Trabalhar num ambiente extremo como o Espaço não é algo fácil. Com temperaturas variando em muitos graus acima e abaixo de 0 ºC, dependendo se você está virado pro Sol ou não, trabalhar do lado de fora não é moleza. Para isso foi desenvolvido o clone do Boba Fett, que atende pelo nome de Robonauta, tem até site e já está na segunda versão (mais parecido com personagem de video-game). Aliás, você pode adicionar vida inteligente entre os seus seguidos no Twitter e adicionar o R2.
Só que estamos em tempos de liberação feminina e até mesmo robôs femininos queimam calcinhas lataria para terem seu lugar. É o caso de AILA, que está sendo treinada para trabalhar na Estação Espacial Internacional (ISS).
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As pessoas de um modo geral se maravilham com o surgimento da vida na Terra. Ok, eu também sou uma delas, mas quando a gente aprende um pouco sobre Química, vemos que muitas coisas não são tão mágicas quanto parecem. É interessante como uma ciência que surgiu com viés ocultista e/ou mágico acabasse por tirar o viés mágico do mundo.
Depois quando falamos que asiáticos são uma espécie à parte, falam que é racismo e xenofobia. Seria se eles fossem, sei lá, um bando de idiotas que ficam rebolando em trajes minúsculos sob sons guturais e com letras fazendo apologia a drogas e sexo explícito. Song Hojun não é lá bonito, não tem coxa grossa e não seria bem-vindo nos bailes da Verônica Costa. Desiludido, ele resolveu criar um satélite de sucata.
Claro que num site de divulgação científica, o único M16 digno de ser mencionado é a famosa nebulosa da Águia, também chamada de Pilares da Criação, por causa das imensas colunas de gases que se erguem, onde estrelas como o nosso Sol são formadas. Trata-se de um maravilhoso berçário, onde o choro é substituído pelo som inexistente de toneladas e mais toneladas de hidrogênio sofrendo fusão nuclear e gerando outros materiais.
Falar de dia e noite quando se está no Espaço é algo que soa estranho. O Sol está ali, assim como todas as estrelas e a Lua. O mundo gira embaixo de nós e nós giramos em volta de um mundo que gira ao redor de outros mundos e mundos e estrelas giram ao redor do entro da Via Láctea que gira pelo Universo afora. Nada fica parado. O movimento é a ordem constante, mas nosso modo limitado de ver a coisa nos impede de apreciar maravilhas que acontecem a passos muito lentos.
Domingão de Sol, céu azul e moças desnudas na praia. Então, como legítimo representante do sexo masculino, o mané resolve sair pra fazer teste de Cooper. Calça tênis, short, camiseta regata e sai correndo na areia para mostrar que ele está em forma (mesmo porque, esferas são formas bem definidas). Correr na areia não é algo mole e dali a alguns minutos, o tiozão ficará com as pernas pesadas e doendo. Pelo menos, ficou com o teste de Cooper feito.
Um dos grandes pontos de discussão é como a Terra tem tanta água. Desde criancinha você sabe que 3/4 da superfície da Terra é recoberta por água, apesar de em termos volumétricos esse valor não é tanto assim,
Os últimos instantes de vida no planeta são dramáticos. Depois de uma ruidosa explosão estelar (isto é uma licença poética, caso não saibam), um grande fluxo de matéria e energia são jorrados da estrela, e o pobre planetinha foi alvejado em cheio. O planeta foi cozido inteirinho e não restou nada da sua atmosfera. Sua atmosfera e as de mais alguns outros planetas foram evaporadas sem dó nem piedade, pois o Universo não está nem aí pro que está jogado pelos cantos.
Todos nós sabemos que não existe aquecimento global; pelo contrário, a temperatura do planeta está esfriando. O problema é que esta informação privilegiada só está ao alcance de alguns pesquisadores da USP, pois nem mesmo o planeta ficou sabendo disso, ao ponto em que a camada de gelo do Ártico está derretendo, já que a temperatura por lá está aumentando a uma taxa 4 vezes maior do que a média global. Pelo menos, é o que pesquisadores da Universidade de Melbourne defendem, já que eles estavam pesquisando e não tiveram tempo para ir em programas de entrevistas de gosto duvidoso.
Sempre disse que Neil deGrasse Tyson é, hoje, o melhor divulgador científico do mundo. Em minha opinião, ele é o único que se pode chamar de herdeiro de Carl Sagan. Não apenas pelos documentários do qual ele participa, mas pelo fascínio que ele mesmo não esconde quando fala do Universo.