O debate é uma das maiores conquistas dos seres humanos. Nós aprendemos a dialogar, aprendemos a expor ideias e compartilhá-las. É dessa troca, dessa interação que descobrimos muitas coisas. O problema é que isso é lindo no papel (ou numa postagem de blog), mas as pessoas tendem a ser tirânicas com relação à opinião alheia.
Volta e meia me perguntam como abordar um tema num debate, como atacar o oponente, como expor suas ideias. Eu normalmente não respondo este tipo de pedido, porque, filhos, quem entra na chuva é para se queimar (MATHEUS, V.). Se você não tem condições, pense duas vezes. Mas isso não impede de eu dar dicas básicas. Não será um compêndio total e profundo de coo debater pela Internet, mas ajudará bastante.

Convenhamos, Robocop é legal, mas ainda falta umas coisinhas básicas. Como aparecer numa explosão de chamas dizendo "Behold, you filthy mortals!". Se fizesse isso, a criminalidade acabaria mais rapidamente. Mas não! Tinham que colocar um ser humano zoado numa máquina mais zoada ainda!
Existem regas que, se forem seguidas, evitam muitos embaraços. A principal delas é "Everybody knows you never go full retard". Só que o pessoal filhote de Lênin esquece disso (ou nunca se lembraram). Tudo bem que eles não têm uma boa relação dom o Cristianismo, mas ter um pouco de noção seria legal, não é mesmo, Evo?
Existem dois mundos no cenário educacional. Aquele incrível que foi criado pelos teóricos da Educação (os que nunca colocaram os pés num colégio para ensinar, e possivelmente nunca para aprender), cheios de experimentos, testes, análises e ideias mirabolantes. E tem o mundo real.
Na sexta-feira, os juízes da Suprema Côrte dos Estados Unidos determinaram que, sim, a Constituição garante direitos civis a todas as pessoas, independente quem sejam essas pessoas. Partindo disso, o pessoal reclamou, chilicou, se rasgou todo; mas o que significa isso? Qual o paralelo que podemos traçar com Martin Luther King e a luta pelos direitos civis dos negros? É o que você vai assistir em mais um vídeo.
O assunto Jesus de Nazaré (das farinhas ou não) nunca morre. Muito se tem escrito sobre o carpinteiro que foi pro pau-de-arara. Muito ainda se escreverá; ainda mais porque a cada olhada nos Evangelhos, encontramos muitas pistas, muitas informações. Todas essas informações foram criptografadas, talvez porque as pessoas não tinham compreensão do que realmente significariam.
CLARO, criacionistas malucos (tem outro tipo) dirão que isso é "prova" que dinossauros não são tão velhos assim, que a Terra tem milhares de anos de idade e Darwin é feio e tem cara de mamão.
Os brilhantes sapatos engraxados pisam com certo cuidado pelo assoalho. Um leve ajeito na gravata, o polegar e o indicador vão aos óculos de aros grossos, como era moda, na época, cabelos engomados e firmes como as camisas bem passadas. Os dois jovens engenheiros foram até a senhora já entrando na meia idade, cabelos bem arrumados e um olhar inquisitivo. Aqueles engenheiros tinham a mais moderna tecnologia, os mais avançados computadores, mas eles confiavam mais naquela senhora.
O que a História esconde de podre? Criminosos saem impunes, sem que a Justiça saiba? Às vezes, sim, mas sempre pode-se descobrir crimes que ocorreram há muito tempo, mesmo que os criminosos tenham escapado ao longo braço da Lei.
No alvorecer da Revolução Industrial (você aprendeu isso no colégio), o mundo mudou a forma como encarava os sistemas de comércio e produção. O que você não estudou foi como isso mudou a vida dos trabalhadores, que já não era lá essas coisas, mas ficou muito pior. Surgiu algo que já se conhecia há muito tempo, mas começou a se espalhar: A Automação. Surgiu, então, a figura de Ned Ludd, a quem se atribuiu o ataque a uma fábrica de meias, destruindo as máquinas. Todos os ataques desse gênero ficaram conhecidas como obra de seus seguidores: os luditas. Hoje, o termo "ludita" é relacionado a pessoas que têm aversão à tecnologia. Qualquer tipo, já que "tecnologia" não quer dizer "computadô", meus pobres ignorantes.