O comportamento homossexual das orcas e o vexame do Terra

orca_gay.jpgEu preciso dizer DE NOVO que jornalista escrevendo sobre ciência é o mesmo que tartaruga tentando costurar? Pois, é. Em mais um cópia/cola do Terra, com uma tradução tosca e mal feita, nós “aprendemos” muitas coisas (erradas). Ficamos “sabendo” que orcas são baleias e são homossexuais. E isso é dito por uma revista. Uau!

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Seres humanos aprenderam a andar sobre os calcanhares, a fim de economizar energia

pe_andando.jpgHá algum tempo atrás, não íamos aos supermercados comprar comida e colocarmos nos microondas, éramos caçadores-coletores, isto é, se queríamkos comer, tínhamos que correr atrás do prato do dia. O problema que algumas vezes eles estavam lá, bem à nossa frente, nas árvores, enquanto que outros petiscos tinham a péssima mania de fugir da gente. Se bem que ver um monte de humanos peludos correndo atrás de você com um pedaço de pau ou osso não deveria ser uma visão das mais felizes: pernas pra que te quero!

Tirando o fato que muitas vezes o “petisco” decidia que VOCÊ era o almoço (e isso bem antes de terem inventado a reversal russa), fazia necessário correr atrás da comida. Literalmente. E isso propiciou que aprendêssemos a correr direito, de forma a não gastarmos tanta energia, pois ainda tínhamos que passar o cerol no rango ANTES (já que comer o bicho vivo não era agradável para nenhum dos dois lados).

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Avestruzes pararam de voar quando os dinossauros desapareceram

avestruz.jpgDinossauros foram os dominantes supremos da Terra, há alguns milhões de anos. Sua presença afetou o processo evolutivo de outras espécies, já que aqueles seres que não estavam adaptados para fugir dos grandões, acabavam virando banquete. Em contraposição, com o sumiço dos dinos, quase todas as espécies de animais tiveram uma nova linha evolutiva que pudessem seguir. Dessa forma, aves como a ema e o avestruz dispunham de maior quantidade de alimento, acabaram tornando-se mais gordos e não tinham mais necessidade de voar, segundo pesquisadores australianos.

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Criança com dois pênis nasce no Peru

dois_pintos.jpgCeticismo.net é um site de divulgação científica e pensamento cético. Somos sérios e prezamos pela seriedade de nossas notícias . Entretanto – valha-me Ártemis! – tem coisas que não se consegue ficar sério. Assim, vamos logo entrar de sola: Um menino nasceu com dois pênis no dia 29/01, em um hospital da cidade de Iquitos, no nordeste do Peru. Pensem na ironia da situação: Ele nasceu… bem, ele nasceu com dois pênis no Peru. Digo, ele nasceu no País chamado Peru, com dois pintos. Bem, não é o país que tem dois pintos, é o moleque. Ou seja, dois perus de alguém que nasceu no Peru. Tem como ficar sério?

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Ecolocalização: o fator que une morcegos e baleias

Se você já viu algum filme com submarinos, você deve ter ouvido falar do sonar. Submarinos não podem usar radares embaixo d’água, por causa do meio envolvente. Assim, usam algo melhor: ondas sonoras. A velocidade do som é diretamente proporcional à densidade do meio no qual ele se propaga; e é por causa disso que o som não se propaga no vácuo, pois o som é uma onda mecânica e não eletromagnética.

Antes do homem ter inventado aparelhagens que usam ondas sonoras para mapearem o meio à sua volta, morcegos e baleias dentadas já faziam isso, mas de uma forma um tanto diferente, mas não menos eficiente mediante às suas necessidades. Obviamente, alegarão que isso é um projeto “inteligente”, mas não me importo com gente que acha que tudo é perfeito, assim como vírus, bactérias e as mortes horrorosas que ambos podem causar. Enfim…

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Pesquisa indica que colônias de insetos funcionam como “superorganismos”

Nem todos puderam ver como funciona uma colmeia. Como toda colônia de insetos, ela funciona de modo muito semelhante a um organismo individual, onde cada membro da colônia age como se fosse uma célula, e um grupo dentro dessa colônia funciona como um órgão.

