Katherine Johnson alcança a imortalidade aos 101 anos

Hoje é segunda-feira de carnaval, mas apesar de toda festa e folia, alguns olhos ficaram marejados. Levantados de suas tábuas e réguas de cálculos, algumas pessoas fecharam os olhos e fizeram um minuto de silêncio, pois sua musa inspiradora. Entendam, eu sou do tempo que “musa” não era uma dona seminua siliconada, mas alguém que inspira ações e produções nas artes e ciências. Um exemplo deste tipo de pessoa é Katherine Johnson, aquela que ajudou a mandar o Homem à Lua e voltar em segurança.

Infelizmente, mrs. Johnson resolveu misturar-se com os éons numéricos do Espaço-Tempo, falecendo aos 101 anos de uma vida bem vivida e plena de realizações.

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Artigos da Semana 2

As pessoas adoraram tanto a relação de artigos durante a semana que eu resolvi fazer outro e assim continuarei. Tá, ok. Na verdade, ninguém teve a decência de dizer se gostaram ou não. Danem-se vocês, vou continuar a fazer isso. Aliás, mesmos que vocês não tivessem gostado, eu continuaria. Sim, essas são as vantagens de ser dono do espaço, fazer o quê?

Sim, teve maluquice e divulgação científica. Então, se ajeite aí na poltrona e vamos pra relação de artigos. Vista-se de índio e nos acompanhe!

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Rondônia acha que adolescente não pode ler livros. Vão distribuir rótulo de shampoo?

Aquele que não aprende História corre o risco de repeti-la!

Bem, está se repetindo. Em 2010, o Conselho de Educação veio com uma de proibir o uso de livro de Monteiro Lobato em colégios. Os motivos é que ele era racista, preconceituoso e coisas afins. Pegaram como exemplo que o livro chama Tia Nastácia de negra. Acho que era para chamar de “moreninha”. Mas isso já era de outro autor. Para um pesquisador da USP, Monteiro Lobato era racista. Sim, ele era. Shakespeare também era. Vamos cancelar o Mercador de Veneza?

Bem, tanto bateram que começou um barata-voa para tirar das escolas livros “malvadinhos”. O problema é que o vento que venta lá, venta cá. E chegou a vez de Rondônia de proibir o uso de alguns livros tido como muito errados.

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Melhores artigos de 2019 parte 3

Ah, que maravilha as férias! E aí? Beleza? Saiu de férias também? Que ótimo! Junte-se a nós, que estamos de boa vida, e curta mais um listão dos melhores artigos de 2019. Como? Oh, você não tá de férias? Férias é um estado de espírito. Você pode curtir suas férias até no trabalho, com aquele calor sufocante e chefes destemperados. É tudo por uma boa causa (poder pagar os boletos é uma excelente causa).

Curta este tempo à sua maneira. Eu sei como é isso. Estive em reunião no trabalho até o apagar das luzes de 2019 quando 99% estava já de férias. É desagradável, eu sei, mas temos as nossas responsabilidades. Você, que está lendo este texto agora deve ter querido me xingar, mas era só brincadeira. Estou aqui, ainda que não em carne e osso, mas estou de alguma forma presente. Deixei este artigo porque sei que vocês sempre esperam que eu poste algo. Vão entrar outro artigos automáticos, não se preocupem. Não haverá falta de leitura. E obrigado por terem ficado comigo em 2019. 2020 começa agora!

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Melhores artigos de 2019 parte 2

Sim, aqui temos a segunda parte dos melhores artigos. Ops, desculpe. Como estão as ferias de vocês? Oh, vocês não estão de férias assim como eu? Que pena (bando de losers!). Não se preocupem. Enquanto vocês estão indo pro trabalho, aproveitem e leiam os melhores artigos que selecionei para vocês.Leram os outros selecionados? Bem, pode começar por este, mas que tal ver todos?

Afinal, você já está parado aí no trânsito mesmo, nesse calor senegalesco de 45ºC à sombra (se tivesse sombra), enquanto eu estou na praia, tomando água de coco, vendo beldades de biquinis desfilando enquanto me mandam piscadelas lascivas.

Bem, curtam os textos. Tem alguém aqui do meu lado me olhando de cara feia com um cutelo na mão.

