Bem-vindos, ó mortais! Bem-vindos! Sejais bem-vindos ao meu reino. O Reino do Terror no qual eu serei o imperador supremo, pois meu nome é a lança que ferirá os ímpios. Minha língua será o chicote que acicatará aqueles que não se ajoelharem a mim, pois eu sou a Morte, a Destruidora de Mundos!
Este poderia ser facilmente o apanágio de um certo pastor batista de nome Terry Jones. Longe dos ideais de Martin Luther King, Jones prega o que sua classe amaldiçoada sabe fazer de melhor: dor, sofrimento, ódio e loucura. Terry Jones é a verdadeira escória de uma classe que já não é bem vista desde que os cristãos primitivos começaram a sair na porrada entre si, provocando guerras entre eles mesmos, e que atingiu o ápice durante a Reforma. Lutero nunca foi coisa que prestasse (não que o Vaticano preste), e disso culminou na aberração chamada fundamentalismo evangélico. Terry Jones conseguiu unir várias religiões numa única atitude de sua parte: promover a campanha para a queima de exemplares do Alcorão. Quando até mesmo os mais severos judeus saem em defesa dos direitos islâmicos, temos a ideia da proporção extrema da estupidez humana.
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Um dos mais discutidos temas das religiões é o que trata das decisões de Deus e nosso papel enquanto humanos. Qual o grau de liberdade que temos? Podemos fazer qualquer coisa que tenhamos vontade? A vontade suprema reina sobre nós? Mas qual vontade é essa que ninguém apareceu? Muitos se dizem emissários de um deus único e que todos os demais são falsos. Como saber Qual é o verdadeiro deus? Como agir segundo as normas dele? Mas ele nos deu a liberdade de escolhermos as coisas, porque ele nos pune por coisas que não sabemos, já que ninguém nos avisou? Neste artigo eu demonstro que o conceito de livre arbítrio não existe no mundo religioso e a verdadeira liberdade só existe quando nenhum tirano nos impõe regras e, pior, nos pune por coisas que nem sabíamos existir.
Sempre circula por emails, ou em comunidades, fóruns ou em blogs a mesma ladainha de sempre, trazendo um monte de personalidades famosas com frases dúbias que “provam” que Deus existe. Tudo na linha do “Newton acreditava em Deus, logo Deus existe”. Isto chega às raias do absurdo ao declararem que Einstein acreditava em Deus (quase) e que era cristão (completa mentira). De fato, Einstein chegou a acreditar em Deus, só que ele era JUDEU na mocidade, até ficar totalmente cético quanto à existência do Hippie Galileu. Assim, como não poderia deixar de ser, as criaturinhas de notocordas atiçadas vivem pregando aos 4 ventos que Stephen Hawking “provou” que Deus existe. O problema é que nosso amigo físico deu um banho de água gelada e ainda jogou cubos de gelo em cima da crentalhada ao afirmar em seu mais recente livro que o Universo não precisou de Deus para ser criado. Ô Glória!
Como disse o grande capitão Rodrigo Cambará (Google pra quem quiser), as guerras são a diversão do homem. Pode ser, pode não ser. Mas sempre que possível, o ser humano tende a bancar o idiota, e as guerras são a melhor expressão dessa idiotice. Assim, como aproveitar a ocasião senão para se distrair um pouquinho, antes que algum louco venha com um armamento melhor que o seu, pronto a mandá-lo pro Inferno? Soldados israelenses resolveram se descontrair um pouco e entraram, literalmente, na dança. Com direito a videoclip e tudo o mais.
Quando eu penso que a semana vaio começar de modo inspirador e tranquilo, onde o ser humano aprende a se comportar e agir dentro da normalidade, eis que o protótipo de acéfalo (nem pra isso serviu) chega aqui destilando besteiras. Have fun, folks!
Então, chegamos a mais um fim-de-ano. Aquela época maravilhosa, com show do Roberto Carlos, retrospectivas sobre coisas que acontecem todo ano, falsidades, shows pirotécnicos e um monte de doces criaturas do sexo feminino ligeiramente embriagadas, a ponto de toparem qualquer enlace mais íntimo, mesmo que seja com você, meu caro loser.
Nem todo mundo está preparado para novas tecnologias, como a roda e a escrita por exemplo. Quando é algo um pouco mais recente como liberdade de opinião e possibilidade de externar seus pensamentos, danou-se! Que o digam os rabinos ultra-ortodoxos daquele cantinho empoeirado do mundo chamado Israel, onde os baby-sitters de cabras decidiram que acessar a Internet não é coisa que YHWH permitiria nos áureos tempos de Moisés, e se fosse realmente necessário, José não teria visões, receberia as informações por e-mail.
Acho que deu pra entender que este é o 1500º artigo postado, não é mesmo? Caso contrário, dê de novo e quem sabe você entenda.
Hoje é dia 27 de setembro. É dia de Cosme e Damião para os católicos, dia do Idoso e também dia de mostrarmos o quanto o mundo é realmente maluco, onde religiões tribais, toscamente atrasadas, ainda fazem oferendas a deuses, usando sangue de animais vivos para expiarem pecados e purgarem-se de impurezas espirituais.
Eu sempre percebi a enorme tendência de tudo que é religioso descambar pra Lei de Godwin, mas tem coisas que chega ao cúmulo do ridículo. Um belo exemplo disso foi trazido até meus humildes olhos pelo artista italiano Giuseppe Veneziano, que não tinha muito o que fazer (e provavelmente o gnocchi acabara) e resolveu usar de seus dons artísticos para retratar una piu bella madonna. O problema é que ao retratar a Nossa (dos católicos, e não minha) Senhora, ele colocou Adolf Hitler – o austríaco psicótico – no colo da santa(?) senhora. Conclamo todas as legiões de leitores à minha presença, pois aqui temos mais uma SEXTA INSANA!