Algumas pessoas têm sérios problemas em entender certas coisas. Uma senhora dona pesquisadora doutora em… irc… Educação (resumindo, uma maldita pedagoga!), sem muito o que fazer, resolveu examinar adolescentes sobre quais são as suas reações frente aos super-heróis. Sua avaliação é negativa, posto que os super-heróis de hoje são exemplos nefastos para a formação de nossos jovens, pobres criancinhas desamparadas num mundo pérfido. Quem poderá impedir isso?
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Um grupo de pesquisadores britânicos (sim, porque estas ideias idiotas só podem vir da Inglaterra,mesmo), preocupados com a obesidade causada pela má alimentação, teve a ideia totalmente estúpida de sugerir que lanchonetes fast-food distribuam medicamentos anticolesterol. Isso pode até parecer absurdo em essência, mas não é. Tal sugestão é COMPLETAMENTE absurda para uma mente formada por um grupo numericamente expressivo de neurônios (tipo, dois neurônios sao suficientes). Mas temos que proteger a saúde das pessoas e combater os efeitos de comidas gordurosas. Onde estão as minhas deliciosas batatas fritas?
Irmãos, estou feliz em compartilhar com vocês mais uma obra milagrosa de nóssenhôgezus. Sim, irmãos, ele que morreu, viveu e saiu voando
Bom, você tem duas maneiras ds ler este artigo. A mais fácil é lendo apenas a resposta: Sim, é necessário. Ainda é necessário e ainda vai ser por um bom tempo.
A maioria de nós tem medo da solidão, do isolamento, de ficar horas, dias, semanas sozinho, num lugar absolutamente isolado, praticamente encerrado num lugar fechado, sem nenhuma companhia. Hoje, com a Internet, muitos conseguem ficar assim, mas estabelecem contatos em redes sociais, brincam nos Facebooks ou conversam via MSN ou outro comunicador instantâneo. Mas tais pessoas dificilmente teriam coragem de enfrentar um abandono por vontade própria, isolando-se completamente da civilização. Aí está o que diferencia homens de meninos, e uma das pessoas que se expôs a este teste e venceu foi um francês, em plena década de 60, onde computadores ainda estavam longe das pessoas comuns e o total autoisolamento serviu de uma das mais importantes pesquisas do século XX. Michel Siffre ficou 2 meses no interior de uma caverna profunda, sem falar com ninguém, sem nem mesmo saber a hora, dia ou mesmo mês.
Esta é mais uma perversão sádica dos cientistas torturadores. De acordo com uma nova pesquisa, o que se sabe sobre as células responsáveis por captar e reconhecer padrões visuais pode não estar completamente certo (ou estar completamente errado. Vai saber), pois ao que se indica, mesmo sem as células bastonetes e cones, no interior dos olhos, há chance de haver outras células fotossensíveis, o que se evidenciou na retina de alguns roedores.
Uma mulher que morava no Estado norte-americano de Minnesota deu entrada num hospital em 2008, com um quadro grave de diarreia. Foi o começo da luta. A bactéria vagabunda que estava causando a doença era a Clostridium difficile, e só o nome dela demonstra o quanto perigosa ela é. A paciente perdeu 27 quilos em 8 meses, o sonho de qualquer acéfala que se acha gorda. O médico que a atendeu, Alexander Khoruts, tratou a infecção com um coquetel de antibióticos. O sucesso foi ZERO.
Por muito tempo, pessoas com lesões sérias estavam condenadas a ficarem para sempre em cima de uma cama ou, na melhor das hipóteses, se locomover com o auxílio de uma cadeira de rodas. Nem que seja uma estilosa como a do Stephen Hawking. Entretanto, longe de nos acomodarmos com infortúnios da vida, a ciência resolveu que tinha que haver um meio a suprir pessoas com lesões diversas, de modo que pudessem ter uma vida normal (ou quase). É a Bioengenharia – ou, como costumam falar erroneamente, Biônica – em ação!
Somos muito dependentes de nossa visão. Achamos que é o principal sentido do corpo (não é), pois estamos acostumados a procurar com os olhos e esquadrinhar o ambiente em que vivemos com uma varredura de olhar. Só que nada é perfeito nos organismos vivos, apesar do que querem que você acredite; e nossa percepção prega truques em nosso olhos, fazendo surgir as chamadas “ilusões de óptica” (não me esqueçam do P). É por causa disso que sempre nos assombramos com o que vemos, que na verdade não vemos. Apenas somos enganados quando o cérebro preenche lacunas com as poucas informações que recebe.
Em Ciência é comum esforços diferentes acabarem num bem comum. Trabalhos de anos e mais anos acabam se intercruzando e podem, juntos, ser a chave para a resolução de muitos problemas. Os cientistas da Universidade de Harvard e de Yale são um pleno exemplo disso. Enquanto uns pesquisam um substituto eletrônico para o pulmão, outros pesquisam tecidos pulmonares inteiramente feitos em laboratório. E sim, eles funcionam!