E não apenas por causa da sua cerveja, mas pão, vinho e outros tipos de produtos derivados de fermentação, em especial os que foram obtidos pelo famoso Saccharomyces cerevisiae. O S. cerevisiae é o fungo amigo que nos acompanha há milênios, Os egípcios já faziam cerveja e o pão já era conhecido dede antes. Mas sem as vespas, o fungo amigo da vizinhança talvez não estivesse mais aqui, ou na quantidade suficiente para ajudar a moldar nossa tecnologia alimentícia.
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Não tem como não achar estranho restos mortais, seja crianças ou adultos, de pessoas que foram vítimas de sacrifícios ritualísticos. É mais estranho ainda quando sabemos que isso era corrente e, mais bizarro ainda, que as "vítimas" não eram tão vítimas assim, já que não demonstram que foram parar ali por violência e sim com um modo sereno, como se estivessem ali por vontade própria (e muitas vezes estavam). Um exemplo disso são os 17 restos mortais de pessoas que foram sacrificadas em honra aos deuses astecas, encontrados na Cidade do México.
Mais uma da série: Evolução não existe, mas esqueceram de dizer isso pra Natureza. Todo mundo sabe ()ou deveria saber) que um dos maiores problemas quando se combate uma infecção é quando os medicamentos não são suficientemente fortes para aniquilar com os safados, mas algumas cepas estão resistentes ao remédio, enquanto que a maioria morre. Estes mais fortes se reproduzem, pois foram naturalmente selecionados, gerando descendentes mais resistentes, que terão mais descendentes cada vez mais resistentes.
As pessoas de um modo geral se maravilham com o surgimento da vida na Terra. Ok, eu também sou uma delas, mas quando a gente aprende um pouco sobre Química, vemos que muitas coisas não são tão mágicas quanto parecem. É interessante como uma ciência que surgiu com viés ocultista e/ou mágico acabasse por tirar o viés mágico do mundo.
Não, não estou xingando seu filho. A pergunta acima é baseada no mais puro espírito científico. Corvos, longe de sua má fama como companheiros de bruxos e serem espiões de Sarumã, o Branco, são espertos e sabem resolver problemas. Num estudo realizado por pesquisadores da Universidade de Cambridge, comparando a capacidade de resolver problemas de corvos e crianças, vemos que há pouca diferença no modo de pensar de ambos. E isso com o auxílio de um fabulista do século VI antes da Era Comum.
Israel é um país que nos remete a muitas imagens mentais assim que é mencionado o seu nome, como nada, deserto, nada, mais nada ainda, deserto, deserto, palestinos querendo mandar tudo pelos ares, o Domo da Rocha ali só faltando ter um relevo trollface, que faz os judeus subirem nas tamancas todos os dias entre outras coisas. Ah, sim, e ainda tem aqueles mitos sobre uns caras que resolveram ficar pregando que nem pastor maltrapilho do Largo da Carioca ou da Praça da Sé.
Nem sempre fomos todos idiotas. Nós tínhamos mais habilidades, o conhecimento global era facilmente compreendido por todos e tudo o que podemos entender por Ciência e Tecnologia da época era de fácil assimilação por toda a população. Isso até merece um "U-AU!", mas isso só dura até quando sabemos que a população humana era medida em ordens de milhar e não em bilhões de pessoas.
Algumas pessoas são ímpares. Difícil rotulá-las como cientistas, mas sem poder dizer que eram perfeitos idiotas, mesmo quando suas ideias causem estranheza em determinado momento, seja vista como funcional em certo momento e abandonado já fim da implementação. Uma figura pitoresca desse calibre foi Geoffrey Pyke, o intelectual que idealizou novos materiais de construção, novas técnicas, novos veículos e, pasmem, um porta-aviões totalmente de gelo!
No mundo dos adoradores da Informática (vocês sabem… aquele pessoal que acha que tecnologia tem somente a ver com computadores), basta você dar um computador a uma criança e — PUMBA! — todos os problemas educacionais foram resolvidos. Eu, chato que sou, tenho que trazê-los à realidade. Não me entendam mal, mas acontece que profissionais entendem de seus ofícios e não os curiosos. Meu ofício é ensinar e lidar com alunos (nem sempre consigo que uma coisa esteja relacionada com outra), logo estou mais gabaritado de falar sobre ensino e aprendizagem do que alguém que fica num CPD 25 h/dia, penduradão no Twitter e dando tracert em sites só por falta do que fazer.