Neurobiólogos alemães estudam como se pode melhorar a visão de dispositivos robóticos. Como ainda não dispõem de cérebros positrônicos de platinirídio, ainda está cedo para termos um senhor Data, mas podemos ter pequenos robôs voadores, capazes de se deslocarem pelo ar tranquilamente. O problema é na questão do campo visual. para tanto, o estudo se direcionou para uma das melhores ferramentas visuais existente no mundo natural. Não o olho humano, notadamente uma gambiarra evolutiva com um tosco ponto cego divinamente planejado por um desenhista míope. O órgão escolhido foi o olho de um himenóptero m particular: abelhas.
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OVNI, para o caso de você ter chegado do mato recentemente, é a sigla para Objeto Voador Não Identificado (derivativo de UFO – Unidentified Flying Object). Qualquer coisa que voe, como o meu salário antes de chegar o meio do mês, e ninguém saiba o que é pode ser definido como um OVNI. Ou seja, qualquer coisa que seu parco intelecto não possa associar a nada que você conheça é um OVNI. Isso acarreta que pessoas vejam qualquer brilho no céu já identifique como sendo extra-terrestres visitando a Terra só para dar sustos em velhinhas no interior, posto que eles nunca pousam no meio do Largo da Carioca. Mesmo porque, se fizerem isso, ou eles serão assaltados ou algum crente irá tentar convertê-los, além de terem que dar uma grana para um flanelinha, para não terem o “disco” arranhado. Deve ser por isso que ETs não vêm ao Brasil.
Em 16 de dezembro de 2008, a astronauta da NASA Heidemarie Stefanyshyn-Piper perdeu sua bolsa de ferramentas, que saiu de seu alcance, iniciando uma órbita ao redor da Terra; e, não. Nada flutua no Espaço. Qualquer corpo está em queda livre. O que pode parecer apenas um irritante contratempo (Stefanyshyn-Piper teve que dividir as ferramentas com seu colega, a fim de continuar o conserto na ISS) pode significar um grande problema futuro. Desde que se iniciouy a corrida espacial, milhares de corpos (entre ferramentas, restos de foguetes, satélites velhos, parafusos e a bolsa de Heidemarie) estão em órbita ao redor da Terra. Isso pode parecer insignificante, mas não é. Para saber mais sobre isso, convém consultarmos o Livro dos Porquês.
O problema na pesquisa científica é quando que ela diga mais do que ela diz, tentando reforçar o que outros dizem.
Imagino que vocês devam se lembrar quando eu postei sobre a
Nikolaus Kopernikus ou, aportuguesadamente, Nicolau Copérnico era – apesar do que dizem – um cônego alemão. Na época, a cidade-natal dele, Toru?, pertencia ao reino da Polônia, mas localizava-se na Prússia Real. Ele foi um dos impulsionadores do avanço do conhecimento cosmológico da renascença, tendo como obra máxima De revolutionibus orbium coelestium (“Da revolução de esferas celestes”), publicada postumamente a pedido dele, por temer problemas com a Igreja. Andreas Osiander, como bom espírito de porco que era, incluiu um prefácio dando a pensar que fora escrita pelo próprio Copérnico, e que dizia que o que o livro continha era apenas um atalho para se fazer cálculos. Talvez, por isso, tal coisa escapou de entrar no Index, o índice de livros proibidos pelo Vaticano. Sem falar que ainda não começara a guerra dos 30 anos, o que mudaria muita coisa no pensamento científico e não foi pra melhor. Galileu que o diga.
Você é daqueles que sempre achou que o mundo biológico era esquisito? Não fique alarmado, efetivamente você está certo: Sim, é estranho, esquisito e bizarro! O conhecimento geral nos diz que um dos motivos de haver vida na Terra é a concentração de oxigênio disperso em vários locais. Mas qual não foi a surpresa de se encontrar seres vivos pluricelulares que vivem sem precisar de oxigênio! Sim, tais criaturas existem e não estão nem aí se você tem oxigênio para respirar ou faz fermentação.
Depois de um longo e tenebroso inverno, os cientistas do CERN, o Centro Europeu para a Pesquisa Nuclear, anunciaram ter conseguido hoje colidir feixes de prótons no maior colisor de partículas do mundo, o Grande Colisor de Hadrons, mais conhecido pela sua sigla em inglês: LHC. Os responsáveis pelo aparelho disseram que a máquina desencadeou choques de prótons geradores de uma energia recorde, com o objetivo de simular as condições de quando aconteceu o Big Bang e teve o início da expansão do Universo (eu disse EXPANSÃO, pois Big Bang NÃO FOI uma explosão).
Cristãos fundamentalistas são um pé-no-saco. Como ninguém dá muita bola pra eles (o que pode ser perigoso), eles resolveram deixar o coitado do Darwin em paz (por enquanto) e resolveram atacar climatologistas que estudam os efeitos do chamado Aquecimento Global. Adivinhem só a principal “arma” de argumentação dos toscos? Que o AG é apenas uma teoria e não foi provado ainda, sem nenhuma base científica. Pois, é. Vocês já ouviram essa história antes.