Saturno está um tantinho longe. Do Sol até lá são cerca de 1.429.400.000 km ou 11.911.666.666 campos de futebol, ou uma hora de viagem numa Uno com escada. Por estar muito longe, você pensa que lá é muito frio. E é, mas as camadas superiores na atmosfera de Saturno e outros gigantes gasosos são quentes, assim como as da Terra. Claro, tem um pequeno diferencial: exatamente a distância; logo, não deveria ser tão quente assim. Então por que é?
Categoria exploracao espacial
Artemis: uma sinfonia para a Lua
O Projeto Ártemis visa levar astronautas de volta à Lua, com a primeira mulher a pisar lá. Novas pesquisas em termos de foguetes nos darão algo fantástico que a NASA não tem feito desde o histórico Saturno V. Estamos no aguardo, seja a NASA ou a SpaceX.
Enquanto ainda não chega, que tal apreciarmos este belíssimo vídeo? É uma pequena peça musical em homenagem à sinfonia da pesquisa espacial.
Artigos da Semana 7
O mundo não pára, a Lusitânia não deixa de rodar. O coronga está ai catando geral mas, mesmo assim, ainda emos algumas notícias a lhes trazer. Algumas sobre selfies robóticas até clérigos falando para ninguém, embora digam que Deus está em todos os lugares.
Vamos para o resumão?
Curiosity tira uma selfie
Sim, você deve ter esquecido do rover Curiosity. Ele continua vivo e bem. Subiu no topo de uma colina, e para registrar tirou uma selfie no dia 26 de fevereiro de 2020, capturando o cenário em volta. Essas imagens são usadas para preservar a cena em que o veículo espacial perfurou amostras da superfície. Mas você já se perguntou como essas selfies são do ponto de vista do Curiosity? E por que o braço do veículo espacial não está na foto?
Os planos da NASA para 2020
Estamos em 2020, e há uma série de projetos a serem tocados em termos de Aeronáutica e Espaço. Apesar das verbas nem serem lá essas coisas, NASA continua com seus projetos e no desenvolvimento de tecnologias para exploração do Espaço, o que resulta em avanço científico, para daqui a pouco estar disponível em nossas casas.
Este vídeo tem um resuminho do que vem por aí.
O gelado baile num cometa
Nevascas são perigosas, mas, mesmo assim, mesmerizantes. Um bailar hipnótico de pequenos flocos dançando ao sabor do puro deslocamento regido pela inércia e as variáveis não-determinísticas de um sistema caótico e imprevisível. Agora, some isso a um mundo que não é bem um mundo, mas um cometa.
No caso, o cometa Churyumov-Gerasimenko.
Artigos da Semana 5
Estamos aqui, ilhados, observando as loucuras do mundo, que está beirando filme do Mad Max. Enquanto o Coronga está ganhando dois continentes à sua escolha, mais a Oceania, eu busco informação de qualidade, ou nem tanto assim. Desde gente estudando andares esquisitos, até coo deter a propagação de vírus pelo ar. O que será que vimos esta semana?
Grandes Observadores do Espaço: Spitzer
O Spitzer é um telescópio espacial, cuja missão é fornecer uma visão única do Universo usando a invisível radiação infravermelha. Com ele, é possível observar regiões do espaço ocultas dos telescópios ópticos, já que o Spitzer vê, basicamente, calor dos corpos.
O problema é que qualquer corpo acima do zero absoluto emite radiação infravermelha. Como fazer para que a própria radiação infravermelha que o Spitzer emite não interfira nas observações?
Artigos da semana 4

A cada semana temos um comprometimento de trazer informação e divulgação científica de qualidade. Mas aparece tanta insanidade que não podemos deixar de mostrar. Seja malucos pulando em piscina com gás carbônico e sendo carregados por Darwin ou um grupo de moleques achando que são da Raça Superior quando não passam de um bando de remelentos zé-ruelas.
Bem, chega de lenga-lenga. Vamos aos artigos da semana!
Dando o mesmo rolê que nossos avós fizeram, sem chegar junto

Na foto acima estão Fred Haise, Jack Swigert e Jim Lovell. Eles tiraram esta foto um dia antes do lançamento da Missão Apollo 13. A malfadada Apollo 13. Swigert acabara de substituir Ken Mattingly como piloto do módulo de comando depois. Mattingly não pôde ir porque ele fora exposto ao sarampo e a paranóica NASA não quis arriscar (a bem da verdade, ele não contraiu a doença e não apresentou nenhum sintoma). A coisa deu errado e foi ouvido a famosa frase “Houston, a gente tá ferrado, caraio” (paráfrase).
Eles não pousaram na Lua e o regresso foi heróico, apesar das mazelas, como conectores quadrados e redondos se misturando entre diferentes aparelhos, tendo que partirem para gambiarra. Na descida, a URSS, a maior rival dos americanos, ordenou que liberassem as frequências para que não houvesse interferência e a China delicadamente pediu aos seus cidadãos que qualquer americano que caísse lá teria que ser bem tratado, sob pena de irem bater um papinho com Buda da pior maneira possível.
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