E aqui estamos de novo. Ontem foi a parte 1 dos melhores artigos do ano de 2017. Aqui vai a minha segunda relação. Tem horas que eu penso se não exagero. Outras vezes eu queria colocar mais artigos. Muitos desses links relembrando os artigos não são clicados, eu bem sei disso. Mas e uma forma de eu me lembrar. Muitos deles eu sequer lembrava que escrevi e passar por cada um deles me faz querer reler tudo… e eu releio (mas não todos).
Bem, tai a minha relação. Vocês podem colocar seus artigos favoritos nos comentários, também. e se vocês clicarem em pelo menos um link se lembrando junto comigo do artigo que eu escrevi, será algo muito importante.

Qual a origem do amor? Por muito tempo ficou-se com medo de pesquisar sobre isso. Ninguém queria que um sentimento tão sublime fosse escrutinado pela Ciência. E se a resposta minimizasse o sentimento a alguma coisa tão… simples? Como explicar o amor que temos por nossas mães?
Estamos começando 2018. Ano Novo, vida nova, mas com certeza teremos os idiotas de sempre. Até que eles têm estado em menor número, mas vai saber! Sempre poderemos nos surpreender com as novas sandices, incríveis loucuras desvairadas e xingamentos em profusão. Esperar que essa ralé tenha um mínimo de noção? Isso é um sonho tão tolo que só rindo, mesmo.
Hoje é o primeiro dia do ano de 2018. Começa mais um ciclo ao redor do Sol. Chamamos isso de ano, e este que vem é mais um dos muitos que vivi, mas não será como os anteriores. Nunca são a mesma coisa. Alguns sempre dizem “Graças a Deus que o Ano Acabou”. Falam isso TODO ano. Eu não sei, acho que sou um afortunado por esperar o melhor a vir, sem amaldiçoar o que se foi. Um ano pode ser ruim, mas eu fico impressionado que para certas pessoas nunca está bom. Eu nunca penso assim. Eu vejo a chegada do ano Novo como um luar.
Teve uma súbita modinha de livros para colir, como o Jardim Secreto e similares (acho que o título era esse e dei tanta importância que nem pesquisar eu vou). De qualquer forma, cada um faz o que quiser com seu dinheiro, desde que em conformidade com as leis vigentes.
Até onde vai a pesquisa científica, e quando é suficiente, a ponto de parar tudo, pois cruzou-se os últimos limites da Ética? Numa época que comitês de ética em pesquisa científica era algo que sequer era aventada, John B. Watson, criador do termo “behaviorism” estava transitando naquela área nebulosa entre o certo e errado. Para saber mais é preciso tudo? Bem, ele não se preocupou com isso, nem ninguém se preocupava. Mas isso até o momento que resolveu torturar um bebê para saber de onde vinha o nosso medo.
Você conhece Papai Noel, o bom São Nicolau. Todo mundo conhece Papai Noel! Ele é a figura natalina mais lembrada, apesar de tão mítica quanto o aniversariante do dia. Com o passar do tempo, a moderna mitologia transformou o Bom Velhinho em alguém que recompensa as criancinhas boas, sendo ajudado por vários duendes. Entretanto, antigamente a história era outra. Ele era ajudado por um ser feio como o Diabo e um demônio que depois virou bonzinho. Afinal, as criancinhas ruins não iam se unir sozinhas, né?
A religião caminha com o Homem há séculos. Vimos até agora vários fenômenos psicológicos, e eles explicam por que as pessoas estão em alguma religião, e, mais importante, por que tudo lá, para elas, faz sentido, e como elas agem enquanto religiosos.
Eu sei que você achou maneiro aquele lance de mosquitos no âmbar, extraindo deles o sangue de dinossauros que foram picados e assim libera um T-rex atrás de jipes. Apesar do leve fundo de verdade, 90% é pura ficção; e o fundo de verdade é que sim, consegue-se ter mosquitos bem preservados em âmbar, mas não é só eles.
Em vídeos anteriores eu mostrei como nós somos influenciados por outras pessoas, tentando fazer parte de um grupo. Você é submetido a um teste e acaba respondendo de acordo com a manada. Mas e quando você inconscientemente influencia outros; e estes outros inconscientemente são influenciados pela sua influência inconsciente? Parece loucura, certo? Até poderia ser, mas não. É mostra como nosso cérebro é bugado.