Colônias assim agem como se fossem um “superorganismo”, e isso não acontece só com abelhas, mas com formigas e outros insetos também, onde o comportamento cooperativo garante a segurança e manutenção otimizada, de forma a garantir a sobrevivência de todo o grupo. Como dito, trata-se de uma similaridade a um organismo vivo individual, onde o todo é muito mais que a soma das partes. Continuar lendo “Pesquisa indica que colônias de insetos funcionam como “superorganismos””

Homo Erectus inventou a vida moderna?

Imaginem-se, meus perclaros, na sua condição atual. Sentados em seus sofás, apreciando o mundo vendo novela e BBB, tendo uma vida compartilhada com seus familiares, vizinhos e indo pro trabalho pra encontrar idiotas débeis mentais imbecis colegas de trabalho. Este modo de vida tido como “moderno” não é tão moderno quanto você pode imaginar. Cientistas pesquisando o sítio arqueológico de Gesher Benot Ya’aqov, na região norte de Israel chegaram à conclusão que esse modo “moderno” já existia 500.000 anos antes de nós, pobres Homo Sapiens chegarmos com nossas malas e cuias. Continuar lendo “Homo Erectus inventou a vida moderna?”

Jacarés respiram como as aves, dizem cientistas

jacare_picapau.jpgQual a semelhança entre jacarés, aves e dinossauros? Novas descobertas mostram que quando os dinos começaram a dominar a Terra, havia menos oxigênio atmosférico do que existe hoje em dia. Tomando por base indícios de ancestrais comuns às aves e aos répteis, a descoberta traz novas reflexões sobre nossa compreensão do processo evolutivo de jacarés e aves.

No caso de nós, humanos – bem como outros mamíferos -, o ar flui para dentro e para fora dos pulmões; o tipo de coisa que você já está careca de saber. Quando o ar é inalado, move-se através de camadas progressivamente menores e ramificadas chamadas de “brônquios”, até chegarem aos alvéolos pulmonares (preciso dizer onde eles ficam?). Lá, acontece a troca gasosa do oxigênio pelo dióxido de carbono, onde a hemoglobina é o veículo dos gases. Nada demais até aí, e até minha avozinha sabe disso. Entretanto, nas aves o ar que é inalado e flui somente em uma direção em um loop contínuo. Em vez de despejar oxigênio em alvéolos, o oxigênio passa por tubos de transferência dentro dos pulmões, chamados “parabrônquios”, através do qual o ar flui em uma única direção antes de sair do pulmão. Continuar lendo “Jacarés respiram como as aves, dizem cientistas”

Cientistas estudam o processo infeccioso do Ebola

ebola.jpgSe você curte cinema, deve ter se lembrado do filme Epidemia, onde Dustin Hoffman estava com uma enorme batata quente na mão, tentando descobrir uma vacina para conter o contágio em níveis apocalípticos numa cidade dos Estados Unidos. Como todo filme, o mocinho resolve o problema no final, pegando o macaco que serviu de hospedeiro (o filme é velho, se você ainda não tinha visto, problema seu) e usando seu sangue para fazer a vacina.

Deixando as atrocidades científicas que o filme comete (a única coisa verdadeira lá são os laboratórios do CDC), talvez agora saibamos como age o Ebola, já que pesquisadores da Universidade Estadual de Iowa, Estados Unidos, descobriram como o mortal vírus do Ebola é… bem… é mortal.

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Reservas marinhas ajudam na recuperação de recifes de corais

recife_coral.jpgOs recifes de coral em todo o mundo têm tomado uma surra ao longo das últimas décadas. As temperaturas de aquecimento de água e o aumento da acidez nos oceanos têm trazido problemas aos corais, pois além de atacar o carbonato de cálcio, impede-se que os corais (que são os animais e não as estruturas) possam produzir mais. E é o carbonato de cálcio (ou calcário, CaCO3) que forma a estrutura que vemos (e nos arranhamos), e recebem o nome de “recifes”. O “bichinho” em si não é aquela estrutura. Os corais são cnidários e vivem naquela estrutura calcária, que podem ter dimensões imensas, como a Grande Barreira de Coral localizada na costa da Austrália.

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