuro e nos contaram de antemão o que aconteceria no futuro, como o uso de robôs, votos eletrônicos, naves espaciais, comunicação via satélite e até mesmo a internet!
Tudo isso foi previsto por ambos, apesar de serem às vezes ingênuos ou até exagerados, mas isso não importa. Em 1945, Clarke previu as comunicações via satélite, e junto do jornalista Walter Cronkite, atuou como comentarista da expedição lunar da Apollo no final dos anos 60. Continuar lendo “A última Odisséia de Arthur Clarke”

Por Sergio Danilo Pena
Muitas culturas têm um deus. E considerando que todas essas culturas são diferentes entre si, todos esses deuses acabam sendo diferentes entre si também.
Abu Musa Jabir ibn Hayyan ( جابر بن حيان) (c.721–c.815), também conhecido pelo nome latino “Geber“, foi um alquimista islâmico proeminente, além de farmacêutico, filósofo, astrônomo, e físico. Ele também foi chamado de “o pai de química árabe” pelos europeus. A origem étnica dele não é clara, embora a maioria das fontes o atribuem a origem árabe ou persa. Geber é responsável pela introdução da experimentação na alquimia, assim como a invenção de vários processos importantes usados na Química moderna, como as sínteses dos ácidos nítrico e clorídrico, a destilação e a cristalização.
Enquanto nos Estados Unidos a preocupação da polícia é tentar corresponder às expectativas dos programas nacionais de investigação forense, no Brasil ainda há um longo caminho a percorrer em busca da equiparação aos padrões internacionais de qualidade para as ciências forenses. As análises de DNA exemplificam bem esse quadro. Para obter os mesmos níveis de segurança dos exames realizados em laboratórios de referência no exterior, é preciso estabelecer rígidos padrões de qualidade, entre ele a calibração periódica de equipamentos, a coleta apropriada de material e o estabelecimento de procedimentos que minimizem as chances de troca acidental, ou proposital, de amostras.
Quando desci do avião, uma pessoa me esperava, tendo nas mãos um papel com o meu nome. Era o motorista que os organizadores da conferência de cientistas na TV amavelmente haviam me providenciado. “Permite que lhe faça uma pergunta?” ele disse, enquanto esperávamos minha bagagem. “Não dá confusão você ter o mesmo nome do daquele cientista?” Eu não entendi. Estaria ele me gozando? “Sou eu o cientista”, respondi. Ele sorriu: “Desculpe. Pensei que você tinha o mesmo problema que eu”. Estendeu a mão e se apresentou: “Meu nome é William F. Buckley”. O nome era muito parecido com o de um polêmico entrevistador de televisão. Já no carro, me confessou que estava encantado por saber que eu era “aquele cientista” e indagou se havia algum inconveniente em que me fizesse algumas perguntas sobre ciência; mas não foi sobre ciência sobre o que falamos.
Todos nós já ouvimos falar sobre “alquimia”. Muitos vêem como algo hermético, cheio de “saberes ocultos”, com conceitos mágicos apenas ao alcance de iniciados. Mas não é bem assim. Sua história mostra que nada tinha de “mágico” ou “hermético” na antigüidade. Na verdade, era uma ciência como todas as de hoje. Uma ciência que evoluiu e acabou recebendo outro nome. Mas, como começou a alquimia mesmo? Qual o seu nome atual?
Todas as pessoas com olhos azuis teriam o mesmo antepassado comum, sugere um estudo realizado por cientistas genéticos da Universidade de Copenhague, na Dinamarca. Segundo os especialistas, uma mutação ocorrida num gene de apenas uma pessoa há cerca de 10 mil anos teria alterado a produção da melanina – pigmento que dá cor aos olhos, pele e cabelo – na íris.
Lembra-se dos replicantes, aqueles andróides biológicos, mas artificiais, do clássico filme de ficção científica “Blade Runner”? A ciência moderna ainda está muito longe disso, mas já começa a trilhar seus primeiros passos na construção de formas de vida artificiais. E o último avanço veio de uma equipe liderada por ninguém menos que Craig Venter – o homem que foi responsável direto pelo sucesso no seqüenciamento do genoma humano.
Um estudo realizado por pesquisadores poloneses indica que pessoas com pernas longas são mais atraentes aos olhos do sexo oposto.