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Melhores artigos de 2019 parte 1

Finalmente, estamos iniciando os trabalhos de 2020. Não, péra. Não é bem assim. Estou de férias, tirando um tempo pra mim. Vocês sabem.Não, não sabem. Vocês têm vida mansa. Ok, ok. Como eu sou bom, justo e misericordioso, decidi que vocês não ficariam sem artigos. Assim, que tal lembrar daqueles artigos legais (na minha opinião, que é a que vale aqui. Faça você a sua lista) postados ao longo do ano? Como eu selecionei vários, separei em 3 partes. Espero que gostem.

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Pombos, mensagens, heróis e fotos

A mais cômoda forma de guerrear – se é que isso existe – é saber com antecedência o que seu adversário está fazendo e o que fará em seguida. Infelizmente, nem sempre o exército inimigo está a fim de cooperar, sem falar que eles insistem em não querer que você sabia o que eles estão aprontando, enquanto eles mesmos estão interessados no que você anda aprontando.

Aqui teremos várias histórias e são histórias sobre a História. Sobre pombos, farmacêuticos, balões, fotos, e gente pensando muito antes do seu tempo, quando fax ainda não fora inventado mas de certa forma fora inventado. Quando drones seriam algo bizarro, havia muitas alternativas

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A Lâmpada que ilumina o coração hipócrita

Havia dois Diógenes. Diógenes Laércio, historiador, filósofo e biógrafo de antigos filósofos gregos. Nascido no ano 180 EC em algum lugar do Império Romano, que não se sabe qual é. Quase nada sabemos sobre ele. Temos Diógenes, o Cínico, nascido em Sínope (por isso, ele é chamado também de Diógenes de Sínope), uma colônia jônica no Mar Negro, em alguma data entre 412 ou 404 AEC. Diógenes Laércio escreveu sobre seu xará de Sínope em sua obra Vidas e Opiniões de Eminentes Filósofos; Plutarco também escreveu sobre o filósofo de Sínope, dizendo que Diógenes, o Cínico morrera em Corinto no mesmo dia que Alexandre da Macedônia, então, foi algo em 323 AEC. Estas datas estão certas? Ninguém sabe.

Diógenes era chamado O Cínico dada a escola filosófica que ele fundou; ou, pelo menos, iniciou: o Cinismo. As palavras mudam de significado com o tempo, e Cinismo era uma escola filosófica em que seus seguidores tinham para si que o objetivo da vida é viver em virtude, de acordo com a natureza. Achavam que seres humanos, como criaturas racionais, podem obter a felicidade treinando rigorosamente e vivendo de uma maneira natural para si mesmas, rejeitando todos os desejos convencionais de riqueza, poder, sexo e fama. Em vez disso, eles deveriam levar uma vida simples, livre de todos os bens. Eu mesmo não estou nesse nível. Não por habilidade, mas por achar, como o tocador de cítara disse, se apertar demais a corda arrebenta; se afrouxar, não se consegue tocar o instrumento.

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As Cores do Império Mugal

Império Mugal foi um Estado existente entre 1526 e 1857, que chegou a dominar quase todo o subcontinente indiano. A designação “mugal” parece ter sido apenas atribuída durante o século XIX e deriva de mongol, denotando a ascendência direta de Gengis Khan de seu fundador, Babur.

Sua arte é fina e fui muito apreciada por nomes com  Rembrandt, que se baseou nas cores e trabalhos dos artistas do referido império, cuja técnica ele reproduziu em seus próprios trabalhos. Mas, como eram as cores do império Mugal? Como era a sua arte, em detalhes?

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Artistas, censuras, pênises cortados e puritanismo. Escondendo o que todo mundo já viu

Dizem que quem não estuda história corre o risco de repeti-la. O mundo segue eventos cíclicos em termos de comportamento geral. Um exemplo é a onda que intercala períodos de liberou geral com o que eu chamo de “recatismo”. Alguns chamariam de “conservadorismo”, mas eu leio isso e penso “o que estão conservando?”. É uma questão de semântica, prefira o termo que quiser, não é este o assunto.

De tempos em tempos, atitudes (principalmente as idiotas) acabam sempre se repetindo, e agora temos um vislumbre disso quando a UNESCO achou que nudez, apesar de bonita (às vezes) ofende a moral e os bons costumes e acabou por cobrir estátuas peladas.

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