Convenhamos, ninguém gosta de morcegos. Aquilo que parece ser o anjo da guarda dos ratos mete medo até em criminoso de Gotham (salvo algumas espécies que proliferaram nos anos 1960). Os filhotes de Lúcifer são tudo o que não queremos ter por perto, ainda mais os pertencentes à família Phyllostomidae, subfamília Desmodontinae. Como qualquer um dos seus primos quirópteros, morcegos-vampiros despertam medo, aversão e sói serve de tira-gosto para roqueiros mais radicais.
Mas o que é feio para Narciso, posto que não é espelho, pode ser a chave para muitas informações. Pesquisadores da Universidade da Califórnia estudam o modo que os tão odiados morcegos vampiros captam o calor do sangue de suas vítimas, de forma a se orientar até seu alvo e poderem fazer o seu banquete. Mantenham as estacas e os crucifixos a postos, pois Nospheratu esta na sua cola, mortal idiota.
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Imagina que você, um pobre insetinho, está parado e — de repente, não mais que de repente — um monstro surge na sua frente dizendo braaaaaaains. Imagine as pobres criaturinhas pequenininhas, cheias de pintinhas, com 6 perninhas, 2 anteninhas e 4 asinhas AGINDO COMO UM FANTOCHE! Cadê o PETA que não vê isso? Onde estão os éticos vegans que fazem tudo de melhor (incluindo se deliciar com pepinos, cenouras e outros vegetais de duplo sentido)? Mas a Natureza está pouco se importando para com vocês, MUAAAAAHAHAHAHAHAHAHAH. Ela quer fazer o que faz todas as noites, todos os dias, toda hora e todo instante: Ela domina o mundo e ninguém pode escapar, MUAAAAAAAAAAHAHAHAHAH.
Este é um titulo inteligentíssimo, feito por uma mente soberba… soberbamente estúpida. Não é de hoje que um dos grandes problemas nos hospitais é o aumento da resistência bacteriana aos medicamentos. Claro, isso não significa que um monte de bactéria filhas-das-unhas estejam em conluio com a direita neo-liberal, sendo subvencionados pela Rede Globo, a fim de manipular corações e mentes das pessoas. É um pouquinho mais simples: bactérias só querem um lugarzinho para morar, só que como todo inquilino safado, acaba ferrando com o dono da casa.
Como pode coisas minúsculas influenciar tanto assim o nosso conhecimento? Como pode um simples detalhe como uma casquinha mudar o rumo da Ciência? Como pode um peixe vivo viver fora da bacia? Tirando a última pergunta, as perguntas remetem em como a Ciência flui e novas descobertas, apesar de ridiculamente sem sentido, respondem grandes questões e abrem a porta para mistérios escondidos. Antes que dois britânicos roubassem a pesquisa de Lise Meltner, um certo monge havia descoberto o princípio de como somos o que somos, de como nossas características são que nossos pais permitiram que fosse.
O cérebro é um projeto inteligente que demonstra como o projetista andava bêbado durante a sua criação. É um dos mais porcos sistemas jamais criados, incrivelmente feito na base da gambiarra macgaiverista. Qualquer dia, um exame mais profundo demonstrará que ele foi feito com chiclete, fita veda-tudo e cortado ao meio com um canivete suíço.
Imagino que você tenha visto alguma vez um esqueleto. Nem que seja aquele esqueletinho de plástico cujas peças vêm em fascículos. Mesmo os mais desligados perceberam que os encaixes em
Os seres humanos acumulam séculos de barbárie. Desde
Costumam achar que cientistas não possuem senso de humor. Temos. O que alguns de nós não possuem é bom gosto. Pesquisadores da Universidade Estadual de São Francisco deram um nome pitoresco a um fungo descoberto nas montanhas Lambir na Malásia, em 2010. Devido ao seu formato que lembra uma esponja marinha, deram o nome de Spongiforma squarepantsii, em homenagem ao querido e aboiolado Bob Esponja (um personagem que só não digo que deveria tomar um tiro de .12, pois alegariam homofobia).
Sair do seu próprio ambiente e aventurar-se em outro habitat não é apenas uma característica humana, muito pelo contrário. Alguns animais possuem a façanha de poder explorar outros ambientes, mesmo os lugares mais inóspitos à sua segurança. Entretanto, tio Darwin observa a tudo e a todos e seu bloquinho mostra a lista dos seres que conseguiram sobreviver mediante a silenciosa Seleção Natural.