Quem recorrer à internet em busca de informações sobre suicídio deve tomar cuidado: há mais sites que encorajam o ato do que aqueles que tentam dissuadi-lo e oferecem apoio. A conclusão é de estudo feito por pesquisadores das universidades de Bristol, Manchester e Oxford, no Reino Unido, e publicado no British Medical Journal.
Trabalhos anteriores apontaram a influência, no comportamento do suicida, de reportagens publicadas pela imprensa e da abordagem feita por programas de televisão sobre o assunto, especialmente a respeito de métodos usados, mas pouco se sabia sobre o impacto da internet. Os cientistas britânicos realizaram diversas buscas na tentativa de replicar o uso típico de um indivíduo que procurasse pelo tema suicídio na internet. Foram utilizados quatro serviços de busca populares: Google, Yahoo, MSN e Ask. Continuar lendo “Internet e suicídio”

Você achou que tinha visto de tudo? Tem gente que nem precisa ver. Qualquer um com mais de 12 anos (tudo bem, às vezes menos, devido a uma “maturidade precoce”) sabe que sexo é uma das coisas mais rentáveis e que desperta interesse geral (inclusive de interesseiros).
Há poucos dias, procurou o Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) o ministro Carlos Alberto Menezes Direito, do Supremo Tribunal Federal (STF). Ele queria conversar com pesquisadores sobre o polêmico assunto da pesquisa com células-tronco embrionárias.
PAREM O MUNDO!! Se eu tinha alguma dúvida sobre a capacidade de alguns religiosos safados, escroques e vagabundos têm de roubar a população, ela foi exinta de uma vez por todas!
Até que enfim, uma notícia sobre algo inteligente que os americanos fizeram: A Corte de Apelações Federal americana, em total respeito aos princípios de laicidade que a Constituição dos Estados Unidos prega, determinou que um treinador de futebol americano (sabe aquele futebol que a bola parece um caroço de azeitona? Pois é) estava terminantemente proibido de se ajoelhar e rezar com sua equipe.
Pela primeira vez, cientistas identificaram transformações de longo prazo no cérebro de camundongos que podem trazer alguma luz à questão da dependência de drogas – nesse caso, de metanfetaminas – e da enorme dificuldade de se livrar do hábito. As descobertas, relatadas na publicação especializada Neuron, podem abrir caminho para novas maneiras de acabar com a necessidade de drogas – e ajudar os dependentes a se libertarem delas.
Introdução
Sejamos sinceros, tem algo de muito, MUITO, errado com a humanidade. Não que as pessoas sempre foram boazinhas, nunca houve guerra, mortes assassinatos e nem a pedofilia.
Uso excessivo de computador deveria ser considerado um vício e incluído na lista de distúrbios clínicos reconhecidos oficialmente, de acordo com um psiquiatra americano.
Pesquisa analisou misterioso osso da coxa do hominídeo africano Orrorin tugenensis. Conclusão é que criatura andava ereta, tal como australopitecos, bem mais recentes. Uma dupla de pesquisadores americanos pode ter conseguido um feito raro nos estudos sobre a evolução humana: simplificar um pouco as coisas, em vez de complicá-las. Analisando a anatomia de um dos mais antigos ancestrais do homem, o Orrorin tugenensis, de 6 milhões de anos, eles concluíram que ele era bípede, com um andar muito parecido com o dos australopitecos, velhos conhecidos dos antropólogos.