A série Grandes Nomes da Ciência é uma das que eu mais gosto. Principalmente quando jovens mostram-se com poder de observação incrível e deduções espetaculares. Não se conformam com "ah, é assim porque deve ser" e pronto, como foi o caso da menina canadense que descobriu uma Supernova. EU queria ter descoberto uma motherfuckin’ supernova. Enfim, temos que nos contentar com o que somos e onde estamos, independente do que o futuro ingrato possa nos trazer. fatalmente, estamos sujeitos a uma vida de ostracismo e se você nasceu nos confins da África, está ferrado. Vão te colocar, no máximo, pra fazer sorvete e olhe lá.
E foi por causa de um sorvete que Erasto Mpemba escreveu seu nome nos livros de Ciência.

O vidro pode ser considerado como uma das mais belas invenções do homem, sendo não só agradável aos olhos, como ao toque. Sua beleza fascina as pessoas há muito, muito tempo. Desde milênios até a data atual, nada se compara ao vidro, cuja origem de sua descoberta perdeu-se nas brumas do tempo. Aprendemos a manipula-lo de diversas formas e ele marcou fundo a história da civilização. São tantos os seus tipos, tantas as suas aplicações, que mal paramos para refletirmos o que é o vidro e como ele pode ser o que é.
Desde que eu me entendo por gente, pouco depois de ter tocado o Monolito Negro, eu escuto "profecias" sobre o fim do mundo estar próximo. Um dos primeiros, creio, foi uma reportagem do Fantástico. Isso não é legal do ponto de vista de uma criança. Só depois é que uma senhora, amiga da família deu-me uma lição definitiva sobre o caso: O mundo não acaba, quem acaba somos nós. No entanto, isso não impede que loucos e fanáticos em geral fiquem papagaiando o fim do mundo na próxima semana, mês ou até no ano 2012; mas, de acordo com o teólogo Harold Camping, desista das ferias que você pretendia tirar nas ilhas gregas, ou nos Alpes Austríacos. O fim do mundo está com os dias contados: será em 21 de maio de 2011, e eu já fiz empréstimo bancário para ser pago a partir do segundo semestre.
Hoje é o último dia do ano. Esta é uma forma idiota de começar uma mensagem de fim-de-ano, posto que estou falando o óbvio. Eu poderia começar a mensagem declamando Shakespeare, citando uma frase idiota como a de um título de filme ou simplesmente indo direto ao assunto. Tenho o direito de ficar pensativo sobre o que escrever, como escrever e a forma adequada a escrever e descrever sobre este ano.
Mais cedo ou mais arde, em qualquer debate sobre Evolução em contraposição a pseudociências chega sempre o pseudoargumento que o sistema imunológico meio que apareceu do nada. Se fosse assim, organismos simples não o apresentariam, mas não é bem o caso. Este é o foco de estudo do
Recentemente, o exame unificado da Ordem dos Advogados do Brasil ganhou, novamente, espaço no noticiário nacional. Problemas relacionados com a prova prático-profissional deste último (2010.2) alimentaram a chama da discórdia entre os bacharéis que dividem opiniões. Em meio a indignação dos acadêmicos e dos recém-formados ressurge a questão: Por que o exame de ordem é importante para a sociedade?
Este é o terceiro natal que passamos juntos, no novo domínio. Estamos terminando mais um ano onde temos sido responsáveis pela indigestão de muitos criaBURRIcionistas e toscos em geral. Eu, de minha parte ADORO natal. Não só pelas belas moças potiguares, mas pelo clima de festas.
Qual a diferença entre cientistas de verdade e idiotas falaciosos? Cientistas de verdade não têm medo de colocar a cara à tapa e publicam suas pesquisas em periódicos indexados, com revisão por pares (o chamado peer review). O máximo que criaBURRIcionistas conseguem é publicar suas besteiras em sites religiosos ou postar videozinho babaca no YouTube (de preferência, desabilitando os comentários, para não passarem vergonha). Um grupo de estudantes fez um projeto de ciências e descobriram que as abelhas podem ser treinadas para reconhecer cores em busca de alimento.
Enceladus é, na minha opinião, a mais bela e enigmática lua de Saturno. Nos habituamos a falar “lua” para nos referir aos satélites naturais. A saber, só existe UMA lua no Sistema Solar, e é a nossa Lua; só que Enceladus não tem muito a ver com a nossa Lua. Pelo menos, uma coisa é bem diferente entre os dois astros: a Lua não possui gêiseres nem é feita de água. Mas Enceladus, sim, o que foi uma grande surpresa para os astrônomos. Mas que segredos se escondem 