Por Rafael Zeitouni
Para um professor universitário, Francisco Ayala passa muito tempo na estrada. Biólogo evolutivo e geneticista da Universidade da Califórnia em Irvine, ele realiza freqüentes palestras em universidades, igrejas, diante de grupos sociais e em muitos outros lugares, em defesa da teoria da evolução e contra os argumentos do chamado “criacionismo” e seu primo ideológico o “design inteligente”. Usualmente, o público que assiste às suas palestras já concordava com ele antes de ouvi-lo. Mas nem sempre.
À medida que continuam a surgir desafios a que a teoria da evolução seja parte dos currículos escolares, legisladores debatem medidas sob as quais o ensino do criacionismo equivale a liberdade a acadêmica e um novo filme vincula Darwin a males que variam da supressão da liberdade de expressão ao Holocausto, “muita gente que assiste às minhas palestras não sabe bem o que pensar”, diz Ayala. “Ou eles acreditam no design inteligente mas ainda assim querem me ouvir”. Continuar lendo “Professor defende a evolução com espaço para Deus”

Há poucos dias, procurou o Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) o ministro Carlos Alberto Menezes Direito, do Supremo Tribunal Federal (STF). Ele queria conversar com pesquisadores sobre o polêmico assunto da pesquisa com células-tronco embrionárias.
A primeira versão do livro Teoria da Evolução, de Charles Darwin, pode ser lida online pela primeira vez a partir desta quinta-feira (17/04). O texto está entre milhares de anotações pessoais do cientista que antes só estavam disponíveis a cientistas da Universidade de Cambridge e agora podem ser lidas no site
Pela primeira vez, cientistas identificaram transformações de longo prazo no cérebro de camundongos que podem trazer alguma luz à questão da dependência de drogas – nesse caso, de metanfetaminas – e da enorme dificuldade de se livrar do hábito. As descobertas, relatadas na publicação especializada Neuron, podem abrir caminho para novas maneiras de acabar com a necessidade de drogas – e ajudar os dependentes a se libertarem delas.
Pois, é. Dumbo teve um parente que veio do oceano. Quem disse isso foram pesquisadores mericanos e britânicos, que afirmaram que o elefante poderia ter um ancestral aquático, segundo estudo publicado nesta semana na revista científica Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS).
Enxames de micro-robôs atuando cooperativamente não são um conceito novo (
Pesquisa analisou misterioso osso da coxa do hominídeo africano Orrorin tugenensis. Conclusão é que criatura andava ereta, tal como australopitecos, bem mais recentes. Uma dupla de pesquisadores americanos pode ter conseguido um feito raro nos estudos sobre a evolução humana: simplificar um pouco as coisas, em vez de complicá-las. Analisando a anatomia de um dos mais antigos ancestrais do homem, o Orrorin tugenensis, de 6 milhões de anos, eles concluíram que ele era bípede, com um andar muito parecido com o dos australopitecos, velhos conhecidos dos antropólogos.
Uma espécie de minhoca de 30 cm de comprimento, que vivia no fundo do mar, pode ter sido o primeiro ser vivo a praticar sexo, há pelo menos 565 milhões de anos, segundo descoberta da paleontóloga Mary Droser, da Universidade da Califórnia Riverside. A paleontóloga e sua equipe argumentam que o ecossistema da Terra já era complexo muito antes do que se pensava, ainda na Era Neoproterozóica, quando começaram a aparecer os primeiros organismos multicelulares.
É com muito pesar que Ceticismo, Ciência & Tecnologia vê o falecimento de Sir Arthur Clarke, aos 90 anos de idade.
Por Sergio Danilo Pena