A besteirada dos criaBURRIcionistas ganhou de presente mais um headshot! Um grupo de cientistas australianos descobriu um fóssil de placodermo de 380 milhões de anos prestes a dar à luz. Caso você não saiba, os placodermos representam uma classe de peixes pré-históricos. A sua principal característica, que lhes deu o nome científico de Placodermi, era a cobertura da cabeça e tórax por armaduras articuladas de placas dérmicas. O resto do corpo podia estar, ou não, coberto de escamas. Os placodermos foram um dos primeiros grupos de peixes a desenvolver dentes e mandíbulas, que evoluíram provavelmente a partir dos arcos branquiais.

Os exemplos existentes de fósseis de animais no momento de procriar são extremamente raros, e este novo espécime retrocede em 200 milhões de anos a data recorde de um nascimento que se tem conhecimento. Com cerca de 380 milhões de anos, o material antecipa em 200 milhões de anos os registros de fertilização interna e da capacidade de parir filhotes vivos gerados dentro do corpo da mãe. O peixe pertence a um novo gênero e foi encontrado em um sítio no oeste da Austrália. Continuar lendo “Cientistas acham registro mais antigo de sexo entre vertebrados”


Responda rápido: O que tem bico que nem ave, rabo de castor, olhos de toupeira, pé de pato, veneno nas esporas, anda que nem réptil, é peludo, coloca ovos semelhantes aos do lagarto e é mamífero? A resposta é a foto do rapazinho aí do lado e é uma grande dor de cabeça para os criaburricionistas e defensores do DI (Design Intelijumento). Se bem que há quem ache que caracóis são ótimos exemplos de uma obra de arte de um projetista tão inteligente que cria um animal que defeca na própria cabeça, mas isso é secundário.
Para um professor universitário, Francisco Ayala passa muito tempo na estrada. Biólogo evolutivo e geneticista da Universidade da Califórnia em Irvine, ele realiza freqüentes palestras em universidades, igrejas, diante de grupos sociais e em muitos outros lugares, em defesa da teoria da evolução e contra os argumentos do chamado “criacionismo” e seu primo ideológico o “design inteligente”. Usualmente, o público que assiste às suas palestras já concordava com ele antes de ouvi-lo. Mas nem sempre.
Há poucos dias, procurou o Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) o ministro Carlos Alberto Menezes Direito, do Supremo Tribunal Federal (STF). Ele queria conversar com pesquisadores sobre o polêmico assunto da pesquisa com células-tronco embrionárias.
A primeira versão do livro Teoria da Evolução, de Charles Darwin, pode ser lida online pela primeira vez a partir desta quinta-feira (17/04). O texto está entre milhares de anotações pessoais do cientista que antes só estavam disponíveis a cientistas da Universidade de Cambridge e agora podem ser lidas no site
Pela primeira vez, cientistas identificaram transformações de longo prazo no cérebro de camundongos que podem trazer alguma luz à questão da dependência de drogas – nesse caso, de metanfetaminas – e da enorme dificuldade de se livrar do hábito. As descobertas, relatadas na publicação especializada Neuron, podem abrir caminho para novas maneiras de acabar com a necessidade de drogas – e ajudar os dependentes a se libertarem delas.
Pois, é. Dumbo teve um parente que veio do oceano. Quem disse isso foram pesquisadores mericanos e britânicos, que afirmaram que o elefante poderia ter um ancestral aquático, segundo estudo publicado nesta semana na revista científica Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS).
Enxames de micro-robôs atuando cooperativamente não são um conceito novo (
Pesquisa analisou misterioso osso da coxa do hominídeo africano Orrorin tugenensis. Conclusão é que criatura andava ereta, tal como australopitecos, bem mais recentes. Uma dupla de pesquisadores americanos pode ter conseguido um feito raro nos estudos sobre a evolução humana: simplificar um pouco as coisas, em vez de complicá-las. Analisando a anatomia de um dos mais antigos ancestrais do homem, o Orrorin tugenensis, de 6 milhões de anos, eles concluíram que ele era bípede, com um andar muito parecido com o dos australopitecos, velhos conhecidos dos antropólogos.